Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
auladeportuguêse(t)classedefrançais: Resultados dos exames de Português
auladeportuguêse(t)classedefrançais: Resultados dos exames de Português: Maus resultados nos exames de Português. Quem se espanta? Post escrito no iPad, ainda mais" rascunho "do que é habitual! Leio vá...
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Provas de avaliação de professores e formatação de professores
Não sou certamente uma professora «formatada»... Nem os bons professores que tive a sorte de ter eram «formatados». Também não o eram os bons colegas que tive (e tenho) e os que formei.
Eram bons porque saiam da «forma». Foi por isso que ficaram na minha memória e me deram uma parte de si que integrei na minha identidade.
Possivelmente... não passariam em provas escritas nem teriam 14. Eu também não deveria ter a nota mínima para aceder à profissão.
Então!
Primeira prova escrita: resolver problemas. Bom há vário tipos de problemas, devo dizer que, grande parte deles, quer dos meus, quer dos que se colocaram a bons professores, nem sempre foi resolvida da forma pedagogicamente mais correta, também nem sempre foi da cientificamente mais correta, nem sempre da forma comunicativamente mais correta... Baseada nessa «observação» de bons professores(onde me incluo) vou dar alguns exemplos. O bom professor, em função das situações, «vai» ao seu repertório buscar as respostas que mais se adequam e, se não encontra nestes estratégias, inventa outras. Umas vezes ri-se, até de si próprio, outras vezes cala-se, outras conta histórias, outras distancia-se dos alunos, outras ainda acaricia um aluno (proximidade- distante, paradoxo de Lozanov). Umas vezes, segue um plano, outras vezes improvisa tudo. Umas vezes, dá a palavra aos alunos, outras vezes, fala durante todo o tempo da aula e os alunos estranham que o tempo tivesse chegado ao fim... Algumas vezes, passa de uns assuntos para outros aparentemente sem nenhuma lógica, mas os alunos ficam encantados. Outras vezes, dá uma aula tradicional, outras vezes joga a bola ao mesmo tempo que o aluno que recebe a bola diz o nome de uma cor em língua estrangeira ou... começa uma história que o aluno que recebe a bola continua, outras vezes lê um texto ao mesmo tempo que faz os alunos ouvir Mozart ou Haendel (em momentos diferentes... ele sabe porquê). Outras vezes ainda, o aluno desenha ou dança (sim ...em língua estrangeira ou materna, crianças e adultos), ao mesmo tempo que ouve música ou um texto. Outras pede aos alunos para fazerem exercícios de gramática do manual ou de fichas ou faz um ditado... Ou os alunos escrevem 5 ou 6 vezes a mesma palavra, na qual haviam dado erro no ditado, com ou sem caligrama ou desenho... «Manda» fazer traduções, redações, exercícios... Ensina a escrever, escreve ao mesmo tempo que os alunos... Ensina a ler e a ter prazer na leitura, debate, concorda, discorda, explica... Educa!
Umas vezes ralha com um aluno, outras vezes incentiva-o... Explica por que o faz... Mostra que está feliz, mas pode mostrar que está infeliz (porque o marido partiu para a guerra na Guiné, nesse dia (um dos dias mais difíceis da minha carreira! Passados anos, um adulto (que era uma criança de 10 anos) mostrou-me como essa aula foi importante para o seu crescimento!). Fica triste também com situações de alunos e alegra-se com os momentos em que as aprendizagens, as descobertas, as situações da vida dos alunos florescem à sua frente.
Haverá alguém que possa fazer um teste que revele estas competências dos professores?
Quando comecei a minha carreira de orientadora pedagógica havia uma ficha que procurava (de forma pouco objetivável - dirão alguns doentes da «fichite aguda») «observar o «ser», o «saber» e o «fazer» do professor. Talvez a melhor ficha que utilizei!
Grande parte das competências para resolver problemas vem do «ser» que se pode modificar, mas que não cabe numa prova escrita! Portanto...
E agora passemos à prova específica. É muito fácil fazer uma prova de Português, Francês, Inglês... em todas as línguas.
Para um professor do 1º Ciclo
(As frases a completar podem ser um bocadinho mais rebuscadas! Não estão a fazer uma prova do 4º ano! Mas o modelo, o «formato», a «forma» pode ser a mesma). Recorrendo, claro, ao Dicionário Terminológico!)
