Prenski distingue entre nativos digitais e imigrantes digitais , como tenho referido. Aqui está uma«falsa» nativa digital,mas com humor. Apresentação simplista, mas muito gira.
Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Alunos multitasking e empregados distraídos?
Uma das características apontadas aos «nativos digitais» é a capacidade de realizarem múltiplas tarefas.Mas há tarefas que implicam capacidade de atenção. E depois há as questões de comunicação interpessoal. Irritam-me as aulas de cursos de comunicação multimédia com alunos com computadores...tablets...à frente. Até podem estar a tirar notas e a partilhar o power point e os documentos que estão a ser tratados... mas não obtenho o seu olhar... e como tal, não sei explicar... Já não preciso de explicar- dir- me-ão alguns - mas, na minha experiência, nunca um professor precisou tanto de explicar. «O difícil é sentá-los» dizia o Professor Marçal Grilo. Vai ser efectivamente muito difícil sentá-los para reflectirem, relacionarem, hierarquizarem informação, produzirem e analisarem conteúdos.
Mas vejamos o que diz o New York Times e o que dizem alunos e professores.
E mesmo que a Escola mude - e que esta seja uma visão de professor antiquado, como se diz nos vídeos - será que os empregos ( os que não forem extintos pelas próprias tecnologias) não exigem tarefas de concentração da atenção?
Mas vejamos o que diz o New York Times e o que dizem alunos e professores.
E mesmo que a Escola mude - e que esta seja uma visão de professor antiquado, como se diz nos vídeos - será que os empregos ( os que não forem extintos pelas próprias tecnologias) não exigem tarefas de concentração da atenção?
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Nativos digitais. Quem são os estudantes do E. Superior?
BVA Reason Why realizou o estudo GENE - TIC e acaba de publicar um comunicado de imprensa com o «perfil» no «nativo digital». O estudo foi desenvolvido durante 3 meses com cerca de 100 participantes entre os 18 e os 24 anos.
Utilizou
Quatre modes de recueil ont permis d’analyser les interactions entre le temps, l’espace, les relations…
par l’image. La capture de l’activité PC sur une semaine, grâce { l’installation de logiciels de capture sur les ordinateurs des personnes participant { l’étude. L’utilisation de lunettes-caméras, permettant de filmer, la vision subjective, c’est-à-dire ce que voient les personnes (et ce qu’elles font) lors de leurs déplacements quotidiens. Des explorations ethnologiques filmées chez les participants. L’enregistrement vidéo de dîners ou de soirées organisés par les participants, réunissant 5 à 6 de leurs amis.
Como metodologia, o estudo não se limitou a saber o que os nativos digitais pensam (normalmente estes estudos limitam-se às representações) mas preocurou respostas para as perguntas «que fazem os participantes e como o fazem», através de um estudo etnográfico com técnicas de eye tracking e observação dos comportamentos dos participantes. Chegou a algumas conclusões preocupantes. Vou aprofundar o assunto para o retomar em próximo artigo.
Utilizou
Quatre modes de recueil ont permis d’analyser les interactions entre le temps, l’espace, les relations…
par l’image. La capture de l’activité PC sur une semaine, grâce { l’installation de logiciels de capture sur les ordinateurs des personnes participant { l’étude. L’utilisation de lunettes-caméras, permettant de filmer, la vision subjective, c’est-à-dire ce que voient les personnes (et ce qu’elles font) lors de leurs déplacements quotidiens. Des explorations ethnologiques filmées chez les participants. L’enregistrement vidéo de dîners ou de soirées organisés par les participants, réunissant 5 à 6 de leurs amis.
