Bem queria confiar, mas pelo que tenho lido... um ministro a gabar-se de ter apresentado uma situação financeira do meu país em 180 segundos aos parceiros europeus! O formato Pechakucha é útil para apresentarmos comunicações em colóquios... mas... O que o Senhor Dr. Teixeira dos Santos demorou tanto tempo a explicar seria afinal assim tão simples?
E já agora a questão de um 1º Ministro que não quer residir na Residência Oficial. Será que este acto significa medo de assumir as responsabilidades? Não faço esta interpretação, até porque não sou psicanalista, mas faço outra baseada nos meus estudos que, por acaso, levam muito tempo. O espaço desempenha um papel simbólico de poder que é bom que os governantes exerçam com competência. Um primeiro ministro deve respeitar esse lugar simbólico! Da mesma maneira que tem direitos pelo facto de desempenhar este cargo. Prescindir de alguns pode ser útil para o país, mas, por exemplo, pelo que li... viajar em 2ª na TAP significa ocupar um lugar dos que eventualmente seriam vendidos, quando, de todas as maneiras, não pagaria em 1ª classe, lugar que possivelmente não seria vendido!
Quanto a Massamá, local que não conheço, mas já que adquiriu valor simbólico, será que não seria boa ideia o Senhor Ministro da Educação e o Senhor Ministro da Saúde fazerem um pequeno - já não digo grande - de 2 ou 3 dias nos respectivos serviços nesta zona da periferia de Lisboa?
Sugestão de professora que conhece bem as escolas e até serviços de saúde!
A «bota não bate com a perdigota»... sublinho que o 1º Ministro parece utilizar menos expressões figurativas, nos últimos tempos. Anunciam-se medidas ridículas a embrulhar medidas tão dolorosas para tanta gente! Se, ao menos nós pudéssemos acreditar ... mas Senhores ministros, em termos comunicacionais, como os vossos assessores lhes devem dizer, estas medidas (polulistas num primeiro tempo) estão a «desqualificar» a comunicação dos assuntos sérios!
Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
Mostrar mensagens com a etiqueta Pechakucha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pechakucha. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Encontrar emprego - Conselhos a alunos e ex-alunos
Já não se encontra emprego da mesma maneira!
Quando falo das mediaculturas, normalmente refiro a questão da polícronia e a questão da narratividade. E da interactividade nas redes sociais.
Quais as implicações destes aspectos na procura de emprego?
You Think You Can Pitch é uma iniciativa para encontrar pessoas que querem trabalhar (Expresso Emprego de 7 de Maio). Até ao dia 17 de Maio podem inscrever-se no So Pitch. É evidente têm de mostrar em 5 minutos que são os candidatos ideais.
19, 20, 21 de Maio em Braga, 26, 27, 28 de Maio em Lisboa ( picth de 2 minutos ).
Que implicações têm estes novos formatos de recrutamento nos processos de formação?
É evidente que o Ensino Superior tem de adoptar (entre outros) formatos polícronos de apresentação da informação. Com os meus alunos, analisámos alguns vídeos dos TED Talks e construiram-se apresentações em Pecha- Kucha, mas há que ir mais longe... em menos tempo.
As ideias os conceitos têm de estar muito bem arrumados para poderem ser expostos de forma contraída ou de forma narrativa, como os meus alunos que aprenderam a importância da narrativização nos média se devem lembrar:
Storytelling é outro formato adoptado no recrutamento: Contar uma história em poucos minutos que dê uma ideia do candidato ou da relação do candidato com a futura empresa (idem). O retrato multimodal que fizeram nas minhas disciplinas pode ser o ponto de partida!
As redes sociais são cada vez mais um espaço de recrutamento. Como insisti nas minhas aulas, não se pode pôr tudo e a toda a hora no Facebook. Devo dizer que se fosse recrutar antigos alunos pelos contributos dos meus alunos no Facebook ou no Twitter não o fazia. Podem «desamigar-me», mas fui fazer a experiência! Também gosto de festas, mas há fotografias a mais de festas, de copos levantados, linguagem imprória e... a que horas vão os que estão empregados às redes? Pois é... será que não vão em horas de emprego! Há que ter cuidado com o rasto digital! Como se pode ler no Expresso- Emprego « É verdade que as redes sociais podem ser muito viciantes, mas é fundamental fazer uma correcta triagem do tempo e evitar acessos durante as horas de trabalho, pois ao invés de transmitir uma imagem de profissionalismo está a demonstrar fraca produtividade, diminuindo assim as hipóteses de novas oportunidades laborais ou progressão na carreira».