«4. Completa cada uma das frases seguintes com a forma dos verbos apresentados
entre parênteses, no tempo e no modo indicados.
Pretérito perfeito do indicativo
Os cientistas _________________________ (mergulhar) até grande profundidade
e _________________________ (estar) sempre a observar o fundo do mar».
Exemplo que também pode ser um bocadinho mais complexo para o Secundário:
«Com base na sua leitura de uma das peças de teatro a seguir indicadas, apresente os dois momentos,
quanto a si, mais importantes no desenrolar da ação dessa obra.
−− Almeida Garrett – Um Auto de Gil Vicente ou O Alfageme de Santarém;
−− Raul Brandão – O Gebo e a Sombra ou O Doido e a Morte;
−− José Cardoso Pires – O Render dos Heróis.
Redija um texto bem estruturado, de cem a duzentas palavras».
E para Francês... não sei se será melhor um exemplo com a «chocroute» ou com os «macarrons»!
«2.3. De nombreuses découvertes ont été possibles dans le domaine de
l’astronomie _________ l’invention du télescope.
(A) pourtant
(B) à cause de
(C) grâce à
(D) malgré
2.4. Désormais, la choucroute ne sert plus uniquement à
manger, _________, en Alsace, une station d’épuration produit de
l’électricité à partir de son jus.
(A) car
(B) cependant
(C) même si
(D) tandis que».
Para a avaliação em «Didática» (nem sei mesmo se se justifica, desde que os professores dominem os conteúdos, compram umas fichas e passam fichas...).
Mas, como sou otimista e construtiva, proponho um item:
Planifique uma unidade didática para o pretérito perfeito. Planifique uma unidade a partir do soneto X...
Caros colegas que vão fazer estas provas! Pelo menos ... procurem que haja várias «formas»!
Já basta o que se está a passar nos Ensinos Básico, Secundário e Superior. Nem sempre são os muito bons que têm excelente. Às vezes, as fichas estão tão bem feitas que... os excelentes «caem» nos que, nem sempre, são assim tão bons professores! E depois os avaliadores pares...
Quando comecei a carreira fazia tudo por gosto. O mesmo acontecia aos meus colegas. Mestrados doutoramentos, projetos, investigações, publicações (sempre houve os que não o faziam - agora não teriam esse problema... já se compram!). Havia muitas avaliações integradas no percurso por pessoas reconhecidas! Com estes modelos... há a caça aos pontos! Mesmo que isso implique artigos bem duvidosos que se lêem nas redes «científicas»! «Mais uns pontos!»! Não gosto de formatações, desculpem, «avaliações» destas!
Eram bons porque saiam da «forma». Foi por isso que ficaram na minha memória e me deram uma parte de si que integrei na minha identidade.
Possivelmente... não passariam em provas escritas nem teriam 14. Eu também não deveria ter a nota mínima para aceder à profissão.
Então!
Primeira prova escrita: resolver problemas. Bom há vário tipos de problemas, devo dizer que, grande parte deles, quer dos meus, quer dos que se colocaram a bons professores, nem sempre foi resolvida da forma pedagogicamente mais correta, também nem sempre foi da cientificamente mais correta, nem sempre da forma comunicativamente mais correta... Baseada nessa «observação» de bons professores(onde me incluo) vou dar alguns exemplos. O bom professor, em função das situações, «vai» ao seu repertório buscar as respostas que mais se adequam e, se não encontra nestes estratégias, inventa outras. Umas vezes ri-se, até de si próprio, outras vezes cala-se, outras conta histórias, outras distancia-se dos alunos, outras ainda acaricia um aluno (proximidade- distante, paradoxo de Lozanov). Umas vezes, segue um plano, outras vezes improvisa tudo. Umas vezes, dá a palavra aos alunos, outras vezes, fala durante todo o tempo da aula e os alunos estranham que o tempo tivesse chegado ao fim... Algumas vezes, passa de uns assuntos para outros aparentemente sem nenhuma lógica, mas os alunos ficam encantados. Outras vezes, dá uma aula tradicional, outras vezes joga a bola ao mesmo tempo que o aluno que recebe a bola diz o nome de uma cor em língua estrangeira ou... começa uma história que o aluno que recebe a bola continua, outras vezes lê um texto ao mesmo tempo que faz os alunos ouvir Mozart ou Haendel (em momentos diferentes... ele sabe porquê). Outras vezes ainda, o aluno desenha ou dança (sim ...em língua estrangeira ou materna, crianças e adultos), ao mesmo tempo que ouve música ou um texto. Outras pede aos alunos para fazerem exercícios de gramática do manual ou de fichas ou faz um ditado... Ou os alunos escrevem 5 ou 6 vezes a mesma palavra, na qual haviam dado erro no ditado, com ou sem caligrama ou desenho... «Manda» fazer traduções, redações, exercícios... Ensina a escrever, escreve ao mesmo tempo que os alunos... Ensina a ler e a ter prazer na leitura, debate, concorda, discorda, explica... Educa!
