Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
Mostrar mensagens com a etiqueta virtu-réalité. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta virtu-réalité. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Manuel : Profil didactologique des manuels dont je suis l'auteur
domingo, 13 de outubro de 2013
Multimodalidade: Aula em formato multimodal
Há cerca de 10 anos, quando dei aulas a distância na Universidade Aberta, gravei uns vídeos. Nessa altura, levei semanas a fazer os guiões, a discuti-los com a coautora e com os técnicos da UA. Para a gravação, foi preciso o estúdio, o teleponto e até maquilhagem...
Com a Web 2.0, temos um iPad, tomamos a decisão em 5 minutos, aproveitamos a disposição e disponibilidade do «técnico» que podem não demorar muito, arrumamos uma mesa, em casa. E não há tempo de preparação... já está. Gravação durante 15 minutos, montagem em 1 hora. E o vídeo com a aula tem ordem para sair de casa... Pelo caminho, ficaram esquecimentos, Matisse para a metáfora da realidade aumentada, algumas confusões, imprecisões, mas trata-se de um
Rascunho, como todos os post colocados nas redes. http://youtu.be/rTjm-1vpxzQ
Com a Web 2.0, temos um iPad, tomamos a decisão em 5 minutos, aproveitamos a disposição e disponibilidade do «técnico» que podem não demorar muito, arrumamos uma mesa, em casa. E não há tempo de preparação... já está. Gravação durante 15 minutos, montagem em 1 hora. E o vídeo com a aula tem ordem para sair de casa... Pelo caminho, ficaram esquecimentos, Matisse para a metáfora da realidade aumentada, algumas confusões, imprecisões, mas trata-se de um
Rascunho, como todos os post colocados nas redes. http://youtu.be/rTjm-1vpxzQ
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Multimodalidade: datação do termo e alguns contributos para a definição...
Multimodalidade - Termo que comecei a empregar em português, em 1997, na apresentação e um artigo de Geneviève Jacquinot- Delaunay, intitulado « L'implication interactive du multimédia», na Revista Intercompreensão, nº 6 (revista de Didática das Línguas do Instituto Politécnico de Santarém, que dirigi durante cerca de 20 anos).
Curiosamente, nesse número da revista que tinha o título: «Razão e emoção...à procura de outras vias para a aula de línguas», na Apresentação escrevia o seguinte:
« Geneviève Jacquinot Delaunay interroga os «novos espaços», nomeadamente o multimédia cuja construção recorre a diversos canais de comunicação. Essa concepção multisensorial implica tratamentos multimodais da informação. A multimodalidade parece-nos ser um aspecto com grandes repercussões sobre a concepção da aula e a construção de materiais pedagógicos no futuro. Da mesma maneira que alguns hiperdocumentos permitem a «navegação», declinando a mesma informação de maneiras diferentes, talvez se consiga também, em aula, declinar a mesma informação segundo formatos diferentes. Além disso, convirá pôr em evidência o aparecimento de eventuais mudanças nos processos cognitivos, nomeadamente nas maneiras de proceder ao tratamento da informação em alunos que começam a habituar-se a navegar. A Escola terá evidentemente de se questionar sobre a multimodalidade e sobre os formatos mais adequados para os alunos do presente e do futuro». (Ferrão Tavares, 1997: 6)
Volvidos tantos anos, vemos nesta primeira caracterização do conceito as questões neurológicas, cognitivas e afetivas e a distinção entre multisensorialidade e multimodalidade, esta muito mais abrangente, implicando os processos cognitivos. E agora os nossos alunos já não são alunos dos ecrãs (como se dizia na sequência de tranbalhos de L. Porcher), poderão ser «nativos digitais»(Prensky) e, por isso mesmo, são alunos da virturealidade.
E a Escola que lhes propõe? Mesmo quando lhes propõe tecnologias bem recentes, quantas vezes não reproduz os suportes e as metodologias do princípio do século (XX)?
Veja-se o caso de muitos dos materiais para quadros interativos multimédia (que, para o ensino das línguas, em questões de multimodalidade, ficam, muitas vezes, a séculos de distância dos Tableaux Delmas do princípio do século XX), para não falar na sua lenta utilização mesmo com utilizadores experientes! ou, ainda, de muitas apresentações multimédia!
A multimodalidade pode não estar no suporte, mas nos usos multimodais que fazemos deles. E uma boa conferência sem materiais ou só com o quadro «tradicional» pode ser muito mais multimodal!
Depois de retocado entre o último post e este e colocado no meu escritório, aqui fica a minha declinação icónica do conceito, a partir de uma declinação da publicidade Mercedes para as questões neurológias, «declinações» de duas telas de Matisse Notre Dame para a Realidade Aumentada e a Virturealidade (com a mão humana a gerir a tecnologia). Mais mãos. Um olho de Magritte com a Nuvem, umas caras de memória de Braque para o espelho e a convergência. A declinação da dança de Matisse com cabeças das redes sociais, umas porosidades pretendidas entre as curvas e as rectas, uma« mestiçagem» de cores, de modos, de culturas...
E aqui está o que os pintores não fazem e que os professores fazem: explicam. Mas eu sou prof. E não Iprof, como me dizia uma simpática colega do Brasil, no Facebook!
Curiosamente, nesse número da revista que tinha o título: «Razão e emoção...à procura de outras vias para a aula de línguas», na Apresentação escrevia o seguinte:
« Geneviève Jacquinot Delaunay interroga os «novos espaços», nomeadamente o multimédia cuja construção recorre a diversos canais de comunicação. Essa concepção multisensorial implica tratamentos multimodais da informação. A multimodalidade parece-nos ser um aspecto com grandes repercussões sobre a concepção da aula e a construção de materiais pedagógicos no futuro. Da mesma maneira que alguns hiperdocumentos permitem a «navegação», declinando a mesma informação de maneiras diferentes, talvez se consiga também, em aula, declinar a mesma informação segundo formatos diferentes. Além disso, convirá pôr em evidência o aparecimento de eventuais mudanças nos processos cognitivos, nomeadamente nas maneiras de proceder ao tratamento da informação em alunos que começam a habituar-se a navegar. A Escola terá evidentemente de se questionar sobre a multimodalidade e sobre os formatos mais adequados para os alunos do presente e do futuro». (Ferrão Tavares, 1997: 6)
Volvidos tantos anos, vemos nesta primeira caracterização do conceito as questões neurológicas, cognitivas e afetivas e a distinção entre multisensorialidade e multimodalidade, esta muito mais abrangente, implicando os processos cognitivos. E agora os nossos alunos já não são alunos dos ecrãs (como se dizia na sequência de tranbalhos de L. Porcher), poderão ser «nativos digitais»(Prensky) e, por isso mesmo, são alunos da virturealidade.
E a Escola que lhes propõe? Mesmo quando lhes propõe tecnologias bem recentes, quantas vezes não reproduz os suportes e as metodologias do princípio do século (XX)?
