Mostrar mensagens com a etiqueta realidade aumentada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta realidade aumentada. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Multimodalidade: datação do termo e alguns contributos para a definição...

Multimodalidade - Termo que comecei a empregar em português, em 1997, na  apresentação e um artigo de Geneviève Jacquinot- Delaunay, intitulado « L'implication interactive du multimédia», na Revista Intercompreensão, nº 6 (revista de Didática das Línguas do Instituto Politécnico de Santarém, que dirigi durante cerca de 20 anos).

 Curiosamente, nesse número da revista que tinha o título: «Razão e emoção...à procura de outras vias para a aula de línguas», na Apresentação  escrevia o seguinte:


« Geneviève Jacquinot Delaunay interroga os «novos espaços», nomeadamente o multimédia cuja construção recorre a diversos canais de comunicação. Essa concepção multisensorial  implica tratamentos multimodais da informação. A multimodalidade parece-nos ser um aspecto com grandes repercussões sobre a concepção da aula e a construção de materiais pedagógicos no futuro. Da mesma maneira que alguns hiperdocumentos permitem a «navegação», declinando a mesma informação de maneiras diferentes, talvez se consiga também, em aula, declinar a mesma informação segundo formatos diferentes. Além disso, convirá pôr em evidência o aparecimento de eventuais mudanças nos processos cognitivos, nomeadamente nas maneiras de proceder ao tratamento da informação em alunos que começam a habituar-se a navegar. A Escola terá evidentemente de se questionar sobre a multimodalidade e sobre os formatos mais adequados para os alunos do presente e do futuro». (Ferrão Tavares, 1997: 6)  

Volvidos tantos anos, vemos nesta primeira caracterização  do conceito as questões neurológicas, cognitivas e afetivas e a distinção entre multisensorialidade e multimodalidade, esta muito mais abrangente, implicando os  processos cognitivos. E agora os nossos alunos já não são alunos dos ecrãs (como se dizia na sequência de tranbalhos de L. Porcher), poderão ser «nativos digitais»(Prensky) e, por isso mesmo,  são alunos da virturealidade.

E a Escola que lhes propõe? Mesmo quando lhes propõe tecnologias bem recentes, quantas vezes não reproduz os suportes e as metodologias do princípio do século (XX)?
Veja-se o caso de muitos dos materiais para  quadros interativos multimédia (que, para o ensino das línguas, em questões de multimodalidade, ficam,  muitas vezes, a séculos de distância dos Tableaux Delmas do princípio do século XX), para não falar na sua lenta utilização mesmo com utilizadores experientes! ou, ainda, de muitas apresentações multimédia!

A multimodalidade pode não estar no suporte, mas nos usos multimodais que fazemos deles. E uma boa conferência sem materiais ou só com o quadro «tradicional» pode ser muito mais multimodal!


Depois de retocado entre o último post e este e colocado no meu escritório,  aqui fica a minha declinação icónica do conceito,  a partir de uma declinação da publicidade Mercedes para as questões neurológias,  «declinações» de  duas telas de  Matisse Notre  Dame para a Realidade Aumentada e a Virturealidade (com a mão humana a gerir a tecnologia). Mais mãos. Um olho de Magritte com a Nuvem, umas caras de memória de Braque para o espelho e a convergência. A declinação da dança de Matisse  com cabeças das redes sociais, umas porosidades pretendidas entre as curvas e as rectas, uma« mestiçagem» de cores, de modos, de culturas...

E aqui está o que os pintores não fazem e que os professores fazem: explicam. Mas eu sou prof. E não Iprof, como me dizia uma simpática colega do Brasil, no Facebook!




  

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Réalité augmentée et éducation

Je cherche des implications... Pour le moment je propose l'exploitation pédagogique de la vidéo.

Notions: localisation dans l'espace, prescription...

Thématiques; technologies, Paris, invitations, repas...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Virturéalité

Je m'intéresse aux effets de la virturéalité (j'aime bien les palimpsestes - influence de Robert Galisson -  et les néologismes) et je viens de trouver cette vidéo avec une présentation faite par le sociologue bernard Cathelat.

Virturealite por Benjaminnetexploratrend

Realidade aumentada e virtu-realidade

Em 2010,  analisei com os meus  alunos de ECM o impacto da realidade aumentada na educação- não  teria podido ser antes. Agora, começam a ver-se efeitos, sobretudo na georeferenciação em cidades como Londres ou Paris.
Aqui está um exemplo no  ensino da leitura, não sei se é muito inovador pedagogicamente,  mas que os meninos se divertem  parece, pelo menos, enquanto é novidade!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

iPad, PSP... e Natal

Comunicação interpessoal no Natal  sobre diferentes temas e com iPad e PSP . Poderia ser este o título da narrativa do meu Natal . Os meus sobrinhos receberam uma PSP (não confundir com GNR- PlayStation portátil). E, assim, acabei por criar um Tupi - Fui eu que dei o nome e a minha sobrinha aceitou, que bom! E, assim, nasceu um mamífero, a partir de um ovo!!! que tinha de ser aquecido e que se deslocava na toalha de Natal, graças à realidade aumentada. Entretanto, o meu sobrinho procurava, no meu vestido, uns bichinhos (Não eram pulguinhas, eram virtuais), mas... sem sucesso já que o meu vestido não era bem púrpura- condição necessária para, graças à realidade aumentada, ver o que o meu vestido realmente não tinha.

No iPad do meu filho, descobri  novas maneiras de fazer índices e de ler índices- em mosaico-  na aplicação da CNN para iPad. Tentámos caracterizar os nossos processos de leitura.

Ainda houve em simultâneo mensagens no Facebook e Twitter.

Quatro gerações... se não discutirmos  os «Ídolos», na televisão, não  falarmos sobre os cozinhados de Natal e não nos deslocarmos nos diferentes dispositivos tecnológicos, corremos o risco de não saber reinventar o Natal e a intercompreensão geracional. Quando dei este nome a uma revista não pensava nela  enquanto valor do Natal e de todos os dias.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

e- Book no Ensino Superior mais cedo do que previsto?

Dentro de 2 ou 3 anos, segundo Larry Johnson, CEO of the New Media Consortium. Alguns dados do  Relatório  desta instituição - que vai ser divulgado em Janeiro 2011- serão apresentados no EDUCA-BERLIN de  1 a 3 de Dezembro.  Pode ler-se já uma entrevista a Larry Jonhson sobre este assunto e   sobre efeitos da realidade aumentada na educação. Os meus alunos do ano passado lembram-se deste tópico de discussão? 

E já agora...como se lê e por que razão os imigrantes digitais têm tanta dificuldade  em tocar no ecrã... 

Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»

Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...