É muito mais simples adotar um pseudónimo. Há uns anos, não deixaria que se confundissem os dois «eu», agora... até os exponho! São as diferenças que os novos dispositivos comunicativos geram na nossa maneira de ser. Com vantagens e desvantagens! Em Sugestopedia... fui Maureen Mac Queen, reporter de moda... Assim não era a Clara Ferrão que dava erros enquanto aluna! Na história da Educação encontramos «dispositivos pedagógicos » que precederam os tecnológicos e digitais...
Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
Mostrar mensagens com a etiqueta mediaculturas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mediaculturas. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
sábado, 14 de abril de 2012
Homenagem do Google a Robert Doisneau
Muito bonito! Doodle dedicado a Doisneau o autor de muitas fotografias como « O beijo do hotel de Ville».
Esta é uma das declinações mais bonitas que conheço em publicidade. A exploração pedagógica segue dentro de minutos...
Esta é uma das declinações mais bonitas que conheço em publicidade. A exploração pedagógica segue dentro de minutos...
segunda-feira, 19 de março de 2012
Redes sociais e emprego... ainda!
Não é por acaso que os jornais insistem... «E se as redes sociais lhe "tramarem" o emprego?» Título do jornal Expresso - Emprego, do último fim de semana.
Alguns conselhos retirados da peça assinada por Cátia Mateus:
«Do chefe e da empresa não se fala!»
«Se não é modelo, mantenha-se vestido... ar saudável, profissional e uma apresentação compatível com a função»
«Cuidado com os comentários!... não use expressões vulgares ou palavrões... Lembre-se de que será avaliado pelos outros em função da imagem que passar...»
«Atenção aos vídeos que partilha e que marca como favoritos»
«Erros ortográficos são proibidos!» E não é a professora que o diz!
«Evite dizer por onde anda e o que faz (... ) cerveja na mão »
«Filtre bem as comunidades a que se associa».
Alguns conselhos retirados da peça assinada por Cátia Mateus:
«Do chefe e da empresa não se fala!»
«Se não é modelo, mantenha-se vestido... ar saudável, profissional e uma apresentação compatível com a função»
«Cuidado com os comentários!... não use expressões vulgares ou palavrões... Lembre-se de que será avaliado pelos outros em função da imagem que passar...»
«Atenção aos vídeos que partilha e que marca como favoritos»
«Erros ortográficos são proibidos!» E não é a professora que o diz!
«Evite dizer por onde anda e o que faz (... ) cerveja na mão »
«Filtre bem as comunidades a que se associa».
quinta-feira, 15 de março de 2012
Leituras de férias e palavras bonitas ou feias
Nas férias no estrangeiro, mudo de língua-cultura. Como nunca estive no Perú, nas Canárias, fui acompanhada por Mári Vargas Llosa (em Português), e li alguns livros em castelhano. Em Os cadernos de Don Rigoberto, encontrei esta afirmação sobre palavras: « Toda a pessoa que escreve «nuclear-se», «postura»,«visualizar»,«societal» e sobretudo «telúrico» é um filho (uma filha) da puta. Também o são os que usam palitos em público...».
Não indo tão longe na escolha dos termos (até porque já devo ter escrito «visualizar»), também não gosto de palavras, apesar de recorrer a alguns neologismos.
A mais repelente é... «mais valias». Já tiveram por acaso de pagar «mais-valias»? E gostaram, onde estava a vantagem (o Estado... e todos nós coletivamente gostamos, mas nós individualmente... )? Pois é «mais-valias» é aquele imposto que, pelo facto de os nossos pais terem trabalhado muito ou nós próprios termos trabalhado muito para valorizar o nosso património,... pronto... lá temos de pagar!
Depois haveria o «implementar», o «elencar», o «gratificante», o «propiciar», as «valências»...
Não indo tão longe na escolha dos termos (até porque já devo ter escrito «visualizar»), também não gosto de palavras, apesar de recorrer a alguns neologismos.
A mais repelente é... «mais valias». Já tiveram por acaso de pagar «mais-valias»? E gostaram, onde estava a vantagem (o Estado... e todos nós coletivamente gostamos, mas nós individualmente... )? Pois é «mais-valias» é aquele imposto que, pelo facto de os nossos pais terem trabalhado muito ou nós próprios termos trabalhado muito para valorizar o nosso património,... pronto... lá temos de pagar!
Depois haveria o «implementar», o «elencar», o «gratificante», o «propiciar», as «valências»...
quarta-feira, 14 de março de 2012
Facebook, CV e emprego
Quando falei aos meus alunos, pela primeira vez, do Facebook - de admirar, mas fizeram-me descobrir esta rede antes de esta ter chegado a estudantes de media! - refletimos sobre a necessidade de selecionar a imagem que pretendemos dar de nós próprios.
Sabem qual é a melhor maneira de os empregadores se aperceberem de «cinco grandes traços de personalidade (neuroticismo ou instabilidade emocional; extroversão; amabilidade; conscienciosidade ou meticulosidade;e, abertura para o novo... (big five))»?
Segundo um artigo de Alexandre Martins, publicado no Caderno 2 do Público de 11 de março, do qual acabo de extrair citação, um estudo publicado no Journal of Applied Social Psychology sugere que as redes permitem avaliar esses traços de personalidade.