Veja-se o caso de muitos dos materiais para quadros interativos multimédia (que, para o ensino das línguas, em questões de multimodalidade, ficam, muitas vezes, a séculos de distância dos Tableaux Delmas do princípio do século XX), para não falar na sua lenta utilização mesmo com utilizadores experientes! ou, ainda, de muitas apresentações multimédia!
A multimodalidade pode não estar no suporte, mas nos usos multimodais que fazemos deles. E uma boa conferência sem materiais ou só com o quadro «tradicional» pode ser muito mais multimodal!
Depois de retocado entre o último post e este e colocado no meu escritório, aqui fica a minha declinação icónica do conceito, a partir de uma declinação da publicidade Mercedes para as questões neurológias, «declinações» de duas telas de Matisse Notre Dame para a Realidade Aumentada e a Virturealidade (com a mão humana a gerir a tecnologia). Mais mãos. Um olho de Magritte com a Nuvem, umas caras de memória de Braque para o espelho e a convergência. A declinação da dança de Matisse com cabeças das redes sociais, umas porosidades pretendidas entre as curvas e as rectas, uma« mestiçagem» de cores, de modos, de culturas...
E aqui está o que os pintores não fazem e que os professores fazem: explicam. Mas eu sou prof. E não Iprof, como me dizia uma simpática colega do Brasil, no Facebook!
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Virturéalité
Le sociologue Bernard Cathelat présente dans une nouvelle vidéo l'évolution technologique et les défis créés par cette technonogie à l'heure de la virturéalité.
Virturealite por Benjaminnetexploratrend
Virturealite por Benjaminnetexploratrend
quinta-feira, 8 de março de 2012
Mélanges- Hommage à Clara Ferrão Tavares
La didactique des langues-cultures à l’heure de la virturéalité
Oui... je viens de terminer le texte pour les actes du Colloque que l'APEF a organisé en mon hommage et que l'UIIPS de Instituto Politécnico va publier sous le titre «Mélanges».
Paradoxal et, peut-être, narcissique, mais, compte tenu de mon profil, comment aurais-je pu ne pas prendre la parole lors d’un Colloque abordant des sujets motivés par mon propre parcours et ne pas publier l’article correspondant à mon intervention ? Et ne pas le décliner en format WEB 2.0 qui se caractérise par le narcissisme et le partage?
Les posts sont des brouillons et des pièces d'un puzzle. Dans la tentative de construire un format multimodal ,dans le temps, j'ai posté plusieurs pièces qui intégrent la version définitive- mais soignée- du texte pour les actes du Colloque. Comme tous les textes publiés en papier, on doit attendre beaucoup de temps pour le lire. Et on réagit difficilement à des textes articles écrits, c'est pourquoi pour être cohérente avec mes propositions didactiques je vous invite à co-constrire ce texte avec vos commentaires.
Vous trouverez ici le début, une autre pièce et... une nouvelle pièce:
«Quels environnements d’apprentissage et quels documents sont convoqués par les différentes approches ?
J' aimerais souligner l’aspect multimodal des manuels traditionnels qui reproduisaient des toiles en procédant à des articulations entre la littérature et la peinture (rapprochements temporels, rapprochements thématiques, l’image jouant un rôle de contextualisation). Les méthodes directes de la fin et du début des XIXe et XXe siècles, respectivement, proposaient l’accès au sens par le biais d’images à fonction illustrative, les mots étant regroupés en centres d’intérêt. Les images les plus significatives de l’époque étaient les tableaux Delmas , aujourd’hui reconnus sur le marché de l’art… Les affiches étaient les technologies de l’époque.
Les méthodes audio-visuelles, produites les années 70 du XXe siècle, proposaient des dessins et des photos pour créer des situations d’apprentissage en recourant aux technologies de l’époque : enregistrements sonores, diapositives, films. Avec les approches communicatives, les environnements d’apprentissage reprenaient les situations et cherchaient à créer des simulations qui prenaient appui sur des documents authentiques (formulaires, photos, extraits de presse, films…).
Les dernières approches comptent désormais sur des environnements d’apprentissage virturéels, c’est pourquoi je m’interroge sur les usages faits en classe de ces potentialités technologiques et sur la convergence entre innovation technologique et méthodologique ou plutôt didactique.
Si nous regardons aujourd’hui le software pédagogique pour la classe de langue-culture, nous constatons, qu’en grande partie, il ne s’éloigne pas d’une façon profonde ce que proposait la méthode traditionnelle ou des exercices structuraux caractéristiques des méthodes audio-orales et audiovisuelles . Avec le software des tableaux interactifs multimédia, désormais disponibles dans presque toutes les écoles portugaises, que fait-on en classe ? Beaucoup d’images du software proposé reprennent le principe des leçons de choses de Maria Montessori (des mots et des choses qui sont supposés correspondre aux intérêts des élèves). Quand aux exercices de déplacement, ils relèvent d’une phase qui précède celle des exercices structuraux. Au début du XXe siècle, on déplaçait des étiquettes en papier que l’on disposait face à des objets que l’on transportait en classe (une poupée, par exemple, pour le vocabulaire du corps, des vêtements et des couleurs). Dans les années 70 suivantes, au début des méthodes audio-orales et audio-visuelles chez-nous, on déplaçait des figurines sur les tableaux de feutre. Avec les TIM, on déplace souvent des objets et des mots. Pas besoin de grands moyens technologiques pour remplir des trous ou déplacer des étiquettes. De la même façon, en ce qui concerne la réponse « Les élèves font des recherches et présentent des power point sur des sujets au programme… », on peut se poser la question de savoir comment ils effectuent ces recherches, comment ils construisent des power point et comment ils les présentent. Parce que les élèves peuvent construire les power point comme ils construisaient les exposés de naguère, mais en remplaçant le travail de recherche et d’écriture par des collages de la même façon qu’ils peuvent construire des power point dans les approches actionnelles .
C’est pourquoi l’interrogation formulée dans les années 70 du siècle dernier, dans Un Niveau Seuil – présentation et guide d’emploi par Eddy Roulet, m’est venue à l’esprit : « À quoi bon introduire dans les cours un document authentique pour le réduire à une analyse grammaticale traditionnelle ? » (Roulet, 1976).
Il semble ainsi que les moyens technologiques, dont disposent beaucoup d’écoles, ne sont pas toujours en convergence avec les approches méthodologiques et que souvent le progrès technologique s’accompagne d’un recul didactique.
Or nous constatons que nous sommes désormais entrés… dans la virturéalité, dans le cybermonde et ce cybermonde offre à la classe de langues-cultures et à la classe plurilingue et pluriculturelle une énorme base de données ainsi que des moyens pour échanger et pour partager avec les autres.
Et j’en arrive à la dernière partie de ce tableau de l’évolution méthodologique – et de mon texte - pour mettre en évidence l’articulation entre ressources pédagogiques, environnements d’apprentissage et approches actionnelles. De ce rapprochement ou plutôt de cette convergence, pour utiliser un terme de la communication médiatique, ressort la désignation que je propose d’approches actionnelles et multimodales qui peuvent être adoptées dans le cadre de l’apprentissage d’une seule langue-culture ou du plurilinguisme».