Umas vezes ralha com um aluno, outras vezes incentiva-o... Explica por que o faz... Mostra que está feliz, mas pode mostrar que está infeliz (porque o marido partiu para a guerra na Guiné, nesse dia (um dos dias mais difíceis da minha carreira! Passados anos, um adulto (que era uma criança de 10 anos) mostrou-me como essa aula foi importante para o seu crescimento!). Fica triste também com situações de alunos e alegra-se com os momentos em que as aprendizagens, as descobertas, as situações da vida dos alunos florescem à sua frente.
Haverá alguém que possa fazer um teste que revele estas competências dos professores?
Quando comecei a minha carreira de orientadora pedagógica havia uma ficha que procurava (de forma pouco objetivável - dirão alguns doentes da «fichite aguda») «observar o «ser», o «saber» e o «fazer» do professor. Talvez a melhor ficha que utilizei!
Grande parte das competências para resolver problemas vem do «ser» que se pode modificar, mas que não cabe numa prova escrita! Portanto...
E agora passemos à prova específica. É muito fácil fazer uma prova de Português, Francês, Inglês... em todas as línguas.
Para um professor do 1º Ciclo
(As frases a completar podem ser um bocadinho mais rebuscadas! Não estão a fazer uma prova do 4º ano! Mas o modelo, o «formato», a «forma» pode ser a mesma). Recorrendo, claro, ao Dicionário Terminológico!)
«4. Completa cada uma das frases seguintes com a forma dos verbos apresentados
entre parênteses, no tempo e no modo indicados.
Pretérito perfeito do indicativo
Os cientistas _________________________ (mergulhar) até grande profundidade
e _________________________ (estar) sempre a observar o fundo do mar».
Exemplo que também pode ser um bocadinho mais complexo para o Secundário:
«Com base na sua leitura de uma das peças de teatro a seguir indicadas, apresente os dois momentos,
quanto a si, mais importantes no desenrolar da ação dessa obra.
−− Almeida Garrett – Um Auto de Gil Vicente ou O Alfageme de Santarém;
−− Raul Brandão – O Gebo e a Sombra ou O Doido e a Morte;
−− José Cardoso Pires – O Render dos Heróis.
Redija um texto bem estruturado, de cem a duzentas palavras».
E para Francês... não sei se será melhor um exemplo com a «chocroute» ou com os «macarrons»!
«2.3. De nombreuses découvertes ont été possibles dans le domaine de
l’astronomie _________ l’invention du télescope.
(A) pourtant
(B) à cause de
(C) grâce à
(D) malgré
2.4. Désormais, la choucroute ne sert plus uniquement à
manger, _________, en Alsace, une station d’épuration produit de
l’électricité à partir de son jus.
(A) car
(B) cependant
(C) même si
(D) tandis que».
Para a avaliação em «Didática» (nem sei mesmo se se justifica, desde que os professores dominem os conteúdos, compram umas fichas e passam fichas...).
Mas, como sou otimista e construtiva, proponho um item:
Planifique uma unidade didática para o pretérito perfeito. Planifique uma unidade a partir do soneto X...
Caros colegas que vão fazer estas provas! Pelo menos ... procurem que haja várias «formas»!
Já basta o que se está a passar nos Ensinos Básico, Secundário e Superior. Nem sempre são os muito bons que têm excelente. Às vezes, as fichas estão tão bem feitas que... os excelentes «caem» nos que, nem sempre, são assim tão bons professores! E depois os avaliadores pares...
Quando comecei a carreira fazia tudo por gosto. O mesmo acontecia aos meus colegas. Mestrados doutoramentos, projetos, investigações, publicações (sempre houve os que não o faziam - agora não teriam esse problema... já se compram!). Havia muitas avaliações integradas no percurso por pessoas reconhecidas! Com estes modelos... há a caça aos pontos! Mesmo que isso implique artigos bem duvidosos que se lêem nas redes «científicas»! «Mais uns pontos!»! Não gosto de formatações, desculpem, «avaliações» destas!