Outro artigo do mesmo autor.
Na rede, pode saber-se o que nenhum entrevistador ousa perguntar.
E não é só nos perfis abertos!
Também as competências pessoais, emocionais e cognitivas, as chamadas soft competences se podem avaliar.
E esta avaliação demora menos tempo do que a realização de entrevistas!
Sabem qual é a melhor maneira de os empregadores se aperceberem de «cinco grandes traços de personalidade (neuroticismo ou instabilidade emocional; extroversão; amabilidade; conscienciosidade ou meticulosidade;e, abertura para o novo... (big five))»?
Segundo um artigo de Alexandre Martins, publicado no Caderno 2 do Público de 11 de março, do qual acabo de extrair citação, um estudo publicado no Journal of Applied Social Psychology sugere que as redes permitem avaliar esses traços de personalidade.
Outro artigo do mesmo autor.
Na rede, pode saber-se o que nenhum entrevistador ousa perguntar.
E não é só nos perfis abertos!
Também as competências pessoais, emocionais e cognitivas, as chamadas soft competences se podem avaliar.
E esta avaliação demora menos tempo do que a realização de entrevistas!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Congrès de l'APPF 2011- Implications du WEB 2.0
La classe de langue et le WEB 2.0
Dans cet article, qui reprend une communication multimodale, en format WEB 2.0, que j’ai présentée lors du Congrès de l’APPF concernant les implications du WEB 2.0 dans la classe de FLE, je vais essayer de ressaisir les mêmes idées dans le même format, d’autant plus que mon support écrit est réduit à quelques pages. En effet, il s’agit d’un article à rallonges, avec des liens que le lecteur pourra activer. Et ainsi il deviendra à son tour auteur de cet article. C’est la définition la plus simple que je peux donner du WEB 2.0. : une technologie qui annule la relation entre émetteur et récepteur, entre auteur et lecteur et qui donne à tout le monde la possibilité de devenir auteur et d’agir, de contribuer à l’intelligence collective (Levy : 2003) .
Je commence cet article par un format multimodal, un nuage , en me servant d’un logiciel grand public, WEB 2.0, pour présenter les mots-clés de la communication présentée.
Fig. 1- Nuage obtenu avec Wordle.
Dans le cadre de ce Congrès sur «Les ressources multimédia pour la classe», mais il s’impose de faire référence à l’évolution des WEB, dont il est ici question, avant de se poser la question de savoir en quoi cette évolution technologique concerne la classe de langue-culture.
Dans un premier temps, c’était le WEB 1.0. C’était le temps de la recherche d’information ou de l’évasion. L’utilisateur allait sur Internet pour chercher, pour se renseigner à partir de contenus construits par quelqu’un d’autre ou pour rêver à partir de contenus d’auteur. Ces potentialités bien sûr existent toujours, mais on est arrivé au WEB 2.0.
La couverture du dernier numéro de 2006 de la Revue Time, revue qui a élu comme citoyen de cette même année l’acteur du Web 2.0, YOU, en datant ainsi le WEB 2.0, propose la meilleure définition de ce WEB 2.0, sous forme de métaphore iconique : le clavier et l´écran (avec un papier qui projette l’image du lecteur, potentiel utilisateur du WEB 2.0. qui voit son image projetée sur l’écran en superposition à You) montrent le nouveau citoyen participatif. Le WEB 2.0 a donné ainsi naissance à un nouvel acteur du WEB 2.0 qui a la possibilité de produire et de diffuser ses propres contenus.
Fig. 2 - Revue Times, décembre, 2006.
Et c’est cette inversion de rôles que je cherche dans cet article : comment pouvez-vous utiliser ce dispositif et participer dans mon article, devenant vous-mêmes et vos apprenants producteurs de contenus ? En d’autres termes, comment pouvons-nous en tant qu’enseignants de langues-cultures tirer parti de ces technologies pour devenir des citoyens participatifs et contribuer à l’éducation d’autres citoyens participatifs qui puissent contribuer à l’intelligence collective ?
Mais revenant à l’évolution, le temps ne s’est pas arrêté, et il faut désormais parler du WEB 3.0. qui permet de structurer des contenus et qui est désigné comme web sémantique, proposant des interprétations. Dans ce WEB, les plans synchrones et asynchrones se confondent dans ce que l’on désigne comme réalité augmentée, que l’on peut dater de 2010. Les exemples les plus réussis pour le moment sont ceux désignés comme géolocalisation. En effet, les relations entre l’espace et le temps entre le réel et le virtuel sont complètement bouleversées, dès le moment où l’on avance de l’ordinateur conventionnel vers la technologie mobile, le dispositif suggérant le parcours et accompagnant le visiteur dans son parcours . Un autre exemple : on dispose désormais de secrétaires virtuels (SIRI ) qui nous aident à réserver une table dans un restaurant à New York, qui nous rappellent nos obligations sociales et professionnelles et qui nous répondent presque en temps réel à des questions de contenus, même philosophique et … de vive voix, pour utiliser en palimpseste le titre de l’une des premières méthodes audio-visuelles de langue, ou en termes plus techniques, avec reconnaissance vocale intelligente.