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Boas Festas com postal interactivo... e intercompreensão
Basta percorrer o postal com o rato...cuidado o gelo escorrega... e é um mau princípio de Ano 2012. Boas FESTAS
Siri, inteligência artificial e assistente pessoal, ainda...
A aplicação SIRI, ou a voz em inglês (a voz em francês é masculina), permite lembrar aos mais distraídos os aniversários dos amigos, aos mais preguiçosos permite saber o tempo em Lisboa, Vila Real ...nas Canárias... (destinos onde estive ou vou estar...) sem ter de fazer pesquisa, sem ter de escrever...basta pedir! Também basta pedir para que marque o número de telefone dos amigos... Quanto a perguntas como o sentido da vida... é melhor não tentar ajuda!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Stéréotypes, documents authentiques … à propos de la Tour Eiffel
Ayant vécu à Paris je ne suis jamais montée à la Tour Eiffel et j’avoue que je ne me suis jamais promenée dans le quartier.
Mais en tant que touriste j’ai bien aimé être … aux Champs Elysées «à midi ou à minuit», sur les pas d’ Amélie Poulain monter vers le Sacré Cœur, faire des photos à La tour Eiffel, prendre un pot à Saint Germain, manger des macarons, des moules… Et bien sur... sur les pas du dernier film de Woody Allen visiter ao Grand Palais l'exposition Matisse, Cézanne, Picasso... L’aventure des Stein
Ces réactions me font réfléchir sur les documents authentiques que l’on présente comme supports pour faire acquérir la «culture action». Et là je m’interroge : jusqu’à quel point les approches communicatives et les approches actionnelles ne sont - elles pas responsables, en grande mesure, par le manque de motivation des élèves pour le français ?
En effet, comme je le souligne depuis quelques années les langues étrangères servent à voyager (dans l’imagination, comme dans le cas des plus âgés, il y a une quarantaine d’années, dans le monde virtuel…) et pour de vrai. Et le touriste aime les clichés !
Et les élèves ? Quand on demande à des élèves de 12.ème année les mot que le terme France leur suggère ils disent : Paris, Tour Eiffel, Arco do Triunfo, Channel, croissant, moda, clássica» (comme je viens de le lire dans une thèse), la vision des français n’étant pas très positive : «antipáticos, alegres, expansivos».
Ces considérations me mènent à suggérer (je le fais depuis quelques années ) une insistance sur la narrativité, sur la «culture vision» (Galisson), sur les personnages et les lieux qu’aujourd’hui on rencontre dans internet et dans la virturéalité.
domingo, 9 de outubro de 2011
Congrès de l' APPF- Le WEB 2 et le WEB 3- suite
(Parenthèse) L'une des caractéristiques des textes produits dans les dispositifs communicatifs du WEB 2.0 est la dimension provisoire. On ne fait pas de brouillon, on écrit directement sachant que l'on peut revenir... mais on revient rarement. Donc les textes sont des brouillons!
Le temps , ou plutôt le manque de temps, empêche le soin que l'on met dans l'écriture d'un article pour des actes ou pour une revue papier.
Dans des séances de formation pratiques sur ce sujet, quand des collègues sont en train de préparer leurs posts, j'appuie sur «publier» tout de suite, pour qu'ils se rendent compte de cette caractéristique. C'est un avantage, puisque l'on a après du temps pour revenir... Il faut penser à ces caractéristiques quand on construit des blogs avec les apprenants. Ces dispositifs exigent la contraction du temps... on a beaucoup de temps quand on travaille sur du papier!
L'un de mes premiers articles dans ce blog a porté sur les blogs).
Revenant sur la séquence pédagogique...
Ce que les enseignants doivent savoir... d'après le PEPELF
1. Je peux utiliser diverses ressources informatiques (courriels, sites web, logiciels, etc.);
2. Je peux conseiller les apprenants sur la recherche et l’évaluation de ressources informatiques appropriées (sites web, moteurs de recherche, logiciels, etc.);
3. Je sais mettre en place et faciliter différents environnements d’apprentissage virtuels (plates-formes d’apprentissage, forums de discussion, pages Internet, etc.).
Pour que l' apprenant
Meta Final 1) O aluno utiliza recursos digitais on-line e off-line para pesquisar, seleccionar e tratar informação de acordo com objectivos concretos, decorrentes de questões e problemas previamente identificados, e com critérios de qualidade e pertinência.
Meta Final 2) O aluno comunica, interage e colabora usando ferramentas e ambientes de comunicação em rede, seleccionados de acordo com as respectivas potencialidades e constrangimentos, como estratégia de aprendizagem individual e colectiva.
Meta Final 3) O aluno concebe e desenvolve trabalhos escolares com recurso a diferentes ferramentas digitais, e cria documentos originais que exprimam e representem conhecimentos, ideias e sentimentos.
Meta Final 4) O aluno adopta comportamentos seguros, respeita direitos de autor e de propriedade intelectual, e observa normas de conduta na utilização de ambientes digitais on-line» (METAS, ME).
Alors, ce que je propose...
INTERNET pour sortir de la classe:
Trouver des acteurs sociaux pour construire ensemble une cyber-tâche, un cyber-chantier
Par exemple: http://www.studentsoftheworld.info/menu_schools_fr.php3
Exemples de cyber-chantier
- Construire notre musée virtuel à partager avec d’autres musées virtuels d’autres classes, d’autres pays.
- Construire notre cinémathèque à partager…
Compétences et objectis langagiers (ce sont les mêmes)
Deux thèmes : l’art et le cinéma
Les mêmes compétences en interaction
Les mêmes modes d’organisation du discours :
raconter, décrire, argumenter
Les mêmes moyens linguistiques:
RACONTER
Articulateurs logiques et temporels, passé composé, imparfait (par exemple)
DÉCRIRE
Déictiques, verbes au présent, notion de qualification
ARGUMENTER
Articulateurs logiques, subjonctif, conditionnel…
Quelques documents de départ:
Et puis d'autres films... voir fiches pédagogiques, comme celle de Potiche.
Ou un site comme Cinéma Français.
Dans ce site vous trouvez des activités et des exercices qui permettront de verbaliser les moyens linguistiques listés.
Pour l'art, visitez d'autres posts ici même.
Le temps , ou plutôt le manque de temps, empêche le soin que l'on met dans l'écriture d'un article pour des actes ou pour une revue papier.
Dans des séances de formation pratiques sur ce sujet, quand des collègues sont en train de préparer leurs posts, j'appuie sur «publier» tout de suite, pour qu'ils se rendent compte de cette caractéristique. C'est un avantage, puisque l'on a après du temps pour revenir... Il faut penser à ces caractéristiques quand on construit des blogs avec les apprenants. Ces dispositifs exigent la contraction du temps... on a beaucoup de temps quand on travaille sur du papier!
L'un de mes premiers articles dans ce blog a porté sur les blogs).
Revenant sur la séquence pédagogique...