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Ensino Superior... «áreas de coordenação», agrupamentos, fusões...
Em dia de grande confusão no ensino secundário e para marcar a «minha adesão» à greve, aqui vão algumas perguntas sobre o ensino superior:
Quantas universidades haverá neste momento? Sou eu que estou enganada ou... há 9? Vejo toda a gente tão sossegada depois da proposta de vagas que fico espantada! Porque, ou me engano muito ou, nas «áreas de coordenação», há sempre uma instituição maior que vai «agrupar» e ficar com os «serviços centrais» de cada «agrupamento». Depois... se as vagas são distribuídas por «áreas», faz todo o sentido distribuir o financiamento e será que se justifica ter um presidente/diretor em todas as instituições? E secretarias? E bibliotecas? E serviços sociais, e...e...
E os professores poderão deslocar-se. Nem é necessário pagar-lhes... fazem serviço na mesma «área»! (era preciso um termo diferente de «agrupamento», isso é no básico e secundário!)... E como fazer a «requalificação» se os professores estão no topo das qualificações? Será que ainda se poderá falar de «requalificação» ou haverá necessidade de outro termo para evitar falar de «despedimento»? E assim, através das vagas, (um assunto tão pouco importante) se fundem e se extinguem instituições e sem barulho!
Antes do governo tomar posse eu analisava o discurso «líquido» do candidato a primeiro ministro, mas, afinal ...
Quantas universidades haverá neste momento? Sou eu que estou enganada ou... há 9? Vejo toda a gente tão sossegada depois da proposta de vagas que fico espantada! Porque, ou me engano muito ou, nas «áreas de coordenação», há sempre uma instituição maior que vai «agrupar» e ficar com os «serviços centrais» de cada «agrupamento». Depois... se as vagas são distribuídas por «áreas», faz todo o sentido distribuir o financiamento e será que se justifica ter um presidente/diretor em todas as instituições? E secretarias? E bibliotecas? E serviços sociais, e...e...
E os professores poderão deslocar-se. Nem é necessário pagar-lhes... fazem serviço na mesma «área»! (era preciso um termo diferente de «agrupamento», isso é no básico e secundário!)... E como fazer a «requalificação» se os professores estão no topo das qualificações? Será que ainda se poderá falar de «requalificação» ou haverá necessidade de outro termo para evitar falar de «despedimento»? E assim, através das vagas, (um assunto tão pouco importante) se fundem e se extinguem instituições e sem barulho!
Antes do governo tomar posse eu analisava o discurso «líquido» do candidato a primeiro ministro, mas, afinal ...
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Multimodalidade: Aula aberta, na Universidade Católica de Braga
Como referi na conferência, o facto de ter falado sobre multimodalidade implica a continuação no tempo, em outro dispositivo : o blogue. A conferência foi propositadamente polícrona: falei de muitos assuntos em pouco tempo.
Aqui está a continuação, não só para os estudantes atentos e colaborativos de Braga, mas para todos os "leitores" que me têm acompanhado na discussão sobre este assunto.
Hoje, ainda, vou ser mais trapalhona neste post escrito, pela primeira vez, no IPad. Poderão perguntar-me: por que não nos deu ou publicou a apresentação?
A resposta está no tratamento do assunto na aula, mas, se falei de multimodalidade, apesar do pp ser por natureza um dispositivo multimodal, integrou-se num outro dispositivo multimodal mais amplo. O meu Eu não está na apresentação em interação com os vossos Eu. Logo só o posso passar ( ou os vossos professores) num contexto em que a dimensão relacional esteja presente e não a distância.
A comunicação tinha quatro partes. Na primeira, justifiquei o interesse deste tema num contexto de aula de mestrado, para um professor de línguas que forma alunos que têm de desenvolver uma literacia em sentido amplo para encontrar emprego. Numa segunda parte, intitulada " pode orientar a minha monografia sobre literacia? " , explicitei o conceito de competência comunicativa. Na terceira parte, defini e explicitei o conceito de multimodalidade. Na última, dei um exemplo de ação de formação centrada sobre as tecnologias integradas em dispositivos de comunicação multimodal: problemas de algumas práticas e boas práticas.
