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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Exposição «Labirintos e memórias», na Câmara Municipal de Arganil


Está a decorrer, de 3 a 30 de abril, na Galeria Guilherme Filipe da Câmara Municipal de Arganil,  a exposição «Labirintos e memórias» de Antígona.
Parece, á primeira vista que a atividade de pintora de Antígona não tem nada a ver com a temática deste blogue de Clara Ferrão, mas há uma relação entre as duas.

Antígona nasceu em Pombeiro da Beira, ao pintar cenários, decorar poemas, representar peças de teatro, nas festas organizadas pela sua professora Maria de Lourdes Ferrão (também mãe de Clara Ferrão). Deliciou-se, no terceiro ano do liceu, nas aulas do Professor- Pintor de Arganil, António Ventura. 
Frequentou as aulas de Clara Ferrão e aprendeu conceitos de comunicação, literacia multimodal, intercompreensão,  leitura, empatia, neurociências, mestiçagem entre mundos reais e virtuais … Estudou literatura e pintura. Aluna de escola de viagens, adorou “encontrar Picasso”em Antibes, com 19 anos. Acompanhou Clara Ferrão em trabalho a Paris, a Copenhaga, ao Rio de Janeiro, a São Petersburgo…, impondo-lhe a sua vontade de visitar museus. Antígona frequentou alguns ateliês e “explicações” de pintura, mas não gosta de horários… Aproveitou a Internet para reclamar maior protagonismo e partilha. Alegre, ousada, atrevida, conversadora impõe a sua vontade a Clara Ferrão e Clara Ferrão oferece-lhe os conteúdos para as suas pinturas.

E surge esta exposição depois de uma primeira, na Galeria do Café Santa Cruz em Coimbra, em julho de 2017.
Porquê «Labirintos e memórias»?
Para Flaubert, uma folha de papel constitui um labirinto. Na folha há caminhos que se abrem e outros que se vão fechando.  Para Antígona, cada tela constitui um labirinto. Labirinto, não num sentido místico ou filosófico, como local de opressão, mas como uma construção como um ambiente de experimentação. Labirinto que constitui um convite à desorientação, implicando o recurso à memória ou memórias convocadas para encontrar resoluções. Labirinto que apresenta desafios cognitivos, com falsas pistas, com «veredas que bifurcam» (como diz Borges) com modos diferentes de «ler» ou ver a vida, com possibilidade de escolhas de formas e cores, com erros, com correções. Constitui um desafio à imaginação, uma construção lúdica, uma viagem em que o viajante sente o prazer de se perder e de encontrar, e de se encontrar. Como em todas as histórias, nomeadamente, como no mito que motivou a palavra labirinto, «as personagens» de Antígona - pintora vencem obstáculos e conseguem ultrapassar o que consideravam ser os seus limites. Os labirintos de Antígona são felizes, como as cores das telas o revelam. Antígona constrói metáforas de conceitos e propõe narrativas ancoradas no passado, nas memórias, que deixam fios para iniciar novas histórias. Memórias de viagens, de aulas, de telas, de livros, de rostos, de emoções… Antígona caracteriza-se pela capacidade de sonhar, como Ícaro, de realizar o que aparentemente é impossível, de desafiar o desconhecido, de resolver os emaranhados ou melhor os novelos que se vão desfiando nas telas: há teias que se fazem e desfazem, há espirais, há puzzles, peças que as mãos reconstroem a partir de memórias dispersas, com persistência, com desobediência em relação a princípios e regras que Clara Ferrão até pode conhecer.

Alguns momentos de encontros e reencontros com amigos.  




Será que é Antígona ou Clara Ferrão com a mania de explicar  até ao Sr. Presidente da Câmara de Arganil!   

sábado, 6 de janeiro de 2018

Maria Emília Ricardo Marques: In memoriam e reflexões sobre a «memória» em Didática das Línguas-Culturas

Maria Emília Ricardo Marques: In memoriam


Terminei hoje artigo,em coautoria com Teresa Salvado Sousa, para publicação no número 5 da Revista Synergies Portugal, como forma de homenagem de ex-alunas e colegas à Professora. Maria Emília Ricardo Marques foi copresidente de Synergies Portugal e é da mais elementar justiça que as instituições que a ela estiveram ligadas e as pessoas que com ela aprenderam relembrem o seu legado para que as gerações mais novas o conheçam e não precisem de iniciar percursos sociológicos, literários, didáticos, de reflexão sobre efeitos das tecnologias a partir do «nada». Há um pensamento construído também em Ciências Sociais!