Ce que les enseignants doivent savoir... d'après le PEPELF
1. Je peux utiliser diverses ressources informatiques (courriels, sites web, logiciels, etc.);
2. Je peux conseiller les apprenants sur la recherche et l’évaluation de ressources informatiques appropriées (sites web, moteurs de recherche, logiciels, etc.);
3. Je sais mettre en place et faciliter différents environnements d’apprentissage virtuels (plates-formes d’apprentissage, forums de discussion, pages Internet, etc.).
Pour que l' apprenant
Meta Final 1) O aluno utiliza recursos digitais on-line e off-line para pesquisar, seleccionar e tratar informação de acordo com objectivos concretos, decorrentes de questões e problemas previamente identificados, e com critérios de qualidade e pertinência.
Meta Final 2) O aluno comunica, interage e colabora usando ferramentas e ambientes de comunicação em rede, seleccionados de acordo com as respectivas potencialidades e constrangimentos, como estratégia de aprendizagem individual e colectiva.
Meta Final 3) O aluno concebe e desenvolve trabalhos escolares com recurso a diferentes ferramentas digitais, e cria documentos originais que exprimam e representem conhecimentos, ideias e sentimentos.
Meta Final 4) O aluno adopta comportamentos seguros, respeita direitos de autor e de propriedade intelectual, e observa normas de conduta na utilização de ambientes digitais on-line» (METAS, ME).
Alors, ce que je propose...
INTERNET pour sortir de la classe:
Trouver des acteurs sociaux pour construire ensemble une cyber-tâche, un cyber-chantier
Par exemple: http://www.studentsoftheworld.info/menu_schools_fr.php3
Exemples de cyber-chantier
- Construire notre musée virtuel à partager avec d’autres musées virtuels d’autres classes, d’autres pays.
- Construire notre cinémathèque à partager…
Compétences et objectis langagiers (ce sont les mêmes)
Deux thèmes : l’art et le cinéma
Les mêmes compétences en interaction
Les mêmes modes d’organisation du discours :
raconter, décrire, argumenter
Les mêmes moyens linguistiques:
RACONTER
Articulateurs logiques et temporels, passé composé, imparfait (par exemple)
DÉCRIRE
Déictiques, verbes au présent, notion de qualification
ARGUMENTER
Articulateurs logiques, subjonctif, conditionnel…
Quelques documents de départ:
Et puis d'autres films... voir fiches pédagogiques, comme celle de Potiche.
Ou un site comme Cinéma Français.
Dans ce site vous trouvez des activités et des exercices qui permettront de verbaliser les moyens linguistiques listés.
Pour l'art, visitez d'autres posts ici même.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Le Congrès de l' APPF- Le WEB 2.0 et le WEB 3.0 (Le texte d'approche)
Le problème du WEB 2.0 pour un enseignant ... c'est le temps. J'avais promis la suite ... mais ...
Reprenant ma conférence/ séquence pédagogique:
Nous sommes sortis de la salle de l' Institut Franco-Portugais en ouvrant les portes à Universidade de Pasárgada. D'autres collègues ont ainsi pu assister au début des travaux.
Et la séquence pédagogique est démarrée avec les mots clés en format web 2.0
On peut obtenir ces nuages avec http://www.wordle.net/
Et j'ai demandé au public de construire ce que dans les années 80 du XX siècle on désignait comme un «texte d'approche». Ils devaient employer les mots du nuage pour construir un texte en respectant l'ordre d'importance des mots déterminé par le nuage.
On a construit un texte ensemble, très rapidement:
Convergence entre les approches actionnelles et les dispositifs communicatifs du WEB 2.0
Avec les approches actionnelles qui visent à rendre les apprenants des acteurs sociaux , les apprenants agissent et partagent… Et pour agir et partager, le WEB 2.0 met à la disposition de la classe des moyens technologiques et des dispositifs communicatifs, comme les blogs…
WEB 1.0
– information, évasion (récéption)
WEB 2.0
– partage (récéption et production)
WEB 3.0
– structuration sémantique et interpellation (convergence off line, on line, réelle, virtuelle et virturéelle)
Bien evidemment j'ai paraphrasé les images et schémas oralement.
Le texte d'approche me semble très importante (je ne le proposais pas depuis longtemps) parce que l'un des problèmes (et un avantage fabuleux) d'Internet c'est l'absence de progression et de structuration. On trouve tout à la fois... Or, en classe, un enseignant doit établir une progression et structurer les contenus pour que les apprenants les mémorisent et les utilisent ensuite...
Le texte d'approche permet d'introduire le lexique d'un domaine déterminé dans la classe dans un contexte simples pour que les apprenants trouvent ensuite ces mots dans les documents qu'ils découvrent sur Internet.
Et voilà introduits les mots- clés de cette séquence. À suivre...
Reprenant ma conférence/ séquence pédagogique:
Nous sommes sortis de la salle de l' Institut Franco-Portugais en ouvrant les portes à Universidade de Pasárgada. D'autres collègues ont ainsi pu assister au début des travaux.
Et la séquence pédagogique est démarrée avec les mots clés en format web 2.0
On peut obtenir ces nuages avec http://www.wordle.net/
Et j'ai demandé au public de construire ce que dans les années 80 du XX siècle on désignait comme un «texte d'approche». Ils devaient employer les mots du nuage pour construir un texte en respectant l'ordre d'importance des mots déterminé par le nuage.
On a construit un texte ensemble, très rapidement:
Convergence entre les approches actionnelles et les dispositifs communicatifs du WEB 2.0
Avec les approches actionnelles qui visent à rendre les apprenants des acteurs sociaux , les apprenants agissent et partagent… Et pour agir et partager, le WEB 2.0 met à la disposition de la classe des moyens technologiques et des dispositifs communicatifs, comme les blogs…
WEB 1.0
– information, évasion (récéption)
WEB 2.0
– partage (récéption et production)
WEB 3.0
– structuration sémantique et interpellation (convergence off line, on line, réelle, virtuelle et virturéelle)
Bien evidemment j'ai paraphrasé les images et schémas oralement.
Le texte d'approche me semble très importante (je ne le proposais pas depuis longtemps) parce que l'un des problèmes (et un avantage fabuleux) d'Internet c'est l'absence de progression et de structuration. On trouve tout à la fois... Or, en classe, un enseignant doit établir une progression et structurer les contenus pour que les apprenants les mémorisent et les utilisent ensuite...
Le texte d'approche permet d'introduire le lexique d'un domaine déterminé dans la classe dans un contexte simples pour que les apprenants trouvent ensuite ces mots dans les documents qu'ils découvrent sur Internet.
Et voilà introduits les mots- clés de cette séquence. À suivre...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
APPF- La Classe de langue et le WEB 2.0 et 3.0...
La Présidente de l'APPF m'a invitée à proférer une conférence... et puis à Faro, à construire une séquence pédagogique... et me voilà bien dans une situation paradoxale.
Cette conférence ou séquence virturéelle vous place donc dans un double rôle: celui de professeurs et celui d'apprenants ( niveau C2, quand même!)
Moi je serai dans le double rôle de conférencier sur le WEB 2.0 et même WEB 3.0. De «laisser faire , laisser parler» (titre de mon premier manuel) mes apprenants qui sont pour une grande partie natifs ... tandis que moi je n'ai même pas suivi un enseignement précoce des langues...