4- Contar histórias e as tecnologias
O desenvolvimento e a bibliografia encontram-se em outros posts, nomeadamente nos da anterior conferência na Universidade de Aveiro, sobre multimodalidade também.
Gostei muito de «encenar» esta aula aberta, recorrendo à exemplificação, à narrativização, à revelação, à esquematização. Face ao desafio de competir com o desafio de futebol Portugal- Rússia, procurei servir-me das regras dos media, para envolver o meu público. Gostei muito das vossas reações- Obrigada!
Aqui está a continuação, não só para os estudantes atentos e colaborativos de Braga, mas para todos os "leitores" que me têm acompanhado na discussão sobre este assunto.
Hoje, ainda, vou ser mais trapalhona neste post escrito, pela primeira vez, no IPad. Poderão perguntar-me: por que não nos deu ou publicou a apresentação?
A resposta está no tratamento do assunto na aula, mas, se falei de multimodalidade, apesar do pp ser por natureza um dispositivo multimodal, integrou-se num outro dispositivo multimodal mais amplo. O meu Eu não está na apresentação em interação com os vossos Eu. Logo só o posso passar ( ou os vossos professores) num contexto em que a dimensão relacional esteja presente e não a distância.
A comunicação tinha quatro partes. Na primeira, justifiquei o interesse deste tema num contexto de aula de mestrado, para um professor de línguas que forma alunos que têm de desenvolver uma literacia em sentido amplo para encontrar emprego. Numa segunda parte, intitulada " pode orientar a minha monografia sobre literacia? " , explicitei o conceito de competência comunicativa. Na terceira parte, defini e explicitei o conceito de multimodalidade. Na última, dei um exemplo de ação de formação centrada sobre as tecnologias integradas em dispositivos de comunicação multimodal: problemas de algumas práticas e boas práticas.
Pontos de partida para discussão :
1 Miguel Gonçalves em TED x, em Braga, tinha de ser!
2- história de uma aluna de outra instituição que " quis " impor-me a orientação da sua monografia, tratando-me por você, sem me conhecer de lado nenhum, sem ter lido nada, ao domingo... sem saber nada sobre o tema... (componentes socioculturais, linguísticas, discursivas, referencias)
3- episódio da série Yes Minister sobre discurso televisivo.
Toda a comunicação é multimodal
Que categorias se podem distinguir para analisar a comunicação multimodal? Há respostas em outros posts.
Que categorias se podem distinguir para analisar a comunicação multimodal? Há respostas em outros posts.
O desenvolvimento e a bibliografia encontram-se em outros posts, nomeadamente nos da anterior conferência na Universidade de Aveiro, sobre multimodalidade também.
Gostei muito de «encenar» esta aula aberta, recorrendo à exemplificação, à narrativização, à revelação, à esquematização. Face ao desafio de competir com o desafio de futebol Portugal- Rússia, procurei servir-me das regras dos media, para envolver o meu público. Gostei muito das vossas reações- Obrigada!
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Virturéalité
Le sociologue Bernard Cathelat présente dans une nouvelle vidéo l'évolution technologique et les défis créés par cette technonogie à l'heure de la virturéalité.
Virturealite por Benjaminnetexploratrend
Virturealite por Benjaminnetexploratrend
domingo, 26 de maio de 2013
Aula Aberta Comunicação multimodal e competências de relacionamento interpessoal. Universidade Católica, Braga
Aula Aberta
Comunicação multimodal e competências de relacionamento interpessoal
A Aula Aberta é promovida pela Faculdade de Filosofia de Braga no âmbito das ações de divulgação científica e cultural do seu curso de Mestrado em Ensino de Português e Espanhol.
No próximo dia 7 de junho, às 19 horas, realizar-se-á, na
Faculdade de Filosofia do Centro Regional de Braga da Universidade Católica
Portuguesa, uma Aula Aberta subordinada ao tema «Comunicação multimodal e
competências de relacionamento interpessoal».