De façon provocatrice, je présente l’image suivante :
Fig. 3 - Du Web 1.0 au Web 3.0
Cette image me permet de faire la transition sur le plan didactique. Ces technologies ont provoqué et provoquent toujours des effets chez l’individu, notamment chez l’apprenant. Et si, dans le cas du WEB 2.0, le pouvoir est chez le citoyen, d’où le défi de cette technologie en termes éducatifs et l’enthousiasme qu’elle provoque, dans le WEB 3.0, la machine a beaucoup plus de pouvoir(s) ce qui va poser un grand nombre de problèmes aux futurs enseignants et à tous les citoyens. Revenant sur le WEB 2.0, ces technologies ont provoqué beaucoup de changements dans les relations sociales et provoquent des effets de délocalisation, mais aussi et en même temps des effets de proximité et d’accélération. Ces changements auraient dû bouleverser la conception didactique de l’espace et du temps scolaires…
• mais, ces changements sont-ils vraiment entrés en classe, notamment en classe de FLE ?
• et dans quelle approche ou méthodologie s’inscrivent certaines activités proposées par divers dispositifs, comme les tableaux interactifs multimédia, dont il a été également question au Congrès de l’APPF, ou par certaines méthodes ?
• les technologies rendent-elles plus faciles les approches actionnelles ?
• comment utiliser Internet pour sortir de la classe de français, par exemple… pour naviguer dans des pays francophones ?
Ce sont ces questions que j’ai essayé de discuter avec les participants au cours de ma communication WEB 2.0 et multimodale. WEB 2.0, parce que je suis tout de suite sortie de la salle, en montrant mon blog – l’un des dispositifs gérés par le WEB 2.0 qui peut avoir le plus d’implications dans la classe de langue, à mon avis. Et ainsi, non seulement ma communication qui allait être présentée a été suivie par les Collègues qui étaient dans la salle, mais par des YOU qui étaient devant leurs ordinateurs en regardant le post que j’avais affiché la veille de mon exposé. C’est le même parcours que je propose aux lecteurs : allez à Pasárgada (http://universidadedepasargada.blogspot.com/2011/09/appf-la-classe-de-langue-et-le-web-20_30.html).
Et ainsi ma communication a été virturéelle avant de devenir réelle. Et elle a été suivie au Portugal, en France, aux États-Unis, au Japon… (à travers un résumé et des liens à l’intérieur de ce blog et vers un autre blog, en coproduction avec ma Collègue Josette Fróis (http://auladeportuguesyclassedefrancais.blogspot.com).
Mais ma communication a connu des suites. Le 6 octobre 2011, j’ai affiché le post suivant : http://universidadedepasargada.blogspot.com/2011/10/le-congres-de-l-appf-le-web-20-et-le.html.
Et le 9 octobre subséquent, j’ai ajouté encore un autre post : http://universidadedepasargada.blogspot.com/2011/10/congres-de-l-appf-le-web-2-et-le-web-3.html.
Et ainsi, ces trois posts ont été lus par des Collègues qui probablement ont assisté au Congrès et j’imagine – car je n’ai pas les moyens de le confirmer – par d’autres Collègues dans différents pays et qui, au moment même où j’écris le texte pour les actes, les regardent (et en trouvent d’autres) encore ; cette fonctionnalité est disponible dans la technologie du blog. J’aurais évidemment aimé prendre connaissance des commentaires. Les participants auraient pu écrire leurs opinions, rendre part de leurs pratiques, donner la parole à leurs élèves pour qu’ils écrivent, leur dire d’ajouter des liens de leurs blogs, partager des travaux. Mais…
J’espère que cet article éveillera chez les Collègues et leurs apprenants l’envie de le compléter, de devenir des citoyens participatifs, puisque non seulement il se trouvera dans (sur) les actes en ligne, mais il sera disponible également dès son moment de clôture (et si le texte écrit est clos, le texte multimodal ne l’est pas, dans la mesure où je peux le modifier en fonction de vos remarques et vos remarques et celles de vos apprenants… qui intègrent ce texte), rentrant ainsi dans l’esprit WEB 2.0. Il vient d'être publié ici.
Un autre mot-clé de ma communication est celui de multimodalité. Je ne reviens pas sur la définition de ce terme, que j’ai présentée ailleurs (Ferrão Tavares, 2009), mais j’essaie de montrer que ma communication a été multimodale, lors du Congrès, parce que j’ai fait une présentation orale (la façon de m’habiller, de me déplacer, de m’adresser au public, les gestes, les regards, les hésitations verbales, les changements de ton, de rythme… font partie de la communication), mais j’ai utilisé également un dispositif de présentation visuelle qui m’a permis de sortir de la salle vers des espaces que je désigne comme virturéels.
Après avoir mis en évidence l’importance de la cohérence entre les potentialités technologiques et les démarches didactiques, en présentant quelques exemples d’utilisations récentes des technologies qui, d’un point de vue didactique, reprennent les principes des méthodes directes ou audio-visuelles (adoptées au Portugal au début du XXe siècle, comme relier des mots et des images, remplir des exercices à trous ), donnant également l’exemple des aventures web ou WEBquest qui se situent dans le WEB 1.0 et qui ne relèvent pas de l’approche actionnelle, j’ai essayé de montrer comment les principes des approches actionnelles (CECR) peuvent être déclinés, de façon plus cohérente, grâce aux technologies du WEB 2.0.
