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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Power point e a aplicação Voice do Ipad

Quais as vantagens da aplicação do iPad? Uma das vantagem pedagógica consiste em dar «calor» à apresentação,outra consiste na contextualização. Um dos grandes problemas da divulgação de apresentações de tipo Power Point, Prezzi... é a descontextualização. São feitas para serem apresentadas num contexto multimodal. O corpo do apresentador está presente (ou deveria estar presente) e entra em interação com o público (neurones miroirs)por mais que se diga que «uma imagem vale mais do que mil palavras». É que as palavras do apresentador estão integradas num corpo e as da apresentação são «frias» (mesmo com todos os efeitos especiais)! Ora a aplicação do iPad permite restituir algum calor à apresentação através da voz e permite contextualizar os dados apresentados. Deixei quase no início de fornecer PP aos meus alunos e deixei de as publicar por isso mesmo... E também porque, sendo leitores frequentes de apresentações, tendo deixado de tirar apontamentos (porque tinham acesso às apresentações) escreviam «estilo powerpoint», frases simples, ausência de conetores... E, mesmo oralmente, deixaram de fazer gestos conetores e não verbalizavam as relações temporais e lógicas. Ora, recentes estudos em neurociências mostram a relação empática, relacional e cognitiva que se gera pelos comportamentos de sincronia interativa e de auto-sincronia, sendo a verbalização precedida do gesto - os gestos ajudam a pensar e a encontrar as palavras (se os apresentadores só olham para ecrã ou computador e têm mãos ocupadas com teclado ou comando...). Tenho visto grandes comunicadores do passado a destruírem as comunicações recorrendo ao pp. E em alguns colóquios... tenho de sair da sala. Nas aulas saía do fundo da sala e ia «abanar» os estudantes. Ou então gravava momentos diferentes para os estudantes se aperceberem do papel do corpo nas apresentações. Estão sempre muito preocupados com a imagem (embora nem sempre esta respeito o conceito que pretendem transmitir, como reforço, ancoragem, provocação, humor...). Colocam o texto (umas vezes longo, outras vezes com tópicos com diferentes construções sintáticas...) Mais uns efeitos especiais e... já está! Não é preciso treinar.Está feita! Nos colóquios não posso «abanar» os comunicadores! Ainda poderia ser considerado violência! Só posso sair, mas, mesmo assim, só depois da apresentação concluída! O respeitinho é bonito! Tenho outros post sobre o assunto...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

IPad e Escola

Escola oferece iPad  aos alunos. Quais os efeitos?
Segundo o New  York Times do dia 4 de Janeiro, alguns alunos tiveram a surpresa de chegar a escolas com iPad . Um dos motivos invocados prende-se  com a possibilidade de  levar os alunos a sair  da sala.   "It allows us to extend the classroom beyond these four walls,” said Larry Reiff, an English teacher at Roslyn who now posts all his course materials online. Parece-nos que é a Internet que o permite, não o tablet. Mas tem, entre outras,  uma vantagem assinalada na peça: não impede o olhar.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

iPad, PSP... e Natal

Comunicação interpessoal no Natal  sobre diferentes temas e com iPad e PSP . Poderia ser este o título da narrativa do meu Natal . Os meus sobrinhos receberam uma PSP (não confundir com GNR- PlayStation portátil). E, assim, acabei por criar um Tupi - Fui eu que dei o nome e a minha sobrinha aceitou, que bom! E, assim, nasceu um mamífero, a partir de um ovo!!! que tinha de ser aquecido e que se deslocava na toalha de Natal, graças à realidade aumentada. Entretanto, o meu sobrinho procurava, no meu vestido, uns bichinhos (Não eram pulguinhas, eram virtuais), mas... sem sucesso já que o meu vestido não era bem púrpura- condição necessária para, graças à realidade aumentada, ver o que o meu vestido realmente não tinha.

No iPad do meu filho, descobri  novas maneiras de fazer índices e de ler índices- em mosaico-  na aplicação da CNN para iPad. Tentámos caracterizar os nossos processos de leitura.

Ainda houve em simultâneo mensagens no Facebook e Twitter.

Quatro gerações... se não discutirmos  os «Ídolos», na televisão, não  falarmos sobre os cozinhados de Natal e não nos deslocarmos nos diferentes dispositivos tecnológicos, corremos o risco de não saber reinventar o Natal e a intercompreensão geracional. Quando dei este nome a uma revista não pensava nela  enquanto valor do Natal e de todos os dias.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