Desse artigo, sublinho o seguinte:

" Maria Emília concluait un article publié dans le numéro 1 de la revue Intercompreensão Revista de Didáctica das Línguas, sur le passé de l’enseignement des langues, avec le regret suivant « Il y avait autant de chemins ouverts.. et on a tant oublié ! (1990 :111) Or, on ne saurait oublier un parcours de scientifique et professeur comme celui de Maria Emília, exemple d’«un tiers instruit» (pour emprunter le titre de l’ouvrage de Michel Serres1995), métis de culture humaniste, artistique, scientifique et technologique!" 



Não vou, evidentemente, justificar a homenagem de Synergies Portugal a Maria Emília Ricardo Marques, nem referir o seu currículo ou as áreas em que foi pioneira. São tópicos desenvolvidos no artigo que será publicado em breve, mas gostaria  de remeter o leitor para um vídeo sobre Didática das Línguas.

Com todos os meios tecnológicos de que dispomos hoje, seria suposto que na Internet se encontrassem vídeos de qualidade didática, quer de apoio às aulas quer à formação de professores. Ora, paradoxalmente, quase não existe esta produção e os  materiais  produzidos nos anos 90 do século passado e na primeira década deste século não  foram atualizados. (Lamento, por exemplo, que vídeos de que sou coautora da Universidade Aberta (a convite de Maria Emília Ricardo Marques), sobre comunicação pedagógica e mediática, que acompanhavam os materiais produzidos para a disciplina «Os média e a aprendizagem» não tivessem sido objeto de atualização).


Na investigação para o artigo encontrámos um vídeo   de uma grande atualidade pedagógica (apesar das deficientes qualidades técnicas ou da desatualização do guarda-roupa, se atendermos às possibilidades de hoje), coordenado pela Professora Maria Emília Ricardo Marques que seria bom ser visto, até porque uma das autoras (Professora Helena Peralta) é coautora de documento de referência sobre a flexibilidade curricular seguinte:


CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIOPARA A CONSTRUÇÃO DEAPRENDIZAGENS ESSENCIAISBASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS

Concluo esta mensagem com o convite para ver o vídeo  sobre o qual escrevi, com Teresa Salvado Sousa, o seguinte:

Une vidéo de la discipline Didáctica das Línguas Estrangeiras que nous avons redécouverte lors de la rédaction de cette conclusion est un exemple de la «définition» de Maria Emília proposée ci-dessus. Dans cette vidéo que Maria Emília a coordonné en tant que responsable de cette discipline, diffusée en 1990, par Universidade Aberta, la conception «plurilingue» de la didactique des langues est présente. La didactique des langues est commune aux différentes langues et la langue est indissociable de la culture. Par ailleurs, les documents authentiques, notamment de la vidéo, de la chanson, de la publicité sont proposés et insérés dans une perspective didactique. Une perspective communicative de la grammaire avec des exercices de conceptualisation est adoptée et justifiée. Le travail de projet visant l’autonomie est également explicité à partir d’échantillons de la communication en classe (Ricardo Marques et al.1990). Cette vidéo mériterait d’être refaite aujourd’hui avec d’autres moyens technologiques et communicatifs, le contenu didactique étant d’une actualité incroyable. C’est probablement l’une des lignes d’avenir que Maria Emília et les collègues qui l’ont accompagnée dans ce projet ont laissées. Les voies de l’avenir sont lancées… "
https://vimeo.com/user34119652/review/168768961/8998d50e4a



Ainda um comentário: hoje há muitas atividades propostas, até em manuais em formato digital, para exploração de canções, publicidades, BD, filmes, blogues... mas, muitas vezes, os autores «poupam» na conceptualização, na justificação para essas atividades. E, assim, estas aparecem como umas «pequenas brincadeiras para motivar alunos», sem uma visão integrada no desenvolvimento linguístico-cultural e comunicativo do aluno.  Até em congressos de associações de professores são propostas comunicações sobre diferentes suportes ou «documentos autênticos»... sem que os autores as justifiquem (nem sequer na  perspetiva comunicativa quanto mais na perspetiva acional)!

Com Maria Emília Ricardo Marques, no número 1 de Intercompreensão,  lamento:
«Havia tantos caminhos abertos... e tanto foi esquecido»!

Também a Revista Intercompreensão Revista de Didáctica das Línguas (Maria Emília Ricardo Marques pertencia à Comissão Científica)  foi esquecida. Ficou no número 16!
E, no entanto», o tema do número 15  (Abordagens plurais e multimodais) era bem atual...
Wook.pt - Intercompreensão - Revista de Didáctica das Línguas
https://www.wook.pt/livro/intercompreensao-revista-de-didactica-das-linguas/9857607

Ou... a leitura  do último número Literacias académicas multimodais parece justificar-se  quando se constata a dificuldade de escrita e apresentação oral de trabalhos académicos!
Intercompreensão n.º 16  Literacias académicas multimodais
http://edicoescosmos.pt/index.php?route=product/product&product_id=163~

Mas permitam que faça uma pergunta provocadora? Onde  está o nome de  Maria Emília Ricardo Marques (e de outros autores portugueses de referência) em programas de formação de professores ou de UC (disponíveis na Internet)? O de Galisson, de Porcher...? Perguntem a professores se conhecem estes nomes? Ou até...  se alguma vez ouviram falar do PNEP (2006-2009)?