Les approches actionnelles impliquent de mettre un accent sur le sens. Pour agir, il faut que l’apprenant lui trouve un sens. Écrire une critique d’un film que l’on vient de voir porte un sens si cette critique est partagée dans un blog de discussion publique de ce même film, par exemple . Avec l’action, on vise un résultat . Pour agir, il faut se préparer. Dans le post sur le Congrès de L’APPF, je donne des exemples d’un format didactique de structuration : le cyberchantier et, à l’intérieur de ce format, je justifie une pratique de naguère que je revisite, parce qu’elle gagne une autre dimension avec les technologies : le texte d’approche. Un autre principe didactique présent dans les activités consiste à créer des enjeux communicatifs en proposant des informations différentes aux apprenants pour qu’ils découvrent ensemble le message complet. Ces activités d’information gap, que l’on réalise déjà dans le cadre des approches communicatives, peuvent être développées grâce aux technologies dans une perspective actionnelle.
Un autre principe est celui de la multimodalité qui est renforcée par les technologies. Les actions des apprenants se traduisent par des produits qui doivent être présentés aux autres. Dans ces présentations, il faut tenir compte de la façon dont les différentes modalités interagissent , de leur cohérence vis-à-vis des contenus et dans le contexte de la présentation . Enfin, l’action sociale gagne si l’on obtient un feed-back social… ce qui exige de sortir de la salle et de l’école. Les travaux peuvent être réalisés avec d’autres apprenants avec la technologie WIKI car ils peuvent être partagés, commentés, réécrits, évalués… dans des blogues, dans les plateformes comme MOODLE et dans des réseaux sociaux .
Les implications du WEB 3.0 (et même du WEB 4.0… dont on parle déjà) sont difficilement prévisibles en ce moment. Mais comme j’ai essayé de le montrer, l’enseignant-citoyen participatif du WEB 2.0 n’a pas besoin de formation spécifique en technologies (comme beaucoup d’apprenants le savent). Il faut s’y mettre, agir, partager. Le seul grand problème, c’est de savoir quels contenus produire et partager et pour ça … il faut connaitre les contenus, se former en didactique des langues-cultures. Mes blogs sont ma modeste contribution à cette action. Je vous y attends !
Notes de bas de page
Une des caractéristiques du WEB 2.0 est le narcissisme, cet article en est un exemple (la biographie et les liens le démontrent), mais paradoxalement l’autre principe est le besoin de partager, de donner, de contribuer à l’intelligence collective : c’est mon but.
Pour des utilisations pédagogiques des nuages voir http://auladeportuguesyclassedefrancais.blogspot.com/search/label/tag%20cloud.
http://www.youtube.com/watch?v=AkklGHRUyt8
http://www.youtube.com/watch?v=4NunMNoj0hI
V. « Metas específicas », mais surtout « Metas Transversais » http://www.metasdeaprendizagem.min-edu.pt/ensino-basico/metas-de-aprendizagem/metas/?area=44&level=6
Titre du blog que j’ai emprunté au poème de Manuel Bandeira « Vou-me embora para Pasárgada ». http://universidadedepasargada.blogspot.com/2010/06/pasargada.html
Voir Ferrão Tavares, 2011c.
Ces exercices sont utiles, mais les technologies n’ajoutent que la motivation, dans un premier temps, sinon ils peuvent être réalisés sur papier et (avec la craie sur) les tableaux ordinaires.
Ce qui retire pas leur valeur didactique en tant que format structuré de recherche d’information (v. Metas Transversais : Meta Final «1) O aluno utiliza recursos digitais on-line e off-line para pesquisar, seleccionar e tratar informação…»).
V. http://auladeportuguesyclassedefrancais.blogspot.com/2011/03/potiche-exploitation-pedagogique.html.
On peut voir le degré de réussite dans ce que je viens de raconter à propos de mes posts sur le Congrès. J’ai échoué puisque je n’ai pas connu de commentaires, même si j’ai été contente du nombre et de la diversité géographique des lecteurs. D’autres posts connaissent d’autres développements.
Mangenot (2010) parle de cybertâches (v. également scénarios) – http://w3.u-grenoble3.fr/espace_pedagogique/scenario.htm.
Avec les TIM présents dans beaucoup d’écoles ou à l’aide de grandes feuilles de papier que l’on affiche sur les murs, on peut créer des activités, des textes multimodaux, à l’aide d’un moyen simple comme les postits, par exemple… avec des schémas que les apprenants complètent avec des informations différentes réunies par les différents groupes (les uns ignorant une partie de l’information que les autres maitrisent).
Voir Ferrão Tavares, 2012.
V. Meta Final 3) O aluno concebe e desenvolve trabalhos escolares com recurso a diferentes ferramentas digitais, e cria documentos originais que exprimam e representem conhecimentos, ideias e sentimentos.