Et puis vous allez faire une première tâche: Il y aura un groupe de médiateurs qui doivent écrire le résumé de la séquence pour la publier ici et un groupe d'apprenants qui devront écrire un article, un commentaitre... qu'ils devront publier dans leur blog.
2ème Tâche- organiser une séquence virturéelle sur le cinéma ou l'art...
J'écris à toute vitesse, pardonnez moi les lapsus et les erreurs... Mais c'est l'une des caractéristiques du WEB 2.0- Les articles (post) sont des brouillons sur lesquels ont peut toujours de revenir
Planification:
Besoins des apprenants: que voulez-vous apprendre avec cette séquence?
Thématique- LES TIC
Objectifs: Expliquer, argumenter, raconter...
Moyens linguistiques: vocabulaire thématique (virturéalité, web 2.0...), verbes d'opinion, négative (je n'ai pas aimé...), modalisation epistémique et appréciative...
Approche pédagogique: approches actionnelles et multimodales
Et maintenant la première phase: Sortie de la classe: Publication de cet article...
Et pour le suite, il faut attendre... je n'ai pas le temps de tout faire maintenant et c'est la règle de la narrativité...
Cette conférence ou séquence virturéelle vous place donc dans un double rôle: celui de professeurs et celui d'apprenants ( niveau C2, quand même!)
Moi je serai dans le double rôle de conférencier sur le WEB 2.0 et même WEB 3.0. De «laisser faire , laisser parler» (titre de mon premier manuel) mes apprenants qui sont pour une grande partie natifs ... tandis que moi je n'ai même pas suivi un enseignement précoce des langues...
Et puis vous allez faire une première tâche: Il y aura un groupe de médiateurs qui doivent écrire le résumé de la séquence pour la publier ici et un groupe d'apprenants qui devront écrire un article, un commentaitre... qu'ils devront publier dans leur blog.
2ème Tâche- organiser une séquence virturéelle sur le cinéma ou l'art...
J'écris à toute vitesse, pardonnez moi les lapsus et les erreurs... Mais c'est l'une des caractéristiques du WEB 2.0- Les articles (post) sont des brouillons sur lesquels ont peut toujours de revenir
Planification:
Besoins des apprenants: que voulez-vous apprendre avec cette séquence?
Thématique- LES TIC
Objectifs: Expliquer, argumenter, raconter...
Moyens linguistiques: vocabulaire thématique (virturéalité, web 2.0...), verbes d'opinion, négative (je n'ai pas aimé...), modalisation epistémique et appréciative...
Approche pédagogique: approches actionnelles et multimodales
Et maintenant la première phase: Sortie de la classe: Publication de cet article...
Et pour le suite, il faut attendre... je n'ai pas le temps de tout faire maintenant et c'est la règle de la narrativité...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Homenagem a Clara Ferrão: «Foi bonita a festa pá, estou contente...»
«Foi bonita a festa pá, estou contente...». Para quem este verso não diz nada, por causa da tenra idade, fica a hiperligação!
Agradecimentos WEB 2.0
Post em Português e Francês ... como me apetecer...
Colóquio organizado pela APEF (Associação Portuguesa de Estudos Franceses), pela Universidade de Algarve ( ESEC et FCHS), com apoio do Instituto Francês de Portugal e da FCT, com apoio igualmente da UIIPS do IPS para as Actas, em homenagem a Clara Ferrão.
Obrigada às Instituições e obrigada aos meus amigos.
Realizado no Dia Europeu das Línguas, dia 26 de Setembro e 27. Obrigada pela escolhada data!
Intitulado
«Intercompreensão, plurilinguismo e Didáctica das Línguas Estrangeiras: uma viagem entre culturas»
31 Comunicações/ Conferências,
40 conferencistas... 1 Comunicação em representação dos alunos pela Elisabete Oliveira, aluna de Mestrado, da ESE de Castelo Branco (acompanhada por uma das suas professoras). Em outros casos, os alunos... já são professores e investigadores. Gostei muito. Obrigada Elisabete. Foi preciso muita coragem para assumir a função de comunicadora, neste Colóquio. Nervosa, com emoção, mas com fundamento... um dos momentos bonitos! Obrigada!
50 participantes...
20 instituições de formação representados ( Universidades e Politécnicos), a Embaixada de França (Institut Français du Portugal), APPF, Universidade de Valladolid, ENS Lyon, GERFLINT...
Ritmo polícrono, em função do número de propostas, mas se falamos hoje de polícronia, de concentração de informação como uma das características da nossa sociedade, se as minhas comunicações são polícronas, este formato (cansativo, talvez, mas para mim ... nunca o foi!) permitiu-nos partilhar saberes, experiências e emoções ( o que com uma organização em secções não teria resultado!).
Apesar da emoção das referências que me fizeram, dos olhares que lançaram sobre mim, os discursos foram distanciados: análise de artigos meus, da revista Intercompreensão (que dirijo com outros colegas), de manuais, de intervenções em Colóquios, em conformidade com a definição de Didactologia das Línguas- Culturas de Robert Galisson, plano Didático, Didatográfico e de Intervenção. A viagem estendeu-se à Didática do Português, aos Media, apesar de organizada pela Associação Portuguesa de Estudos Franceses e divulgada, sobretudo, no sítio desta Associação.
E depois... parece que abri caminhos na formação, na análise de discursos políticos, pedagógicos, na intercompreensão, na multimodalidade...
E houve muitas novidades, não foram discursos passadistas! Até foi lançada a Revista Synérgies-Portugal (post em construção)!
Obrigada a todos!
A minha cara amiga e Professora Isabel Alarcão fez a sessão de fecho. Mais uma vez (já o tinha feito noutros termos, nas provas de Agregação), referiu os meus caminhos, situando-os no percurso de construção da Didáctica das Línguas Culturas, enfatizando alguns pontos ou criticando-me...precisamente a polícronia (por outras palavras...) que impede o aprofundamento (com toda a razão). Obrigada Professora Isabel Alarcão pelas aprendizagens que nos tem proporcionado a todos.
Também houve um jantar simpático. Obrigada pela vossa participação, também nesse momento, mais descontraído, apesar da descontracção ter caracterizado todos os momentos de partilha de saberes, como convém.
Et maintenant en français pour remercier Ana Clara Santos, Présidente de l'APPF, l'amie, la collègue et l'auteur de l'initiative; Fabienne Lallement, Attachée de Coopération Éducative de l'Institut Français du Portugal, Daniel Coste qui a accepté d'ouvrir les travaux, Jacques Cortès qui a enregistré et envoyé sa participation-l'acte de création de Synérgies Portugal (dont la direction il a eu la gentillesse de me confier) et avec beaucoup de compliments! Carmen Guillén qui s'est déplacée de Valladolid et qui partage avec moi un long chemin en Didactique. Teresa Sousa avec qui j'ai eu la chance de collaborer dans mon court parcours d'enseignante à l'Université de Algarve et à l'ESE de Castelo Branco.
Merci infiniment à tous.