Não é uma queixa pessoal, dado que, felizmente, ainda falo e escrevo... E é porque sempre falei que utilizo o blogue (e o Facebook  também) como meio para chegar a ex-alunos e colegas de todo o mundo. Vantagens das tecnologias na educação, campo em Maria Emília Ricardo Marques foi pioneira!



 


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Ato simbólico, no Colóquio Transformações, perenidades, inovações ESEC – 30 anos de Ensino de línguas/Formação de professores de línguas

Escolhi a ESEC da Universidade do Algarve para um ato simbólico da carreira do Ensino Superior: a «última aula». Estejam descansados! Figo continua a marcar golos, mas este é um momento simbólico na nossa cultura (apesar de se estar a perder)!

Em primeiro lugar, por causa do título: 30 anos

Passei cerca  de 30 anos numa Escola Superior de Educação a formar professores. Assisti ( e participei) em grande parte das transformações e inovações. Constato algumas perenidades e preocupam-me  alguns retrocessos.

Há cerca de 30 anos, colaborei, na Universidadedo Algarve, no primeiro mestrado de  educação (didática das línguas) das ESE. A ESE pertencia a uma Universidade e pôde ter mestrados antes das outras. Já depois de me aposentar, colaborei no Mestrado da REDE  7 (em Castelo Branco)  que integrava também a ESE(C). Nos dois casos lecionei a cadeira (e UC) de Didática das Línguas Culturas em colaboração com uma professora desta instituição que muito admiro, a Teresa de Sousa. A minha primeira orientação de mestrado foi feita nesta instituição. Participei em júris de mestrado e progressão em carreiras. Participei em colóquios e congressos e fiz amigos.
Por sugestão da Presidente da APEF, na altura da minha aposentação,  Ana Clara Santos, a ESEC organizou um Colóquio em minha homenagem e colaborou na publicação das Atas (também a UIIPS do IPS de Santarém). Que melhor homenagem pode  ser prestada a  um investigador que um colóquio com investigadores para refletir sobre a sua disciplina? E com alunos?

Em segundo lugar, ao convidar-me para -  depois do Professor Varela de Freitas, fundador da ESE (C) e do IPS do Algarve que traçou a história das ESE ( parte da minha história  também)  - falar sobre inovações, transformações, perenidades no ensino das línguas e da formação de professores, a ESEC estava a incitar-me, sem o saber, para que eu tomasse esta decisão.  

Na presença de colegas que foram adjuvantes na minha história , de responsáveis da ESE (Obrigada António Lopes, Artur Gonçalves, Catherine Simonot, Isabel Orega, Teresa Sousa e todos os outros colegas), de estudantes, de colegas do PNEP, de professores do ensino básico e secundário. Até a minha querida colega Carmen Guillén veio acompanhada por um estudante da Universidade onde dei aulas (Valladolid)!

E escolhi muito bem porque se tratou de um Colóquio onde foi traçada a história da ESE - ESEC , onde  colegas apresentaram e justificaram o lugar de cursos e unidades curriculares em consonância com a missão das ESE. Onde foram apresentadas investigações nacionais e internacionais. E destaco as comunicações-testemunhos da qualidade da formação prestada na ESEC feitas por ex-estudantes. E não foram convocados para  comparecer a reuniões de avaliação da instituição ou de cursos! Foi um momento que deixa a instituição de parabéns pela articulação entre a conceptualização e a intervenção. Ou melhor dizendo, tratou-se também de  um Colóquio em Didática das Línguas e Culturas nas diferentes componentes desta disciplina, de acordo com o Professor Robert Galisson . Daí  a justificação para a  apresentação do número 4 da  Revista Synergies  Portugal,   numero de homenagem a este Professor-Investigador_Homem de cultura e Amigo. O número 4 foi apresentado por mim enquanto ex-diretora da revista em Portugal e co-coordenadora do número e pela nova diretora da publicação portuguesa, Ana Clara Santos. Esta revista é uma das 32 Synergies publicada pelo GERFLINT (Groupe de recherche sur le français langue internationale), sendo o diretor de todas as publicações Jacques Cortès.