V. «Meta Final 2) O aluno comunica, interage e colabora usando
Bibliographie
BEACCO, J.-C., COSTE, D., VEN, P.-H., VOLLMER, H. 2010. Langue et matières scolaires. Dimensions linguistiques de la construction des connaissances dans les curriculums.
http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Source/.../KnowledgeBuilding2010_fr.doc
DEJEAN-THIRCUIR, C. & MANGENOT, F. (coord.). 2006. Les échanges en ligne dans l’apprentissage et la formation. Le Français dans le Monde. R&A, 40. CLE – FIPF.
DEVELOTTE, C. 2010. Réflexions sur les changements induits par le numérique dans l’enseignement et apprentissage des langues. Études de linguistique appliquée – Revue de didactologie des langues-cultures et de lexiculturologie, 160.
FERRÃO TAVARES, C. 2007. Le temps, l'espace et les cultures. Les blogs en tant que lieux d'apprentissage et de rencontre interculturelle. Études de linguistique appliquée – Revue de didactologie des langues-cultures et de lexiculturologie, 146.
FERRÃO TAVARES, C. 2008. Oui, moi, je m’appelle Monique Jampoler, j’ai moins de 30 ans et … Synergies Monde, 5, 109-116.
http://ressources-cla.univ-fcomte.fr/gerflint/Monde5/ferraro_tavares.pdf
FERRÃO TAVARES, C. 2011a. D'autres voies pour la didactique des langues étrangères – XXVe édition des Journées Pédagogiques de l’Association de Professeurs de Français de Galice, 30 juin et 1er juillet 2011, St-Jacques de Compostelle.
http://www.galigalia.eu. Bulletin de l’APFG. (Sous presse).
FERRÃO TAVARES, C. 2011b. Implications des technologies dans les approches plurilingues et pluriculturelles: le cyber-chantier. – XXVe édition des Journées Pédagogiques de l’Association de Professeurs de Français de Galice, 30 juin et 1er juillet 2011, St-Jacques de Compostelle.
http://www.galigalia.eu. Bulletin de l’APFG. (Sous presse).
FERRÃO TAVARES, C. 2011 c. À l’heure de la virturéalité en didactique des langues-cultures. Colóquio Internacional de Homenagem a Clara Ferrão Tavares Intercompreensão, plurilinguismo e didáctica das línguas estrangeiras : uma viagem entre culturas. Universidade do Algarve, APEF, ESE, FCHS, 26-27 Septembre 2011, Mélanges (Sous presse).
FERRÃO TAVARES, C., BARBEIRO, L.-C. 2012. Implicações das TIC para a aula de Língua. Lisboa: Ministério da Educação (Sous presse).
FERRÃO TAVARES, C., BARBEIRO, L.-F. 2008. TIC: implicações e potencialidades para a leitura e a escrita
http://www.atriumlinguarum.org/pdivulgacion/files/CFerrao.pdf
FERRAO TAVARES, C., SILVA, J., SILVA E SILVA, M. (coord.) 2009. Approches plurielles et multimodales. Études de linguistique appliquée – Revue de didactologie des langues-cultures et de lexiculturologie, 153.
GUILLÉN, C. (coord.). 2010. FRANCÉS. Investigación, innovación y buenas prácticas. Col. Formación del Professorado: Educación Secundaria. Barcelona: Ministerio de Educación, Editorial GRAÓ.
GUILLÉN, C. (coord.). 2010. Didáctica del Francés. Col. Formación del Professorado Barcelona: Ministerio de Educación, Editorial GRAÓ.
LÉVY, P. 2003. La inteligencia colectiva.
http://inteligenciacolectiva.bvsalud.org/)
MANGENOT, F., SOUBRIÉ, T. 2010. Classer des cybertâches : quels critères ? Quels obstacles ? Études de linguistique appliquée – Revue de didactologie des langues-cultures et de lexiculturologie, 160.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Ensino Superior ... digital
Não há dúvida de que todo o ensino - e nomeadamente o superior - está a mudar. Enquanto professora também estou a mudar... depois de usar plataformas Moodle institucionais e abertas... vou comprar um Mac para fazer os meus novos manuais em formato ibook. Parece que é fácil, desde que os conteúdos estejam organizados na cabeça... e, como creio que é o caso, vou pôr-me a trabalhar. Mas este é o grande problema. Que acontecerá aos estudantes e ... professores que não tenham a cabeça organizada? E que não possam comprar os vários dispositivos tecnológicos que todos os dias são criados e comercializados?
Pode ver-se na infografia.
Pode ver-se na infografia.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Fundação Gulbenkian - A Natureza - morta na Europa
Um convite para visitar vários museus do Mundo graças à Fundação. 90 obras de 70 artistas. A exposição «A perspectiva das coisas» e a visita virtual.
Não vou escrever artigo de crítica...não saberia, convido o leitor a ler o Expresso desta semana ou os textos da Fundação
Apesar de não ser o meu género favorito, gostei muito da exposição. Esta teria sido a minha seleção emotiva para uma visita virtual: Césanne, Amadeo de Souza-Cardoso, Van Gogh, Gauguin, Magritte, Matisse. Como as naturezas mortas refletem vida...