Pour un enseignant la reconnaissance des élèves et des paires est probablement le meilleur prix qu'il puisse recevoir. Et un format de Colloque quoi de mieux!
La conférence d'ouverture de Daniel Coste a glosé de mote en insistant sur l'«altercompréhension». La rencontre entre nous tous des experts, des compagnons de route, et un apprenant en représentation de tous les apprenants a été un moment d'altercompréhension et d'intercompréhension.
Presque toutes les institutions, mais surtout des collègues-amis des institutions sont venus présenter ce que j'apprécie le plus: leur travail mélangé avec des émotions. Bien évidemment sur l'intercompréhension, sur le plurilinguisme, sur l'éducation en langues et par les langues, sur la définition et la caractérisation de la Didactique des Langues-Cultures, des notions de narrativité, de multimodalité, de travail autonome, de WEB 2.0 et 3.0, la virturéalité... Des communications centrées sur la langue, le lexique, le langage SMS, la traduction, la médiation, le discous, les litératies... D'autres sur des pratiques de lecture et d'ecrit...D'autres communications sur l'histoire de l'enseignement des langues, sur l'évolution des représentations... C'est étonnant ce que l'on rencontre de commun avec le présent! Des communications en FLE, mais aussi en Didactique du Portugais, langue maternelle et non maternelle.
Pardonnez-moi si je ne vous cite pas... Et si je ne vous remercie pas en mesure de votre effort, de votre enthousiasme, de la qualité de votre participation.
Como disse no início, esta homenagem foi uma homenagem a todos os professores. Não poderão ver o meu Museu, com um agregador da informação do Faceebook (exemplo de WEB 3.0 e de virturealidade), mas poderão criar o vosso museu.
Agradecimentos WEB 2.0
Post em Português e Francês ... como me apetecer...
Colóquio organizado pela APEF (Associação Portuguesa de Estudos Franceses), pela Universidade de Algarve ( ESEC et FCHS), com apoio do Instituto Francês de Portugal e da FCT, com apoio igualmente da UIIPS do IPS para as Actas, em homenagem a Clara Ferrão.
Obrigada às Instituições e obrigada aos meus amigos.
Realizado no Dia Europeu das Línguas, dia 26 de Setembro e 27. Obrigada pela escolhada data!
Intitulado
«Intercompreensão, plurilinguismo e Didáctica das Línguas Estrangeiras: uma viagem entre culturas»
31 Comunicações/ Conferências,
40 conferencistas... 1 Comunicação em representação dos alunos pela Elisabete Oliveira, aluna de Mestrado, da ESE de Castelo Branco (acompanhada por uma das suas professoras). Em outros casos, os alunos... já são professores e investigadores. Gostei muito. Obrigada Elisabete. Foi preciso muita coragem para assumir a função de comunicadora, neste Colóquio. Nervosa, com emoção, mas com fundamento... um dos momentos bonitos! Obrigada!
50 participantes...
20 instituições de formação representados ( Universidades e Politécnicos), a Embaixada de França (Institut Français du Portugal), APPF, Universidade de Valladolid, ENS Lyon, GERFLINT...
Ritmo polícrono, em função do número de propostas, mas se falamos hoje de polícronia, de concentração de informação como uma das características da nossa sociedade, se as minhas comunicações são polícronas, este formato (cansativo, talvez, mas para mim ... nunca o foi!) permitiu-nos partilhar saberes, experiências e emoções ( o que com uma organização em secções não teria resultado!).
Apesar da emoção das referências que me fizeram, dos olhares que lançaram sobre mim, os discursos foram distanciados: análise de artigos meus, da revista Intercompreensão (que dirijo com outros colegas), de manuais, de intervenções em Colóquios, em conformidade com a definição de Didactologia das Línguas- Culturas de Robert Galisson, plano Didático, Didatográfico e de Intervenção. A viagem estendeu-se à Didática do Português, aos Media, apesar de organizada pela Associação Portuguesa de Estudos Franceses e divulgada, sobretudo, no sítio desta Associação.
E depois... parece que abri caminhos na formação, na análise de discursos políticos, pedagógicos, na intercompreensão, na multimodalidade...
E houve muitas novidades, não foram discursos passadistas! Até foi lançada a Revista Synérgies-Portugal (post em construção)!
Obrigada a todos!
A minha cara amiga e Professora Isabel Alarcão fez a sessão de fecho. Mais uma vez (já o tinha feito noutros termos, nas provas de Agregação), referiu os meus caminhos, situando-os no percurso de construção da Didáctica das Línguas Culturas, enfatizando alguns pontos ou criticando-me...precisamente a polícronia (por outras palavras...) que impede o aprofundamento (com toda a razão). Obrigada Professora Isabel Alarcão pelas aprendizagens que nos tem proporcionado a todos.
Também houve um jantar simpático. Obrigada pela vossa participação, também nesse momento, mais descontraído, apesar da descontracção ter caracterizado todos os momentos de partilha de saberes, como convém.
Et maintenant en français pour remercier Ana Clara Santos, Présidente de l'APPF, l'amie, la collègue et l'auteur de l'initiative; Fabienne Lallement, Attachée de Coopération Éducative de l'Institut Français du Portugal, Daniel Coste qui a accepté d'ouvrir les travaux, Jacques Cortès qui a enregistré et envoyé sa participation-l'acte de création de Synérgies Portugal (dont la direction il a eu la gentillesse de me confier) et avec beaucoup de compliments! Carmen Guillén qui s'est déplacée de Valladolid et qui partage avec moi un long chemin en Didactique. Teresa Sousa avec qui j'ai eu la chance de collaborer dans mon court parcours d'enseignante à l'Université de Algarve et à l'ESE de Castelo Branco.
Merci infiniment à tous.
Pour un enseignant la reconnaissance des élèves et des paires est probablement le meilleur prix qu'il puisse recevoir. Et un format de Colloque quoi de mieux!
La conférence d'ouverture de Daniel Coste a glosé de mote en insistant sur l'«altercompréhension». La rencontre entre nous tous des experts, des compagnons de route, et un apprenant en représentation de tous les apprenants a été un moment d'altercompréhension et d'intercompréhension.
Presque toutes les institutions, mais surtout des collègues-amis des institutions sont venus présenter ce que j'apprécie le plus: leur travail mélangé avec des émotions. Bien évidemment sur l'intercompréhension, sur le plurilinguisme, sur l'éducation en langues et par les langues, sur la définition et la caractérisation de la Didactique des Langues-Cultures, des notions de narrativité, de multimodalité, de travail autonome, de WEB 2.0 et 3.0, la virturéalité... Des communications centrées sur la langue, le lexique, le langage SMS, la traduction, la médiation, le discous, les litératies... D'autres sur des pratiques de lecture et d'ecrit...D'autres communications sur l'histoire de l'enseignement des langues, sur l'évolution des représentations... C'est étonnant ce que l'on rencontre de commun avec le présent! Des communications en FLE, mais aussi en Didactique du Portugais, langue maternelle et non maternelle.
Pardonnez-moi si je ne vous cite pas... Et si je ne vous remercie pas en mesure de votre effort, de votre enthousiasme, de la qualité de votre participation.
