sexta-feira, 6 de maio de 2011

O primeiro encontro

No cinema, na literatura, o primeiro encontro é relativamente previsível, mesmo em tempos de redes sociais. Acompanhemos  personagens de Flaubert.  Poderíamos acompanhar também personagens de Eça de Queirós.

domingo, 1 de maio de 2011

Logótipos do Google

Todos vamos reparando nos logótipos  comemorativos do Google. Encontramos a explicação dos Doodle  neste site e, além disso,  podemos fazer uma pesquisa por logótipos sobre ciência e tecnologia  sobre cinema, sobre ambiente, etc. Já há alguns sites com recolhas temáticas. Em função do nosso projecto pedagógico, podemos fazer selecções. Normalmente estes logótipos têm uma função humorística, daí a designação em inglês,  para além de funções simbólica, referencial  e sociocultural.
Por esse motivo, são excelentes documentos para exploração na aula de língua-cultura.

Para a França, podemos encontrar estes exemplos.

Também já tivemos direito a alguns. Quem se lembra do Vitinho? Também já apareceu.

O ensino do Francês em Portugal, hoje.

Vou fazer duas comunicações  sobre este assunto. Preciso da colaboração de colegas, professores de Françês, e de pais de alunos dos Ensinos Básico e Secundário que peçam colaboração aos filhos.

Há voluntários?

O que este país mudou! Os banhos, por exemplo...

Em conversa com colegas com quem partilhei casa, em tempos de estudante, durante a crise académica de1968- 1969, em Coimbra, estivemos a recordar a casa: casa boa, direi mesmo excelente, para o tempo, com  7 meninas «muito finas», a dona da casa  com brasão e  a empregada. Pequeno almoço,  almoço, jantar e lanche (trazido pela empregada ao quarto com chá e pão com manteiga (às vezes a cheirar a cebola),  mas éramos umas privilegiadas. No entanto, partilhávamos uma única casa de banho. O banho, semanal,  devia  ser marcado com antecedência, para a empregada aquecer as panelas de água e colocar a água no balde, em lata. Depois era puxar o fio do balde, uma primeira ensaboadela e direito a puxar mais uma vez o fio. Se ficasse ainda sabão havia que recorrer à água fria. Não há dúvida que gastávamos menos água, na altura!

Mas também não era só em Portugal que a questão se colocava. Em cursos de férias em França, hotéis de 1 ou 2 estrelas, razoáveis... a salle d'eau... ficava , normalmente, nas escadas e, para o banho...  era preciso pagar uns franquitos.

Agora  ouvimos tantas queixas!

A propósito de «Escola Grisalha» de Daniel Bessa, no jornal «Expresso»

A propósito de artigo de Daniel Bessa  no jornal «Expresso» de  hoje. Leio sempre os artigos de Daniel Bessa que muito aprecio, mas.....