Não vou escrever artigo de crítica...não saberia, convido o leitor a ler o Expresso desta semana ou os textos da Fundação
Apesar de não ser o meu género favorito, gostei muito da exposição. Esta teria sido a minha seleção emotiva para uma visita virtual: Césanne, Amadeo de Souza-Cardoso, Van Gogh, Gauguin, Magritte, Matisse. Como as naturezas mortas refletem vida...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Virturéalité- APEF, Faro 2011
Uma das características da virturéalité é a porosidade na distinção entre online e offline ou entre sincronia e diacronia (Cf Alexandra Fontanel).
A comunicação que vou apresentar ficará disponível (alguns rascunhos, aliás, os textos dos blogues são sempre rascunhos) durante a realização da mesma às 10.30 de segunda feira.
Não, não será o power point que estará disponível, pelas razões expressas neste blogue. Não quero reforçar «la pensée power point»!
A comunicação que vou apresentar ficará disponível (alguns rascunhos, aliás, os textos dos blogues são sempre rascunhos) durante a realização da mesma às 10.30 de segunda feira.
Não, não será o power point que estará disponível, pelas razões expressas neste blogue. Não quero reforçar «la pensée power point»!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Google Effects on Memory
A capacidade de memorizar está alterar-se. Memorizamos mais facilmente a localização da informação do que esta, segundo estudo de Betsy Sparrow, publicado na Science. Memorizamos também mais facilmente a informação que achamos que não está posteriormente disponível para consulta.
Isto faz-me pensar nos Power point que são dados ou não aos alunos. Parece que tenho razão em ter deixado de os disponibilizar. Primeiro os alunos tiram notas e depois...
Isto faz-me pensar nos Power point que são dados ou não aos alunos. Parece que tenho razão em ter deixado de os disponibilizar. Primeiro os alunos tiram notas e depois...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Michel Serres et ... «Petite Poucette»
Michel Serres, comme toujours, vient de faire une analyse stimulante des changements qui sont en train de ce produire dans nos sociétés. Il y a quelques années, il parlait du citoyen du futur qui serait un «métis» de cultures, humaines, artistiques, scientifiques, technologiques... Je ne crois pas que ce citoyen soit le même que Petit Poucet et Petite Poucette qu'il vient de décrire. Hélas... (même les politiciens de la génération des 30-40 connait peu de métis! mais il ne semble pas le regretter.
Je transcris ...
«Ils sont formatés par les médias, diffusés par des adultes qui ont méticuleusement détruit leur faculté d’attention en réduisant la durée des images à sept secondes et le temps des réponses aux questions à quinze secondes, chiffres officiels ; dont le mot le plus répété est « mort » et l’image la plus reprise celle des cadavres. Dès l’âge de douze ans, ces adultes-là les forcèrent à voir plus de vingt mille meurtres...
Ils habitent donc le virtuel. Les sciences cognitives montrent que l’usage de la toile, lecture ou écriture au pouce des messages, consultation de Wikipedia ou de Facebook, n’excitent pas les mêmes neurones ni les mêmes zones corticales que l’usage du livre, de l’ardoise ou du cahier. Ils peuvent manipuler plusieurs informations à la fois. Ils ne connaissent ni n’intègrent ni ne synthétisent comme leurs ascendants».
Ils n’ont plus la même tête.»
E termina o filósofo
«Je souhaite que la vie me laisse assez de temps pour y travailler encore, en compagnie de ces Petits, auxquels j’ai voué ma vie, parce que je les ai toujours respectueusement aimés.».
Precisamos efectivamente de filósofos, de «mestiços de culturas» que nos ajudem a compreender o Mundo e as mudanças.
A tradução aparece automaticamente... vantagem das mudanças! para quem não quiser fazer o esforço de intercompreensão, mas perde-se o encanto da palavra de Michel Serres.
Je transcris ...
«Ils sont formatés par les médias, diffusés par des adultes qui ont méticuleusement détruit leur faculté d’attention en réduisant la durée des images à sept secondes et le temps des réponses aux questions à quinze secondes, chiffres officiels ; dont le mot le plus répété est « mort » et l’image la plus reprise celle des cadavres. Dès l’âge de douze ans, ces adultes-là les forcèrent à voir plus de vingt mille meurtres...
Ils habitent donc le virtuel. Les sciences cognitives montrent que l’usage de la toile, lecture ou écriture au pouce des messages, consultation de Wikipedia ou de Facebook, n’excitent pas les mêmes neurones ni les mêmes zones corticales que l’usage du livre, de l’ardoise ou du cahier. Ils peuvent manipuler plusieurs informations à la fois. Ils ne connaissent ni n’intègrent ni ne synthétisent comme leurs ascendants».
Ils n’ont plus la même tête.»
E termina o filósofo
«Je souhaite que la vie me laisse assez de temps pour y travailler encore, en compagnie de ces Petits, auxquels j’ai voué ma vie, parce que je les ai toujours respectueusement aimés.».
Precisamos efectivamente de filósofos, de «mestiços de culturas» que nos ajudem a compreender o Mundo e as mudanças.
