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sexta-feira, 1 de março de 2013

As línguas cruzam fronteiras: Avaliação

Avaliação dos formandos


Planificar uma ficha de atividade em que as línguas estejam nas outras disciplinas.


a. Ler o documento
 Langue et matières scolaires . Dimensions linguistiques de la construction des connaissances dans les curriculums
http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Source/Source2010_ForumGeneva/KnowledgeBuilding2010_fr.pdf


Language and school subjects Linguistic dimensions of knowledge building in school curricula

http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Source/Source2010_ForumGeneva/KnowledgeBuilding2010_en.pdf

b. Construir a ficha de atividade a partir de  uma, ou 2, 3 operações cognitivas ou funções discursivas:
  

«Les fonctions discursives déterminent simultanément les opérations cognitives et leur réalisation
verbale ; elles sont à l’interface entre la connaissance et la verbalisation, et comportent des
opérateurs (ou termes) tels que les suivants :
analyser
argumenter
évaluer
calculer
classifier
comparer
décrire/représenter
déduire
définir
distinguer
énumérer
expliquer
illustrer/exemplifier
induire/inférer
interpréter
juger/évaluer/apprécier
mettre en relation/confronter/recouper
nommer
esquisser
prouver
raconter
rapporter un discours
résumer
préciser [...]»
http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Source/Source2010_ForumGeneva/KnowledgeBuilding2010_en.pdf


Depois de escolherem as operações cognitivas (que até correspondem aos objetivos), colocam as seguintes perguntas (os programas do Secundário de línguas estrangeiras até já estão assim organizados!):

  •  Que competências vão desenvolver os meus alunos?
  •  Quais os meios linguísticos que  os alunos  vão ter de aprender?
  • De que documentos vou precisar? Nas abordagens comunicativas, pensar-se-ia no efémero, no quotidiano como pretexto para comunicar. Na linha da Plateforme e dos documentos referidos  pensa-se também na cultura no sentido mais tradicional: as línguas para construir conhecimento e comunicá-lo aos outros.  
  • Que documentos encontro na Internet?
  • Será que posso construir uma atividade de information gap? Que tarefas, atividades, exercícios?


  • E como é que os meus alunos podem sair da aula e comunicar com os colegas, blogues, fóruns...?
  • Como avaliar?

Encontram fichas de atividade (em formato blogue e portanto  muito breves e incompletas) aqui e em Auladeportugues...

http://auladeportuguesyclassedefrancais.blogspot.pt/2012/11/linhas-de-wellignton-linguas.html 
http://universidadedepasargada.blogspot.pt/2011/10/congres-de-l-appf-le-web-2-et-le-web-3.html
http://auladeportuguesyclassedefrancais.blogspot.pt/2011/03/potiche-exploitation-pedagogique.html
http://auladeportuguesyclassedefrancais.blogspot.pt/2011/05/pina-baush-si-jetais-enseignante-d.html

Nos outros post com o mesmo título encontram mais bibliografia e propostas de sites.

Se tiverem dúvidas... a sala está aberta. Só precisam de escrever um nome e perguntar, nos comentários. Eu estou aqui para responder. E as formadoras poderão responder também. Bom trabalho!

As línguas cruzam fronteiras: Avaliação

Agradeço a atenção com que me ouviram, apesar de ser ao fim do dia e no final dos trabalhos do Encontro. Foi e é (pois, como vos disse, a sessão não terminou e espero que continuem a seguir-me e sobretudo a comentar) muito agradável para mim  partilhar convosco as minhas leituras sobre os recentes relatórios e documentos do Conselho da Europa e do Conselho Europeu. Como veem  já foram objeto de comentários aqui, pelo que, de acordo com o que disse, a sessão de ontem começou antes e prolonga-se. Partilhei também experiências. E agradeço-vos a vossa colaboração com os questionários que preencheram. Espero que continuem a partilhar comigo, aqui, nesta sala de aula ou de formação virtual.
Obrigada pelo vosso incentivo. É bom ler esta avaliação. Procuro sempre juntar conhecimento e emoção e creio que consegui. Vou fazer, esta tarde ou amanhã, o post para a vossa avaliação.


 






sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Le concept de transposition didactique est-il utile en Didactique des Langues-Cultures ?


Le concept de transposition didactique est-il  utile en Didactique des Langues-Cultures ?

«J’ai donné aujourd’hui le présent de l’indicatif».  Cette affirmation de la part d’un enseignant relève de la transposition didactique, à mon avis (de façon rapide en style blog). L’enseignant a repris «un objet» qu’il a trouvé dans une grammaire, l’a  mis dans un paquet cadeau,  avec des dessins de petites bêtes ou avec  des dessins plus adultes en fonction du public, et l’«a donné» ou transmis  à ses sujets.  

