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segunda-feira, 4 de março de 2013

Manifestação de gente triste e amargurada!

Em 17 de Abril de 1969 e nos anos seguintes estava revoltada, com muita esperança. No 1 de Maio de 1974 estava  feliz e com esperança. No dia 2 de Março ... estava triste, angustiada, ao ver as caras dos meus colegas de manifestação. Revolta, muita! Esperança, pouca! Toda a gente PROFUNDAMENTE TRISTE! Nos cartazes não era ironia, não era humor ... era «dérision», era amargura ! Por isso, partidos preparem-se para o novo partido dos «cravos indignados» ou das «pedras da calçada» ou outro nome com ou sem «estrelas»!  Nem o Bloco de Esquerda se salva! Não tenho dúvida! Depois de estar na manifestação: quem vai ganhar eleições também não sabe e até não quer governar... pelo que há que fazer um apelo coletivo ao bom senso e à competência!     

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Os Portugueses

Barry Hatton, um inglês a viver em Portugal, deu ontem uma entrevista ao Público  sobre um livro que  vai publicar  na Signal Books (Clube do Autor para a edição portuguesa). Apresenta uma visão que é comum a muitos estrangeiros  que conheço e  que vivem ou viveram em Portugal. Com todos os defeitos, que  nós próprios tendemos a enfatizar, mostra-nos também muitas das nossas qualidades! Um livro   que deverá ser lido, creio, para confiarmos mais em nós! Também nos aconselha a todos a participarmos mais na vida colectiva, até com opiniões fundamentadas.

Um bom texto  para a aula de língua materna e estrangeira também, na perspectiva de Didáctica das Línguas- Culturas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Antecipar o futuro... movimento da sociedade civil

Movimento Milénio «é uma rede de pensamento, uma dinâmica colectiva para forjar um futuro melhor para Portugal». É assim que o jornal Expresso apresenta a sua iniciativa (juntamente com um banco). Quem tem ideias?

domingo, 3 de outubro de 2010

Metas de aprendizagem, blogues e PNEP

Os jornais enfatizavam, hoje,  a presença dos blogues nas metas de aprendizagem do 1º Ciclo do Ensino Básico. Estive a ler rapidamente  as metas de aprendizagem de Língua Portuguesa e TIC. Gostaria de ver maior articulação entre as duas «disciplinas». Com efeito, sou grande defensora dos blogues, como ainda argumentei no artigo anterior, como das TIC em geral. Mas para que utilizamos as TIC? Não basta criar blogues. Importa que as crianças preparem com leituras e com pesquisas os textos que vão escrever, que os planifiquem, que os escrevam, que os reescrevam (ou partes dos mesmos), que os  avaliem ( e que o professor os  ensine  a ler e escrever)  antes de os poderem partilhar e comentar. Mesmo os comentários têm de resultar  da leitura e escrita de textos argumentativos. Caso contrário,  a Escola corre o risco de ter de proceder ao mesmo que os jornais: Depois do Libération e outros jornais ou jornalistas, temos o Público a separar o que vale a pena ser lido do lixo e do insulto.

Crónica do Provedor da edição de 3 de Outubro de 2010

O PÚBLICO vai alterar o modelo de gestão dos comentários às notícias publicadas na sua edição na Internet. Segundo a directora do jornal, Bárbara Reis, uma equipa constituída para o efeito irá passar a assegurar, a curto prazo, a leitura e aprovação (ou não) desses textos. 

O «cidadão participativo» tem de se formar desde pequeno e a orientação do professor é necessária, como está sublinhado nas «Metas». As TIC podem contribuir para o desenvolvimento da literacia e integram elas próprias a literacia como o tenho defendido.  Enquanto não é publicada a brochura do PNEP- ME- DGIDC, de Ferrão Tavares e Barbeiro, as nossas propostas podem ser lidas em «Atrium Linguarum» 

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Fragmentos de Editorial 2 - Inteligência colectiva

Ao criar um blogue, retomo o meu diário de adolescescente (na altura... fechado à chave) e procuro integrar-me num dispositivo de "inteligência colectiva". Mas não pensem que me vou queixar, vou fazer o que sempre fiz: agir. Vou procurar fugir à insustentável leveza da ignorância que nos rodeia, e de que têm falado diversos autores -a democratização da escola e das profissões, com todas as vantagens, nem sempre foi acompanhada por um aumento de saberes e competências!
E vou contribuir enquanto "cidadã participativa" na construção da inteligência colectiva de que fala Pierre Levy. Convido os meus alunos (a quem dedico este blogue) e a todos os outros cidadãos participativos a construir esta "Universidade". Se me enganar, digam-me. A velocidade das tecnologias nem é sempre compatível com o tempo da reflexão.

Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»

Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...