E por último, tinha razão para concluir a minha aula  com a  entrega simbólica do quadro «naïf» de Antígona (Clara Ferrão) intitulado «Mestiçagem de Culturas», título que retoma citação de Michel Serres a propósito do cidadão do futuro «le tiers instruit» que deve ser um mestiço de culturas. Para além das ciências e as tecnologias terem estado associadas às apresentações sobre literatura que também convocaram pintores, um concerto «fechou» o Colóquio na ESEC. Depois foi o jantar... e a conversa entre amigos!   E, agora, as férias...
Muito obrigada ESEC!
      


terça-feira, 30 de maio de 2017

Exposição Palimpsestos Coloridos, na Galeria do Café Santa Cruz em Coimbra

Palimpsestos Coloridos podem ser vistos na Galeria do Café Santa Cruz, em Coimbra, de 3 a 17 de junho, 2017. Exposição de Antígona que é «comentada» por  Clara Ferrão.




Palimpsesto era um manuscrito em pergaminho que os copistas da Idade Média apagavam para dar lugar a nova escrita, mas esta nova escrita não escondia totalmente a anterior. Antígona recorda-se de apagar, no «pergaminho», inscrições - frases, imagens e cores - que estão na sua memória, ou na de Clara Ferrão, para as substituir por pinceladas e manchas suas, deixando, no entanto, transparecer vestígios de inscrições anteriores; levando a diferentes leituras, convocando recordações comuns nos outros com quem quer partilhar os novos «textos» que «escreveu».
Clara Ferrão teria gostado de intitular esta exposição «One cannot not communicate», axioma da comunicação, título da tela aqui reproduzida. Pelo menos, teria gostado de “palimpsestos icónicos”? Antígona até aceitou palimpsestos. Mas icónicos! «Parece que estás nas aulas, Clara Ferrão! Antes coloridos» - decidiu.
Os títulos dados por Clara Ferrão, umas vezes antes, outras durante ou mesmo depois da pintura estão frequentemente incorporados nas telas de Antígona. As pinceladas e as manchas de cor de Antígona, por sua vez, fizeram emergir outras imagens em Clara Ferrão.
Olhares cruzados que procuram cruzar-se com o público.

«Rosebud» é o título da tela seguinte, em palimpsesto. 


Palimpsesto era um manuscrito em pergaminho que os copistas da Idade Média apagavam para dar lugar a nova escrita, mas esta nova escrita não escondia totalmente a anterior. Antígona recorda-se de apagar, no «pergaminho», inscrições - frases, imagens e cores - que estão na sua memória, ou na de Clara Ferrão, para as substituir por pinceladas e manchas suas, deixando, no entanto, transparecer vestígios de inscrições anteriores; levando a diferentes leituras, convocando recordações comuns nos outros com quem quer partilhar os novos «textos» que «escreveu».
Clara Ferrão teria gostado de intitular esta exposição «One cannot not communicate», axioma da comunicação, título da tela aqui reproduzida. Pelo menos, teria gostado de “palimpsestos icónicos”? Antígona até aceitou palimpsestos. Mas icónicos! «Parece que estás nas aulas, Clara Ferrão! Antes coloridos» - decidiu.
Os títulos dados por Clara Ferrão, umas vezes antes, outras durante ou mesmo depois da pintura estão frequentemente incorporados nas telas de Antígona. As pinceladas e as manchas de cor de Antígona, por sua vez, fizeram emergir outras imagens em Clara Ferrão.
Olhares cruzados que procuram cruzar-se com o público.

Clara Ferrão
Licenciada em Filologia Românica, mestre em Linguística, doutorada em Didática das Línguas, agregada em Educação. Foi Vice-Presidente do Instituto Politécnico de Santarém. É professora coordenadora com agregação aposentada da Escola Superior de Educação deste  Instituto. Colaborou em programas de doutoramento da Universidade de Sorbonne Nouvelle, Salamanca, Valladolid e Campinas. Movimenta-se entre a educação, a comunicação e os média.

Antígona

Antígona nasceu em Pombeiro da Beira, ao pintar cenários, decorar poemas, representar peças de teatro.
Frequentou as aulas de Clara Ferrão e aprendeu conceitos de comunicação, multimodalidade, mestiçagens de culturas, porosidades entre mundos reais e virtuais, ou mesmo virtureais…
Estudou literatura e pintura. Aluna de escola de viagens, adorou “encontrar Picasso” em Antibes, com 19 anos. Acompanhou Clara Ferrão em trabalho a Paris, a Figueras, a Copenhaga, ao Rio de Janeiro, a São Petersburgo…, impondo-lhe a sua vontade de visitar museus. Antígona frequentou alguns ateliers e “explicações” de pintura, mas não gosta de horários… Aproveitou a Internet para reclamar maior protagonismo e partilha.
Alegre, ousada, atrevida, conversadora impõe a sua vontade a Clara Ferrão. Esta exposição é o resultado da sua vontade.     


Colóquio «Educação e mobilidades: línguas, culturas,discursos e sujeitos»

Vai ter lugar na universidade de Aveiro Colóquio subordinado a este título. Organizado pela REDE PICNAB- Projeto internacional de investig...