A tradução aparece automaticamente... vantagem das mudanças! para quem não quiser fazer o esforço de intercompreensão, mas perde-se o encanto da palavra de Michel Serres.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
«Our choice» de Al Gore no Ipad
Ainda não vi, mas segundo o Expresso de sábado passado, parece que nos dá imensas hipóteses de «leitura»: Ver gráficos, paisagens que podemos modificar, «energia eólica» que funciona se soprarmos no Ipad... Não sei se o conseguimos ler... se o vamos ver... Vou esperar para eu prória ver, sentir, cheirar. Leitura multimodal!
Pina- Pina Baush de Wim Wenders
Descobri Pina Baush, nos anos 80, no Théâtre de la Ville, em Paris. Vi Café Müller e Waltzer.Depois achei que não queria sofrer mais e deixei de a ver, mesmo em Lisboa. Não resisti, no entanto, a ir vê- la em 3 dimensões, através do olhar de Wim Wenders. Fiquei cheia de pena de não ter visto nunca a «Sagraçao da Primavera»! É tarde!
A melhor definição da minha emoção encontrei-a no depoimento da bailarina brasileira, vestida de vermelho,no campo, dançando com uma cadeira em desequilíbrio. Diz mais ou menos isto: tentei não sentir peso, dar leveza ao meu gesto. Uma outra bailarina eleva-se com o cabelo.
Foi isso que Wim Wenders deu, na minha opinião ao filme. As 3 dimensões dão-nos a profundidade, a solidão... a tristeza (que me impediu de ver outros espectáculos), o ar (os elementos de que tanto gostava)... mesmo o reencontro com Café Müller ... e dão-nos a leveza (não no sentido negativo mas de elevação, da procura). Adorei.
PINA - Tanzt, tanzt, sonst sind wir verloren - Deutscher Trailer from neueroadmovies on Vimeo.
A melhor definição da minha emoção encontrei-a no depoimento da bailarina brasileira, vestida de vermelho,no campo, dançando com uma cadeira em desequilíbrio. Diz mais ou menos isto: tentei não sentir peso, dar leveza ao meu gesto. Uma outra bailarina eleva-se com o cabelo.
Foi isso que Wim Wenders deu, na minha opinião ao filme. As 3 dimensões dão-nos a profundidade, a solidão... a tristeza (que me impediu de ver outros espectáculos), o ar (os elementos de que tanto gostava)... mesmo o reencontro com Café Müller ... e dão-nos a leveza (não no sentido negativo mas de elevação, da procura). Adorei.
PINA - Tanzt, tanzt, sonst sind wir verloren - Deutscher Trailer from neueroadmovies on Vimeo.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Escrita na Web
Um sítio com aulas sobre a escrita na WEB.
A propósito de narrativas pessoais, de apresentações multimodais e story telling que adoptei nas minhas aulas, encontrei um sítio com aulas que me parece importante para quem dá aulas de discurso dos média ou mesmo de informática, no secundário. Por exemplo, a professora propõe a leitura de Prenski (nativos e imigrantes digitais) e outros autores como apoio à produção de trabalhos dos alunos... Apresenta trabalhos dos alunos e analisa-os.
A propósito de narrativas pessoais, de apresentações multimodais e story telling que adoptei nas minhas aulas, encontrei um sítio com aulas que me parece importante para quem dá aulas de discurso dos média ou mesmo de informática, no secundário. Por exemplo, a professora propõe a leitura de Prenski (nativos e imigrantes digitais) e outros autores como apoio à produção de trabalhos dos alunos... Apresenta trabalhos dos alunos e analisa-os.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Encontrar emprego - Conselhos a alunos e ex-alunos
Já não se encontra emprego da mesma maneira!
Quando falo das mediaculturas, normalmente refiro a questão da polícronia e a questão da narratividade. E da interactividade nas redes sociais.
Quais as implicações destes aspectos na procura de emprego?
You Think You Can Pitch é uma iniciativa para encontrar pessoas que querem trabalhar (Expresso Emprego de 7 de Maio). Até ao dia 17 de Maio podem inscrever-se no So Pitch. É evidente têm de mostrar em 5 minutos que são os candidatos ideais.
19, 20, 21 de Maio em Braga, 26, 27, 28 de Maio em Lisboa ( picth de 2 minutos ).
Que implicações têm estes novos formatos de recrutamento nos processos de formação?
É evidente que o Ensino Superior tem de adoptar (entre outros) formatos polícronos de apresentação da informação. Com os meus alunos, analisámos alguns vídeos dos TED Talks e construiram-se apresentações em Pecha- Kucha, mas há que ir mais longe... em menos tempo.
As ideias os conceitos têm de estar muito bem arrumados para poderem ser expostos de forma contraída ou de forma narrativa, como os meus alunos que aprenderam a importância da narrativização nos média se devem lembrar:
Storytelling é outro formato adoptado no recrutamento: Contar uma história em poucos minutos que dê uma ideia do candidato ou da relação do candidato com a futura empresa (idem). O retrato multimodal que fizeram nas minhas disciplinas pode ser o ponto de partida!