Como disse no início, esta homenagem foi uma homenagem a todos os professores. Não poderão ver o meu Museu, com um agregador da informação do Faceebook (exemplo de WEB 3.0 e de virturealidade), mas poderão criar o vosso museu.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
À l'heure de la virturéalité en Didactique des Langues- Cultures
Brouillon de ma communication.
J'ai commencé cette communication au mois d'août. Et j'ai développé certains topiques dans d'autres articles. Cet article que je vais rendre public au début de ma conférence est fragmenté (il paraîtra dans les actes). La presque synchronie du blog est incompatible avec la perfection...
Pour le début ...
Pour le début ...
Maintenant, je reprends le terme virturéalité pour m'interroger sur les changements que la classe de langue a connus (ou non).
Recourant à un outil de la WEB 3.0, Web sémantique, j'ai construit le nuage avec les termes que je vais utiliser, en principe. L’ensemble sémantique dans lequel surgit le néologisme virturéalité est ainsi esquissé, dans les rapports qu’il peut avoir en Didactique des langues- Cultures.
Dans un contexte pédagogique, je me permets d'adopter le terme dans le sens suivant: - L’imbrication des mondes réels et virtuels
- La possibilité technologique de faire entrer la réalité – objets et personnes (ou des semblants de réalité, puisque la réalité ne se laisse pas saisir) en classe et en même temps de faire sortir de la classe dans le cybermonde.
http://www.youtube.com/watch?v=swWcvefsHCk
Pour analyser la situation éducative, je recours au Tableau synoptique de l'appareil conceptuel/matriciel de référence pour la D/DLC, proposé, en 1990 et objet de révision résolue en 1994 , par Robert Galisson.
Pour résumer son schéma, Robert Galisson réfère que
[c]omme toute situation, [la situation éducative] s’inscrit dans un espace et dans un temps donnés. Plus précisément, dans un milieu institué (l’école) - produit d’un milieu instituant (la société) - où des actants de statuts inégaux (les sujets, ou apprenants ; l’agent, ou enseignant), constitués en groupe (le groupe-classe), mettent en œuvre des procès complémentaires (d’apprentissage et d’enseignement), pour faire accéder les uns (les sujets), avec le concours de l’autre (l’agent), à la maîtrise d’un objet (la langue-cible), réputé utile à l’éducation des individus qui forment la société (Galisson, 1994 : 33).
Dans cette version de la son appareil conceptuel, R. Galisson incluait deux dimensions nouvelles : le temps et l’espace en prévoyant certainement des changements qui se sont opérés et qui vont transformer complètement la classe. Déjà la désignation même de la discipline «Didactologie des langues-Cultures» opérait un premier déplacement qui a ouvert la porte aux Didactiques du plurilinguisme. Mais nous sommes tous délocalisés. En Algarve tout d’abord, et puis, je ne sais pas où cette conférence ou des bouts de cette conférence sont en train d’être lus, puisque je l’ai mis online hier sur mon blog, et parce que je suis paresseuse. J’aurais pu la mettre on line ici et maintenant.
Nous traversons beaucoup d’espaces en même temps et nous gérons beaucoup d’activités en même temps. Nous sommes devenus polychrones. (Ex. Cet exposé).
Dans la catégorie Agent, R. Galisson inclut non seulement l’enseignant mais les ressources matérielles, les environnements d’apprentissage. Et ainsi, dans son appareil matriciel nous trouvons un modèle qui nous permet de caractériser aujourd’hui encore la classe de langue, mais aussi les autres. Ces environnements d’apprentissage intra-muros et extra muros ont évidemment des implications cognitives, affectives et sociales. Et c’est sur ces environnements d’apprentissage que je propose que l’on se centre pour répondre à la question suivante :
Face à ces changements technologiques où sommes nous ?
Pour répondre à cette question je suis allée sur le terrain, j'ai interrogé des enseignants et surtout des apprenants, et... :
«oui, on a des TIM (Tableaux interactifs multimédia), on a fait des formations, mais je ne les utilise pas»
«J’ulilise les TIC avec des exercices de déplacements ou à trous…»
. «je vais dans des sites avec des exercices de grammaire»
«les élèves font des recherches sur des thèmes»
«on n’a pas de temps, puisque je dois donner le programme»
«les élèves font des powers point avec les différents thèmes du programme».
«on a vu un film»
«jamais»
«l'enseignant passe des power point avec des textes et des exercices».
Alors, l’interrogation formulée, dans les années 70 du siècle dernier, dans Un Niveau Seuil – présentation et guide d’emploi par Eddy Roulet se pose d’emblée : « À quoi bon introduire dans les cours un document authentique pour le réduire à une analyse grammaticale traditionnelle ? » (Roulet, 1976).
Et je propose ainsi une autre voie : les environnements virtuels intégrés dans une approche multimodale.
En relation avec le tableau un peu caricatural des technologies en classe ci-dessus brossé, je voudrais souligner que je ne déclare nullement que les exercices structuraux ne sont pas utiles, mais … je défends que les environnements d’apprentissage servent plutôt à :
▪ entrer en relation avec les autres
▪ sortir de la classe
▪ lire l’écran
▪ lire l’authentique
▪ identifier des voix dans le réseau
▪ hiérarchiser l’information
▪ produire des écrits sociaux
▪ construire l’intelligence collective
▪ agir
▪ partager, bref pour devenir un acteur social, un citoyen participatif, ou un pronétaire…
C’est pourquoi, une voie que je désigne comme multimodale peut être ouverte. Pour définir le terme multimodalité, je recours à la déclinaison assez libre de la matrice de la situation didactique de Robert Galisson :
Une classe est multimodale s’il y a interaction entre l’agent et les sujets et entre ceux-ci et l’objet, les supports, les ressources, les langages, les autres (à l’extérieur de la classe) ; si pour communiquer (intra et extra-muros), le groupe-classe met en jeu différentes modalités sensorielles recourant à des dispositifs ‘traditionnels’ et multimédia. Dans une classe équipée (milieu institué) avec des supports technologiques multimodaux, le groupe, en réalisant différentes tâches, utilise plus d’une modalité de façon alternée ou polychrone.
En d’autres termes, la multimodalité peut se traduire par
• le recours à différents procédés sémiotiques (verbal, non verbal, iconique, son, musique…) ;
• la convergence des supports ;
• la contraction du temps ;
• la délocalisation dans l’espace par des visites ou des échanges virtuels ;
• la présentation de supports qui convoquent plusieurs canaux de la part de l’utilisateur ;
• le parcours du linéaire au réticulaire, de l’« authentique » et du réel au virtuel ;
• la convocation de stratégies de « lecture » et d’appropriation différentes (cf. Carignan, 2009) (Ferrão Tavares, 2009 : 46).
On adopte une approche multimodale, par exemple, si l’enseignant sort de la classe :
En invitant des avatars en classe:
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php?sitepal
En faisant des visites virtuelles aux musées:
http://www.googleartproject.com/c/faq
http://www.monet2010.com/fr#/voyage/
Mais les exemples en réalité augmentée ne sont pas pour le moment très innovateurs en langues...
http://wik.ed.uiuc.edu/index.php/Augmented_Reality_in_Education
http://www.learnar.org/french.html
http://www.youtube.com/watch?v=AkklGHRUyt8
(...)