No mundo contemporâneo, a comunicação é cada vez mais
multimodal porque implica a combinação de linguagens, códigos, canais e
suportes diferentes em espaços e tempos reais e virtuais. Contudo, os recursos
tecnológicos nem sempre são usados de modo apropriado para permitir uma
comunicação eficaz em termos interpessoais. A partir da análise de situações da
vida quotidiana, a Aula Aberta tem por propósito contribuir para a reflexão
sobre a configuração e o impacto da comunicação multimodal na promoção
de competências de relacionamento pessoal e interpessoal em
contextos sociais, educacionais e profissionais diversificados.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Synergies Portugal - Appel à contributions
APPEL À CONTRIBUTIONS
Regards de recherche sur l'avenir de la didactique des langues-cultures - Synergies Portugal, no 2, 2014
Date limite: 31 mai 2013
La didactique des langues-cultures (DLC) a connu un grand essor ces dernières années dans le monde. Dans l’espace européen, cet élan est dû à une constellation de facteurs d’ordre divers, parmi lesquels, émerge de façon saillante, la consolidation du domaine dans le cadre disciplinaire académique, ce qui s’est traduit, entre autres, par la création et l’implantation de programmes de master et de doctorat en DLC, ou encore par l’octroi d’appuis financiers à la recherche par des institutions scientifiques nationales et internationales, par la constitution d’équipes internationales dans le cadre de projets de recherche et de formation innovants en Éducation et la circulation de la connaissance de la, sur et en DLC dans des espaces conjoints ou transnationaux et de plus en plus diversifiés, enfin par des degrés d’exigence croissants sur les plans de la publication et de la diffusion (...)
Regards de recherche sur l'avenir de la didactique des langues-cultures - Synergies Portugal, no 2, 2014
Date limite: 31 mai 2013
La didactique des langues-cultures (DLC) a connu un grand essor ces dernières années dans le monde. Dans l’espace européen, cet élan est dû à une constellation de facteurs d’ordre divers, parmi lesquels, émerge de façon saillante, la consolidation du domaine dans le cadre disciplinaire académique, ce qui s’est traduit, entre autres, par la création et l’implantation de programmes de master et de doctorat en DLC, ou encore par l’octroi d’appuis financiers à la recherche par des institutions scientifiques nationales et internationales, par la constitution d’équipes internationales dans le cadre de projets de recherche et de formation innovants en Éducation et la circulation de la connaissance de la, sur et en DLC dans des espaces conjoints ou transnationaux et de plus en plus diversifiés, enfin par des degrés d’exigence croissants sur les plans de la publication et de la diffusion (...)
Ainsi, le deuxième numéro de Synergies Portugal lance un appel aux auteurs d’articles de recherche pouvant répondre à l’un ou plus d’un des ensembles de questions suivants :
L’élaboration de ce numéro se situe entre les mois de février 2013 et mars 2014 :
Date limite d’envoi des propositions de collaboration: 31 mai 2013
Avis du Comité scientifique : 15 juin 2013
Date limite d’envoi de l’article : 31 août 2013
Avis du Comité scientifique : 31 octobre 2013
Date limite de remise de l’article après corrections : 30 novembre 2013
Parution prévue du numéro : mars 2014.
- Qui sont les didactologues qui s’engagent actuellement dans la recherche et dans la publication dans le domaine ? Dans quels contextes travaillent-ils? Quels sont leurs ancrages et leurs rapports avec la recherche antérieure ?
- Comment se caractérisent les recherches en cours ? Quels objectifs poursuivent-elles ? Quelles sont les problématiques choisies, les concepts noyaux travaillés et les théories de référence convoquées ? Quelles approches didactologiques, didactiques et méthodologiques sont utilisées et avec quelles justifications ? Quels sont les résultats de ces études et les implications indiquées pour des travaux futurs ? Quels sont les cheminements de la discipline anticipés dans ces implications ?
- Quels sont les apports potentiels (ou prévus par les chercheurs) du travail réalisé pour la transformation des contextes d’éducation et de formation ? Comment ces contextes sont-ils représentés dans les études et avec quels rôles et quelles fonctions ? Quels compromis sociaux ces chercheurs manifestent-ils dans leurs travaux ?
- Dans quels espaces de production et de circulation du savoir nouveau travaillent ces chercheurs ? Comment utilisent-ils les moyens de communication et de diffusion ouverts par les technologies? À et dans quels types d’interactions participent-ils ?
(...)
CalendrierL’élaboration de ce numéro se situe entre les mois de février 2013 et mars 2014 :
Date limite d’envoi des propositions de collaboration: 31 mai 2013
Avis du Comité scientifique : 15 juin 2013
Date limite d’envoi de l’article : 31 août 2013
Avis du Comité scientifique : 31 octobre 2013
Date limite de remise de l’article après corrections : 30 novembre 2013
Parution prévue du numéro : mars 2014.
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