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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Recherche sur le non verbal et virturéalité

J'ai adoré cette application même si elle  se  mèle (et classe) notre vie sociale (ce qui est pourtant bien  inquiétant!!!). Et  elle analyse ??? nos  photos. Personnellement, je ne vois  pas que l'on puisse  interpréter de façon linéaire nos  expressions faciales... mais cette application est très intéressante ...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Discurso do Rei... comunicação interpessoal

O Discurso do Rei leva-me a tecer algumas considerações sobre comunicação interpessoal.



Na minha tese sobre comunicação não verbal, citava D.Abercrombie : «Nous parlons avec nos organes vocaux, mais c'est avec tout le corps que nous conversons ». Este poderia ser o resumo do filme.Centrado sobre o «discurso» mais do que sobre uma época, opção que não agradou a todos os críticos, mostra a relação entre a dimensão para-vocal e quinésica e a importância das emoções na comunicação interpessoal. O terapeuta, sem títulos, mas com experiência, adopta para além de recurso a técnicas- a pedido do rei para o desenvolvimento dos gestos articulatórios- leva este a verbalizar as suas emoções recorrendo à provocação verbal, à música, ao gesto, adoptando comportamentos de designados de «em espelho oposto».

Planos lindíssimos dos dois actores...

Deixo as críticas mais centradas sobre o filme aos críticos, até porque hoje não consigo escrever. Uma gripe impede-me de «conversar». Não me apetece escrever mais...

Faço como me parece que aconteceu a Woody Allen (com as devidas distâncias) em «Vai conhecer o homem dos seus sonhos». Será que se fartou do filme antes de o acabar, mas assim como assim... «vão gostar na mesma»- dirá Woody Allen?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

E ainda... em Salamanca Javier Krahe!

Um cantor difícil de «catalogar». Com um espírito humorístico incrível, uma comunicação não-verbal impressionante! Melhor era impossível para terminar ida a Salamanca!


terça-feira, 19 de outubro de 2010

Eye tracking, usabilidade e investigação em Educação

Os meus alunos sabem que não oriento teses sobre representações. Talvez por ter acompanhado a evolução do Ensino das Línguas sou defensora de uma abordagem accional. Estou um bocadinho farta de ver teses, monografias, projectos, relatórios sobre o que «as crianças pensam do Francês, do Inglês...», «Representação de pais, empresários...», «Representações sobre TIC, Quadros Interactivos Multimédia, Televisão, Moodle, Redes sociais...».
Já é tempo dos nossos estudantes em Educação centrarem a investigação na questão: «Que fazemos nós (adultos, crianças, adolescentes...) com os Média, com ...». »Quais as marcas de aprendizagem... com o dispositivo comunicativo x..».

Estive na 6ª feira numa demonstração dos equipamentos de Eye Tracking integrada no ETVCE 2010 - 1st International Conference on Eye Tracking, Visual Cognition and Emotion, na Universidade Lusófona.

E... se já estava convencida pelas leituras feitas, ainda mais convencida fiquei pela acção desenvolvida. Assim, verifiquei a facilidade com que com este dispositivo se podem fazer investigações para responder às seguintes perguntas:
« Que lê num texto escrito um leitor adulto (no caso)...Quanto tempo demora a ler uma frase, texto, página, em formato escrito...a resolver uma pergunta de um teste de usabilidade sobre um sítio Web...Que vê quando olha para rostos (olhos, boca). Lê o primeiro ou o 4ª rosto? Ou o 3º?

E que fizeram os outros 45 indivíduos submetidos ao mesmo teste minutos antes? E que fazem na China, na Austrália outros 45 indivíduos de outras equipas?

E que fazem crianças boas leitoras e más leitoras?

Para estas questões surgem de imediato todos os dados registados.


Mas interessa responder ao porquê?
Por que não soube responder à pergunta «quem construiu o Coliseu de Roma?» cuja resposta se encontrava num texto de 4 linhas? Por que saltei essa linha? E não saltei linhas no texto anterior?

É, nessa altura, que revindo as respostas e o meu traçado do olhar verbalizo( se souber) as minhas justificações (thinking aloud). E o registo do meu traçado do olhar e das minhas verbalizações continua a ser feito. E são mais dados que são recolhidos? E por que não «li» o primeiro rosto e fui primeiro ao 4º. Porque fui atraída pela alegria do rosto que estava no canto direito da «página». E posso, assim, continuar a minha investigação sobre «comportamentos não verbais» que iniciei no meu doutoramento com outras bases.

E posso comparar as diferentes verbalizações de x sujeitos submetidos a n testes na minha Escola, país no Mundo. Fazer estudos com variáveis como a idade, o sexo, a cultura... a partir da «leitura» de textos, de sites (por que razão sites tão «apelativos,amigáveis, interactivos» não são lidos/vistos?),de blogues, de imagens, de homens, de mulheres, de crianças (detectar pela expressão do rosto quando uma criança «tropeça» numa palavra, ver que não a fixa e eventualmente que não a verbaliza ou não), da televisão, da publicidade, de situações (intriga-me por exemplo como é feita a recepção de apresentações em power point, por exemplo, num auditório, mas isso fica para outro dia.

Enquanto procuro maneira de adquirir/ alugar equipamento (caro!) PROCURO equipa para integrar!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Lie to me - Os gestos na comunicação interpessoal

Segundo Paul Watzawick, não se pode não comunicar. Serão os gestos monosémicos, universais... ou serão marcados pelas culturas e os contextos? Trata-se de um assunto discutido nas minhas aulas «reais». A Escola de Palo Alto realizou vários estudos sobre a comunicação não verbal, insistindo, muitas vezes, na dimensão cultural e contextual da comunicação não verbal. Com base nos trabalhos de P. Ekman, investigador dessa Escola da Califórnia que se interoga sobre os gestos, o canal Fox está a transmitir uma série muito interessante «Lie to me». Apesar das dimensões contextuais serem algumas vezes apagadas e as interpretações serem por vezes demasiado lineares, trata-se de uma série a ver. Até por se tratar da mediação da investigação científica em televisão e pela adopção de um formato narrativo para a difusão de saberes. E pelas implicações em educação.

Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»

Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...