Et ainsi... dans la suite de ce que je viens de développer, je propose, à titre d'hypothèse, une séquence pédagogique multimodale qui reprend un certain nombre de principes pédagogiques et de démarches classiques (audio-visuelles, communicatives) et actionnelles et qui cherche à tenir en compte le temps, l'espace, les agents-pronétaires et les moyens technologiques:1ère Phase
Définition de la tâche et des destinataires ( WEB 2.0)
Anticipation: Recours à un texte d'approche (MAV) avec les moyens linguistiques liés à un champ de référence (manuel);
Recherche - Cyber-Chantier... (sortir de la classe)
Exercices (manuel)
Systématisation (TIM, manuel, pp)
Activités
Travail à la maison: exercices avec manuel- routines
2ème phase
Correction des exercices (TIM, tableau noir, pp)
Réalisation de la tâche finale, évaluation
Partage...(web 2.0)
Bien évidemment les manuels devraient changer ...
À suivre dans la communication que je dois présenter à l' APPF...
terça-feira, 20 de setembro de 2011
À l’heure de la virturéalité - APEF, Faro 2011
Début de ma communication
La virturéalité peut être considérée l’une des caractéristiques de ce que l’on désigne maintenant comme WEB 3.0. Si nous résumons brièvement l’histoire toute récente du Web, nous nous rendons compte que dans un premier temps, le web 1.0 c’était le temps de la recherche d’information ou d’évasion. L’utilisateur allait sur internet pour chercher, pour se renseigner à partir de contenus construits par quelqu’un d’autre ou pour rêver à partir de contenus d’auteur. Le web 2.0 que l’on peut dater de l’année 2006, année ou la revue Time, symboliquement a attribué le titre de citoyen de l’année à You, c'est-à-dire le nouvel acteur du web 2.0, celui qui devient grâce aux dispositifs technologiques capable de produire et de diffuser ses propres contenus. Le web 3.0 est en voie de construction. Il permet de structurer des contenus et il est désigné de web sémantique, donc il propose des interprétations ; les contenus peuvent ne pas être déposés sur un ordinateur personnel mais être versés dans une sorte de nuage(Cloud computing), donc tout à fait délocalisés ; les plans synchrones et asynchrones se confondent dans ce que l’on désigne comme réalité augmentée que l’on peut dater en 2010. Une couche, telle qu’un palimpseste, vient se superposer à notre vision du réel sur notre écran d’ordinateur ou notre tablette. Les exemples les plus réussis pour le moment ce sont ceux désignés comme géolocalisation. La géolocalisation permet au visiteur de Paris, par exemple, de se repérer et de se concentrer sur un point en consultant l’information relative à un point où il s’est fixé. On est dans le trou du métro, mais la réalité, c'est-à-dire la station du métro, l’Opéra ou le Café de la Paix s’affichent sur votre ordinateur (donc une première couche, mais vous pouvez même avoir une deuxième couche, sur différents opéras qui se sont produis ou encore avec des informations sur le passé, par exemple, sur la construction de l’Opéra, ou encore sur Haussman. Les relations entre l’espace et le temps entre le réel et le virtuel sont ainsi complètement bouleversées. Et on vous suggère le parcours et on vous accompagne dans le parcours. Et bientôt nous aurons même une réalité d’interpellation puisque à la limite les objets qui sont sur une vitrine peuvent s’imposer à vous, puisque la publicité s’est lancée d’emblée sur ces innovations. L’information est ainsi désormais actualisée en temps réel, traitée et interprété de telle façon qu’elle peut conditionner nos choix et nous interpeller.
Mais vous allez me dire «Nous sommes en classe, en quoi ça nous concerne?».
Pour connaître la suite, il faut aller à Faro ou attendre les prochains articles.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Réalité augmentée et éducation
Je cherche des implications... Pour le moment je propose l'exploitation pédagogique de la vidéo.
Notions: localisation dans l'espace, prescription...
Thématiques; technologies, Paris, invitations, repas...
Notions: localisation dans l'espace, prescription...
Thématiques; technologies, Paris, invitations, repas...
domingo, 7 de agosto de 2011
Homenagem a Clara Ferrão
Aos colegas que foram meus alunos...
É mesmo assim, estou a publicitar a minha homenagem. Nunca fui modesta, sempre fui exigente comigo e gosto de ver o meu trabalho reconhecido!
E um blogue é, por natureza, um meio narcisista. Mas também de aprendizagem e de partilha. E gosto de partilhar também o que de bom me acontece!
A Associação de Estudos Franceses, a Universidade do Algarve, a ESE do Algarve e a Embaixada de França resolveram prestar-me homenagem pelo meu trabalho, no domínio da Língua-Cultura Francesa. Colegas de outras línguas e de outras áreas resolveram associar-se e, nos dias 26 (Dia Europeu das Línguas) e 27 de Setembro, vai decorrer um Colóquio de homenagem à vossa professora.
E, se por um lado, fico muito satisfeita com esta iniciativa das instituições e colegas, por outro, como professora, sempre pensei nos meus alunos. Foi para eles que eu estudei. Por isso, não podia deixar de lhes comunicar este evento. Sei que estão de férias, mas sei que para quem quiser, e sobretudo para quem puder, ir é preciso pedir autorizações com tempo, daí esta comunicação hoje. Mas quem não puder ir... pode pensar em mim e, até, escrever aqui... ou... formei alunos criativos da geração WEB 2.0, ou não?!
Quem não puder ir ao Algarve e me quiser ver em Lisboa, vou fazer a abertura do Congresso da Associação de Professores de Francês, no Instituto Franco Português, Av. Luís Bivar , em Lisboa, a 30 de Setembro.
Pensarei em todos com muito carinho, desejando a todos a mesma felicidade por ser professora ou outra profissão. Espero que consigam o mesmo grau de satisfação profissional quando chegarem a esta fase da vossa carreira. Como quem segue a Universidade de Pasárgada se deu conta, continuo a estudar e a trabalhar, mas, agora, escolhendo o que gosto.Não dei este título ao blogue por acaso! Leiam o poema é muito bonito!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Virturéalité
Je m'intéresse aux effets de la virturéalité (j'aime bien les palimpsestes - influence de Robert Galisson - et les néologismes) et je viens de trouver cette vidéo avec une présentation faite par le sociologue bernard Cathelat.
Virturealite por Benjaminnetexploratrend
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»
Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...
-
A reflexão sobre a comunicação multimodal podem ser lidos nos seguintes post https://universidadedepasargada.blogspot.com/2018/0...
-
Maria Emília Ricardo Marques: In memoriam T erminei hoje artigo,em coautoria com Teresa Salvado Sousa, para publicação no número 5 da Re...
-
A Associação de Professores para a Educação Intercultural vai realizar, em 27 e 28 de abril, o seu Encontro 2018 que tem como ...