IPad, polícronia, multitasking... efeitos cognitivos

António Damásio referia, recentemente, numa entrevista que o multitasking ia, certamente, ter efeitos nas novas gerações mas não se sabia ainda quais. A este propósito, ouvi - pode ser que alguém tenha lido e me diga onde - que uma recente aplicação para iPad passa pela escrita linear. Quer dizer para impedir que quem escreve se «perca» nas diferentes aplicações, tudo fica bloqueado e o indivíduo só pode ir escrevendo e com número limitado de linhas, como se se tratasse de escrita em máquina de escrever. Será isto possível? É a própria tecnologia que cria dispositivos para obrigar o utilizador a linearizar? Como poderemos fazer bem alguma coisa sem tempo para conhecer, memorizar,aplicar ou simplesmente ter prazer em escrever, ler, falar com os outros? Ter tempo para os conhecer. E para viver. A minha mãe foi professora até aos 70 anos e saiu sem estar cansada. Todos os meus colegas e amigos estão a sair da Escola e de empregos vários ,aos 60 anos, ou menos, e cansados!!! Eu estou cansada mas também fui e ainda sou polícrona antes do termo ter sido empregado por E. Hall.Que acontecerá aos nossos filhos?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

iPad: «A Relíquia» em formato ibook

Com o novo brinquedo digital iPad do qual desconfiava muito- ainda desconfio- fui ler, ou melhor, reler, «A relíquia» de Eça de Queirós. Na estante fui buscar um livro caído no domínio público, e por isso gratuito, graças a um projecto bem intencionado: Projecto Gutenberg.

Situação experiencial: uma esplanada, uma cadeira, um café e com o iPad na mão. Comecei a ler o ibook como quem lê um livro... pude aumentar a letra para não necessitar de óculos, folheei-o. Por vezes, passava várias páginas quando só queria passar 2 ou 3, mas a barra para passarem páginas situa-se no espaço em que eu habitualmente folheio o objecto-livro. Depois ...comecei a ler e- devo dizer- sem estranhar muito o objecto iPad (a não ser a versão de «A relíquia» em causa: tradução completamente adulterada, construção frásica sem ter a ver com a do Mestre, falta de acentos...). Como não existe dicionário em Português, fiquei em dúvida sobre o sentido de algumas palavras e carreguei em «nota». Imediatamente ficou afixada, ao lado da dúvida, uma nota com a data. Gostei. Mais simples do que dobrar a folha! Mais uma dúvida, mais uma nota. E fiquei cheia de dúvidas, interrogando-me se, na minha edição- que tinha em casa- apareceriam alguns vocábulos. Como os meus dedos são de imigrante digital nem sempre carregava na nota e abria-se uma hiperligação, ida ao Google e à Wikipédia, outras vezes passava mais uma vez 2 ou 3 páginas sem querer. Falta de hábito, voltava atrás! Espantada com a versão... resolvi copiar, num ficheiro, algumas frases. Também gostei!

Segunda situação- Dois dias depois, uma esplanada, um café e a edição de «Livros do Brasil», anotada por Helena Cidade Moura. Apesar do meu filho, nativo digital, garantir que não poderia ler mais depressa... só precisei de 7 minutos, em vez de 20, para ler o mesmo número de páginas- talvez o facto se deva à versão do ibook. Também já as tinha lido... mas, mesmo assim. Tenho de confessar... Deu-me outro prazer... e vou terminar este artigo e dedicar-me , agora em casa, a procurar «a camisa de dormir da Mary». Nova «experiência» dentro de dias...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A WEB morreu... viva a Internet

Este é um assunto discutido pela revista Wired que pela segunda vez declara a morte da WEB, não da Internet.
Como imigrante digital que se quer integrar, sempre vou tentar explicar, com a ajuda do Público de ontem ( Texto de João Pedro Pereira ) o que se está a passar.

Primeiro não se pode confundir Internet com WEB... A Internet é a rede que permite que o correio elecrónico (que não é WEB) , o Messenger, o Skype existam ... e que a Web ... quer dizer os documentos interligados (em vários formatos) circulem. A Internet contem a Web.


E a morte anunciada poderá dever-se ao facto de o iPhone e o iPad já não precisarem da Web, trazendo aplicações, umas gratuitas, outras que se compram e que agregam directamente os dados. Se eu disser asneiras, corrijam-me. Estou a fazer as primeiras experiências com um iPad na mão. Estive a ler umas páginas de «A relíquia» de Eça de Queirós (artigo específico sobre a leitura em preparação). Como ? Fui buscar um ibook gratuito. Tratou-se de uma aplicação da Apple, poderia ser do Kindle (da Amazon). Aplicação é o termo chave. Depois... quis encontrar uma casa para comprar no Algarve. Devo confessar que não encontrei muitas na aplicação do «Sapo». Procurei informar-me sobre o halogéneo. Não fui à Wikipédia. Recorri a outra aplicação. E achei piada ...as lâmpadas moviam-se... E para descansar??? os olhos estiva a brincar com uns peixinhos dentro de água, através de outra aplicação.

Portanto ... se bem percebi o iPad não preciso de browser... mas como poderei mover o meu blogue para uma aplicação? Agora que, depois de ter escrito sobre blogues e sobre a web 2.0, encontrei tempo para «alimentar» um blogue será que já tenho de migrar para novo dispositivo comunicativo? Que vai morrer efectivamente? Não querem partilhar comigo o que sabem sobre este assunto?

Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»

Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...