As redes sociais são cada vez mais um espaço de recrutamento. Como insisti nas minhas aulas, não se pode pôr tudo e a toda a hora no Facebook. Devo dizer que se fosse recrutar antigos alunos pelos contributos dos meus alunos no Facebook ou no Twitter não o fazia. Podem «desamigar-me», mas fui fazer a experiência! Também gosto de festas, mas há fotografias a mais de festas, de copos levantados, linguagem imprória e... a que horas vão os que estão empregados às redes? Pois é... será que não vão em horas de emprego! Há que ter cuidado com o rasto digital! Como se pode ler no Expresso- Emprego « É verdade que as redes sociais podem ser muito viciantes, mas é fundamental fazer uma correcta triagem do tempo e evitar acessos durante as horas de trabalho, pois ao invés de transmitir uma imagem de profissionalismo está a demonstrar fraca produtividade, diminuindo assim as hipóteses de novas oportunidades laborais ou progressão na carreira».
Eu até sei que os jovens «pronetários» são polícronos e multimodais... mas os empregadores não querem saber disso!
Segundo um relatório da Transitar “52% dos diretores de recursos humanos afirma poder retirar um candidato de um processo de seleção em função do seu rasto digital”.
Pensem bem na forma de gerir este rasto!!!
Quando falo das mediaculturas, normalmente refiro a questão da polícronia e a questão da narratividade. E da interactividade nas redes sociais.
Quais as implicações destes aspectos na procura de emprego?
You Think You Can Pitch é uma iniciativa para encontrar pessoas que querem trabalhar (Expresso Emprego de 7 de Maio). Até ao dia 17 de Maio podem inscrever-se no So Pitch. É evidente têm de mostrar em 5 minutos que são os candidatos ideais.
19, 20, 21 de Maio em Braga, 26, 27, 28 de Maio em Lisboa ( picth de 2 minutos ).
Que implicações têm estes novos formatos de recrutamento nos processos de formação?
É evidente que o Ensino Superior tem de adoptar (entre outros) formatos polícronos de apresentação da informação. Com os meus alunos, analisámos alguns vídeos dos TED Talks e construiram-se apresentações em Pecha- Kucha, mas há que ir mais longe... em menos tempo.
As ideias os conceitos têm de estar muito bem arrumados para poderem ser expostos de forma contraída ou de forma narrativa, como os meus alunos que aprenderam a importância da narrativização nos média se devem lembrar:
Storytelling é outro formato adoptado no recrutamento: Contar uma história em poucos minutos que dê uma ideia do candidato ou da relação do candidato com a futura empresa (idem). O retrato multimodal que fizeram nas minhas disciplinas pode ser o ponto de partida!
As redes sociais são cada vez mais um espaço de recrutamento. Como insisti nas minhas aulas, não se pode pôr tudo e a toda a hora no Facebook. Devo dizer que se fosse recrutar antigos alunos pelos contributos dos meus alunos no Facebook ou no Twitter não o fazia. Podem «desamigar-me», mas fui fazer a experiência! Também gosto de festas, mas há fotografias a mais de festas, de copos levantados, linguagem imprória e... a que horas vão os que estão empregados às redes? Pois é... será que não vão em horas de emprego! Há que ter cuidado com o rasto digital! Como se pode ler no Expresso- Emprego « É verdade que as redes sociais podem ser muito viciantes, mas é fundamental fazer uma correcta triagem do tempo e evitar acessos durante as horas de trabalho, pois ao invés de transmitir uma imagem de profissionalismo está a demonstrar fraca produtividade, diminuindo assim as hipóteses de novas oportunidades laborais ou progressão na carreira».
Eu até sei que os jovens «pronetários» são polícronos e multimodais... mas os empregadores não querem saber disso!
Segundo um relatório da Transitar “52% dos diretores de recursos humanos afirma poder retirar um candidato de um processo de seleção em função do seu rasto digital”.
Pensem bem na forma de gerir este rasto!!!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
A maior fotografia de Lisboa
Trata-se de uma fotografia que, como diz o Público, «bem impressa teria 17 metros»!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Logotipos Google
Os logotipos comemorativos da Google são geralmente espantosos, mas o vídeo de hoje dedicado a Chaplin é uma maravilha... e depois há as explorações pedagógicas... É por isso, pela constante imprevisibilidade dos materiais pedagógicos que tenho tanta pena de não estar a dar aulas, todos os dias. E ainda há professores que utilizam os mesmos materiais anos e anos! Não quer dizer que alguns documentos e, em algumas disciplinas, não sejam «imortais» (como os filmes de Charlot), mas, em mediaculturas, surgem todos os dias novos documentos, estabelecendo pontes entre as culturas eruditas e as culturas populares, entre o passado e o presente (de acordo com a própria designação de mediaculturas). O que implica que o professor altere planificações em função da imprevisibilidade dessas culturas.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»
Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...
-
A reflexão sobre a comunicação multimodal podem ser lidos nos seguintes post https://universidadedepasargada.blogspot.com/2018/0...
-
Maria Emília Ricardo Marques: In memoriam T erminei hoje artigo,em coautoria com Teresa Salvado Sousa, para publicação no número 5 da Re...
-
A Associação de Professores para a Educação Intercultural vai realizar, em 27 e 28 de abril, o seu Encontro 2018 que tem como ...