Eu até sei que os jovens «pronetários» são polícronos e multimodais... mas os empregadores não querem saber disso!
Segundo um relatório da Transitar “52% dos diretores de recursos humanos afirma poder retirar um candidato de um processo de seleção em função do seu rasto digital”.
Pensem bem na forma de gerir este rasto!!!
Quando falo das mediaculturas, normalmente refiro a questão da polícronia e a questão da narratividade. E da interactividade nas redes sociais.
Quais as implicações destes aspectos na procura de emprego?
You Think You Can Pitch é uma iniciativa para encontrar pessoas que querem trabalhar (Expresso Emprego de 7 de Maio). Até ao dia 17 de Maio podem inscrever-se no So Pitch. É evidente têm de mostrar em 5 minutos que são os candidatos ideais.
19, 20, 21 de Maio em Braga, 26, 27, 28 de Maio em Lisboa ( picth de 2 minutos ).
Que implicações têm estes novos formatos de recrutamento nos processos de formação?
É evidente que o Ensino Superior tem de adoptar (entre outros) formatos polícronos de apresentação da informação. Com os meus alunos, analisámos alguns vídeos dos TED Talks e construiram-se apresentações em Pecha- Kucha, mas há que ir mais longe... em menos tempo.
As ideias os conceitos têm de estar muito bem arrumados para poderem ser expostos de forma contraída ou de forma narrativa, como os meus alunos que aprenderam a importância da narrativização nos média se devem lembrar:
Storytelling é outro formato adoptado no recrutamento: Contar uma história em poucos minutos que dê uma ideia do candidato ou da relação do candidato com a futura empresa (idem). O retrato multimodal que fizeram nas minhas disciplinas pode ser o ponto de partida!
As redes sociais são cada vez mais um espaço de recrutamento. Como insisti nas minhas aulas, não se pode pôr tudo e a toda a hora no Facebook. Devo dizer que se fosse recrutar antigos alunos pelos contributos dos meus alunos no Facebook ou no Twitter não o fazia. Podem «desamigar-me», mas fui fazer a experiência! Também gosto de festas, mas há fotografias a mais de festas, de copos levantados, linguagem imprória e... a que horas vão os que estão empregados às redes? Pois é... será que não vão em horas de emprego! Há que ter cuidado com o rasto digital! Como se pode ler no Expresso- Emprego « É verdade que as redes sociais podem ser muito viciantes, mas é fundamental fazer uma correcta triagem do tempo e evitar acessos durante as horas de trabalho, pois ao invés de transmitir uma imagem de profissionalismo está a demonstrar fraca produtividade, diminuindo assim as hipóteses de novas oportunidades laborais ou progressão na carreira».
Eu até sei que os jovens «pronetários» são polícronos e multimodais... mas os empregadores não querem saber disso!
Segundo um relatório da Transitar “52% dos diretores de recursos humanos afirma poder retirar um candidato de um processo de seleção em função do seu rasto digital”.
Pensem bem na forma de gerir este rasto!!!
terça-feira, 15 de março de 2011
Conferências em 5 minutos
Já havia os eventos PechaKucha, agora surgiram os eventos Ignite. Trata-se da apresentação de +«comunicações em 5 minutos por cidadãos anónimos, ao contrário das «Conferências TED».
Como se pode ver nem sempre é fácil comunicar uma ideia. É importante para os estudantes aprenderem a comunicar uma ideia, aliás, faz parte das competências exigidas aos estudantes em Bolonha. Por que não organizar eventos sobre diferentes temas, como já está a acontecer em diferentes universidades?
Como se pode ver nem sempre é fácil comunicar uma ideia. É importante para os estudantes aprenderem a comunicar uma ideia, aliás, faz parte das competências exigidas aos estudantes em Bolonha. Por que não organizar eventos sobre diferentes temas, como já está a acontecer em diferentes universidades?
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»
Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...
-
A reflexão sobre a comunicação multimodal podem ser lidos nos seguintes post https://universidadedepasargada.blogspot.com/2018/0...
-
Maria Emília Ricardo Marques: In memoriam T erminei hoje artigo,em coautoria com Teresa Salvado Sousa, para publicação no número 5 da Re...
-
A Associação de Professores para a Educação Intercultural vai realizar, em 27 e 28 de abril, o seu Encontro 2018 que tem como ...