Le concept de transposition qui semble s’adapter bien à d’autres domaines semble problématique en DL-C.
De même, la distinction entre « savoir savant»  et « savoir enseignan » semble se diluer dans l’évolution  de l’enseignement des langues. Dans les Méthodes « traditionnelles  », on peut en parler, mais depuis la Méthode Directe l’objet langue-culture intègre la culture-action (dans la terminologie de Galisson) plutôt que « les savoirs savants» ou la culture-vision  (pareil dans les MAV). Ce n’est qu’ à partir d’un certain moment  des  Approches Communicatives et  avec les Approches Actionnelles  que la culture-vision revient en classe (en même temps que celle du quotidien).

L’objet de la classe de langue-culture  est,  probablement,  autre que celui des autres domaines (quand on parle de transposition) puisque  cet objet ne se circonscrit pas à un ensemble de savoirs constitués (ailleurs). L’ensemble de savoirs   est construit à l’intérieur de la discipline Didactique des Langues- Cultures. Il est     « reconstruit » par la situation pédagogique qui comprend  l’agent, le sujet et l’objet (de la relation triangulaire habituelle)  mais qui comprend également les moyens, le temps, l’espace… ( voire l’appareil matriciel de Galisson). Et les «savoirs savants» intègrent (ils ne s’opposent  pas - une autre tendance qu’il faut corriger)  les compétences. Les savoirs savants (comme la grammaire, la littérature, la culture), les savoir-être, les savoir-faire et les savoirs apprendre déterminent les compétences, puisque si l’on ne  maîtrise pas  les savoirs comment peut-on  les démontrer  par «l’ usage» que l’on en fait ?  

Cette clarification semble importante d’autant plus que certains gouvernements, comme le nôtre,  tombent dans la tentation  de construire un « paquet pédagogique » constitué par la grammaire, la littérature, quelques aspects culturels que les enseignants  devront transposer en classe. Ceci  évite le besoin de former des enseignants, il suffit de leur fournir des batteries  d’  exercices avec le présent du subjonctif  et,  par ailleurs, il est facile de construire des instruments d’évaluation «très rigoureux, comparables…».

Or cette conception entre en contradiction avec toutes les lignes de politique linguistique européenne et avec les cadres de référence approuvés par  le Conseil de Ministres de l’Union Européenne, comme le CECR qui montrent les enjeux formatifs, communicatifs, sociaux, culturels, politiques du plurilinguisme à l’école ! On apprend les langues pour apprendre le temps des verbes, oui,  mais pour aller beaucoup plus loin…  

sábado, 28 de abril de 2012

30 alunos por turma? «O difícil é sentá-los!»

Questões pedagógicas, didáticas, pragmáticas e até neurológicas... Como dizia o Professor Marçal Grilo «o difícil é sentá-los!», porque... muitos nunca se sentaram à mesa para comer, nunca se sentaram no sofá para conversar com os pais ou ler um livro! Também não foram educados a ouvir! Sentam-se, por vezes em frente ao computador e os pais até lhes levam o jantar! E agora Senhor Ministro? O aumento número de alunos por turma tem sido desaconselhado, porque é difícil um acompanhamento de cada aluno. Mas, no que diz respeito ao ensino específico das línguas tanto do Português, como das línguas estrangeiras,a situação é pior.Tem-se apontada a questão da dificuldade de desenvolvimento das competências de oralidade (compreensão do oral e sobretudo expressão oral. Refira-se que, uma aula «clássica» - e com este número é difícil não seguir este modelo - obedece, quase sempre, à «regra» dos 2/3: 2/3 das intervenções verbais são efetuadas pelo professor e 1/3 pelos alunos. Se se dividir este tempo pelos 30 alunos significa que há grande possibilidade de alguns alunos nunca terem uma intervenção ao longo do ano. Como podem atingir um patamar sequer do QECR referencial das metas portuguesas? Mas, mais grave, como têm mostrado especialistas em comunicação (Hall, Sommer, Adams, Biddle, Maslow, Cosnier,Estrela…) o espaço ou a falta deste são responsáveis por problemas de comunicação, gerando, nomeadamente, atos de indisciplina e atos de destruição de mobiliário. Sommer mostra,por exemplo, que os alunos que se situam nas últimas filas (única maneira de organizar o espaço com 30 alunos,) do lado direito ou esquerdo da sala, dificilmente serão vistas pelo professor, pelo que não terão oportunidade de tomar a palavra e facilmente criarão problemas de indisciplina. E depois há a questão da empatia ou dos comportamentos em sincronia. Segundo estudos sobre os «neurónios-espelho», os nossos comportamentos mobilizam não só a nossa atividade cerebral, mas provocam atividade em espelho nos destinatários. Assim, aperceber-se das emoções, dos gestos do professor ou do aluno que explica leva a aprendizagens por imitação, nomeadamente em disciplinas que têm como objeto a língua-cultura. Será isto possível numa sala com 30 alunos? E os resultados que se pretende que os alunos atinjam? Será que as metas vão ser definidas em termos de «présent de l'indicatif du verbe être»? Se for assim ,talvez se consiga, mas os nossos alunos ficarão muito mal numa avaliação que tenha em conta os indicadores do Quadro Europeu Comum de Referência: Sublinhe-se que as metas, como estavam definidas, eram uma boa declinação deste referencial europeu. Por favor autores das metas... analisem este e outros referenciais europeus!

Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»

Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...