Como metodologia, o estudo não se limitou a saber o que os nativos digitais pensam (normalmente estes estudos limitam-se às representações) mas preocurou respostas para as perguntas «que fazem os participantes e como o fazem», através de um estudo etnográfico com técnicas de eye tracking e observação dos comportamentos dos participantes. Chegou a algumas conclusões preocupantes. Vou aprofundar o assunto para o retomar em próximo artigo.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
A WEB morreu... viva a Internet
Este é um assunto discutido pela revista Wired que pela segunda vez declara a morte da WEB, não da Internet.
Como imigrante digital que se quer integrar, sempre vou tentar explicar, com a ajuda do Público de ontem ( Texto de João Pedro Pereira ) o que se está a passar.
Primeiro não se pode confundir Internet com WEB... A Internet é a rede que permite que o correio elecrónico (que não é WEB) , o Messenger, o Skype existam ... e que a Web ... quer dizer os documentos interligados (em vários formatos) circulem. A Internet contem a Web.
E a morte anunciada poderá dever-se ao facto de o iPhone e o iPad já não precisarem da Web, trazendo aplicações, umas gratuitas, outras que se compram e que agregam directamente os dados. Se eu disser asneiras, corrijam-me. Estou a fazer as primeiras experiências com um iPad na mão. Estive a ler umas páginas de «A relíquia» de Eça de Queirós (artigo específico sobre a leitura em preparação). Como ? Fui buscar um ibook gratuito. Tratou-se de uma aplicação da Apple, poderia ser do Kindle (da Amazon). Aplicação é o termo chave. Depois... quis encontrar uma casa para comprar no Algarve. Devo confessar que não encontrei muitas na aplicação do «Sapo». Procurei informar-me sobre o halogéneo. Não fui à Wikipédia. Recorri a outra aplicação. E achei piada ...as lâmpadas moviam-se... E para descansar??? os olhos estiva a brincar com uns peixinhos dentro de água, através de outra aplicação.
Portanto ... se bem percebi o iPad não preciso de browser... mas como poderei mover o meu blogue para uma aplicação? Agora que, depois de ter escrito sobre blogues e sobre a web 2.0, encontrei tempo para «alimentar» um blogue será que já tenho de migrar para novo dispositivo comunicativo? Que vai morrer efectivamente? Não querem partilhar comigo o que sabem sobre este assunto?
Como imigrante digital que se quer integrar, sempre vou tentar explicar, com a ajuda do Público de ontem ( Texto de João Pedro Pereira ) o que se está a passar.
Primeiro não se pode confundir Internet com WEB... A Internet é a rede que permite que o correio elecrónico (que não é WEB) , o Messenger, o Skype existam ... e que a Web ... quer dizer os documentos interligados (em vários formatos) circulem. A Internet contem a Web.
E a morte anunciada poderá dever-se ao facto de o iPhone e o iPad já não precisarem da Web, trazendo aplicações, umas gratuitas, outras que se compram e que agregam directamente os dados. Se eu disser asneiras, corrijam-me. Estou a fazer as primeiras experiências com um iPad na mão. Estive a ler umas páginas de «A relíquia» de Eça de Queirós (artigo específico sobre a leitura em preparação). Como ? Fui buscar um ibook gratuito. Tratou-se de uma aplicação da Apple, poderia ser do Kindle (da Amazon). Aplicação é o termo chave. Depois... quis encontrar uma casa para comprar no Algarve. Devo confessar que não encontrei muitas na aplicação do «Sapo». Procurei informar-me sobre o halogéneo. Não fui à Wikipédia. Recorri a outra aplicação. E achei piada ...as lâmpadas moviam-se... E para descansar??? os olhos estiva a brincar com uns peixinhos dentro de água, através de outra aplicação.
Portanto ... se bem percebi o iPad não preciso de browser... mas como poderei mover o meu blogue para uma aplicação? Agora que, depois de ter escrito sobre blogues e sobre a web 2.0, encontrei tempo para «alimentar» um blogue será que já tenho de migrar para novo dispositivo comunicativo? Que vai morrer efectivamente? Não querem partilhar comigo o que sabem sobre este assunto?
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