Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
terça-feira, 26 de abril de 2011
REDINTER- Intercompreensão
Acaba de ser publicado o nº 1 da Revista REDINTER- Intercompreensão, revista da REDINTER, rede temática da União Europeia. Dirigida, por designação da Redinter por mim (para o formato papel), da UIIPS do Instituto Politécnico de Santarém, e por Christian Ollivier (para o formato on line) da Universidade da Reunião. Esta revista é editada pelas quase 50 instituições do Ensino Superior que fazem parte do projecto, coordenado por Filomena Capucho, da Universidade Católica, Pólo das Beiras.A distribuição é assegurada pela Cosmos(apartado 82 -2140-909 Chamusca Portugal). A revista online vai estar disponível no sítio da REDE http://www.redinter.eu/web/
Homenagem a Maria do Céu Roldão
Estou satisfeita! Foi publicada uma colectânea intitulada «Um currículo de currículos» da Professora Maria do Céu Roldão, pela Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém.
A decisão de publicar esta colectânea (e de outra) surgiu no programa da minha candidatura à direcção da UIIPS e até fui eu que dei o título... Na altura não estava a pensar em aposentar-me... e o livro acaba de sair com a nova Direcção da UIIPS, com o Professor Pedro Sequeira, a quem agradeço ter dado continuidade a este projecto.
Porquê publicar colectâneas de professores aposentados? Porque, quer os próprios queiram quer não, o seu pensamento faz parte do património das instituições a que estiveram ligados.
Porquê da Maria do Céu Roldão? Por ter sido professora do IPS durante13 anos e pelo facto de ter construído uma carreira científica com enormes implicações pedagógicas. Tive várias divergências com a Maria do Céu Roldão e, curiosamente, muitas estão explicadas pela Professora Isabel Alarcão - no Prefácio notável que escreveu: duas militantes, uma do currículo, outra da didáctica... tinham forçosamente de discordar em alguns momentos, mas, ao mesmo tempo, aprendiam uma com a outra - passe a falta de modéstia. Eu aprendi muito contigo, como muitos alunos e professores deste país aprenderam. Em nome dos alunos e dos professores que foram teus alunos, muito obrigada por teres disponibilizado os teus textos para o IPS e para a UIIPS, até porque estariam para ser publicados por outra instituição.
A capa deste livro, do pintor José Manuel Soares, docente da ESE do IPS, é um fragmento ou melhor, um «sopro», na minha perspectiva - e também fui eu que a encomendei, passe a modéstia - de «Arlequim, um mestiço de culturas» deste pintor. Um bocadinho de história ajuda a perceber as metáforas. Foi este o título que fui buscar a Michel Serres para encomendar, também, a José Manuel Soares uma obra que representasse o IPS numa exposição do Ensino Superior Politécnico, em 1997. Arlequim começa por ser uma personagem da comédia italiana que faz divertir o público, para se transformar posteriormente numa personagem espiritual, sensível e com profundidade dramática, sem perder o Humor: Arlequim, vestido de várias peças, capaz de transformação, com rigor, sensibilidade e humor. As peças coloridas encontram-se no quadro, compondo o conceito de puzzle. José Manuel Soares, além do conceito de diversidade expresso através do puzzle, do colorido, retomou em palimpsesto, a representação do homem de Vitrúvio de Leonardo da Vinci e com essa representação as metáforas da construção, da articulação de temporalidades, de transformação, de harmonia, de confiança nas descobertas do Homem. De Vitrúvio deriva o conceito de rigor, de equilíbrio, de construção. Leonardo da Vinci, escultor, arquitecto, engenheiro, pintor, físico, matemático, investigador em anatomia, organizador de festas, em resumo investigador, cientista, artista, inventor, um mestiço de culturas. Para Michel Serres, o cidadão do futuro é um mestiço de culturas humanística, científica, tecnológica, artística. É essa a missão do Ensino Superior: «formar mestiços».
A UIIPS apropriou-se desta representação pictórica no seu logótipo (de José Manuel Soares, claro!:) Construção transformação, equilíbrio, rigor, qualidade estética, harmonia, confiança, diversidade, versatilidade, profundidade, mestiçagem ou interdisciplinaridade.
Nesta capa do livro da Maria do Céu, está também um «sopro » do «currículo» da Maria de Céu: rigor, equilíbrio, versatilidade, mestiçagem de culturas, confiança no futuro, na transformação, humor e prazer nas festas...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Todos os professores são professores de Português
Consideramos geralmente que os trabalhos do Conselho da Europa se destinam às línguas línguas estrangeira. Ora La Platforme de ressources et de références pour une éducation plurilingue et interculturelle tem materiais importantíssimos não só como para línguas estrangeiras, segundas, minoritárias, mas também para a língua materna enquanto disciplina escolar e língua materna nas outras disciplinas escolares. Chamo a atenção para os artigos sobre os discursos de História e Ciências experimentais de Jean Claude Beacco e Helmut Vollmer respectivamente.
O quadro geral é traçado neste texto:
Langue et matières scolaires Dimensions linguistiques de la construction des connaissances dans les curriculums
Jean-Claude Beacco, Daniel Coste, Piet-Hein van de Ven et
Helmut Vollmer
Document préparé pour le Forum politique Le droit des apprenants à la qualité et l’équité en éducation
– Le rôle des compétences linguistiques et interculturelles
Genève, Suisse, 2-4 novembre 2010
Division des Politiques linguistiques.
Neste documento, a questão das línguas é vista numa perspectiva geral de educação plurilingue e pluricultural, como se pode ler:
«on pose donc que la construction des connaissances dans les différentes matières dépend largement d’une meilleure maîtrise des discours scientifiques, artistiques et techniques produits dans la langue de scolarisation. Or, souvent, soit cette langue est réputée commune et supposée transparente, soit la spécificité des discours scientifiques est ramenée au seul lexique spécialisé. Nombre d’élèves – et tout
particulièrement une bonne part de ceux issus de milieux défavorisés - rencontrent des difficultés d’apprentissage qui tiennent non seulement au fait que leurs savoirs spontanés se trouvent en décalage avec les connaissances à acquérir, mais aussi à ce que leur répertoire discursif (les genres qu’ils connaissent et pratiquent) ne comporte pas - ou ne comporte que peu - de genres relevant des discours scientifiques (...)Valoriser et élargir les répertoires langagiers des apprenants et accroître leur maîtrise de nouveaux genres de discours est une des finalités de l’éducation plurilingue et interculturelle».
Como se pode ler no relatório do Gave já referido neste blogue, muitas dificuldades dos alunos do ensino secundário nas provas de Geologia ou de Matemática estão no domínio da língua materna. Para não falar de dificuldades de alunos do Ensino Superior!!!
É por isso que me parece que estes textos são de leitura obrigatória para todos os professores do Secundário. E talvez do Superior...
O quadro geral é traçado neste texto:
Langue et matières scolaires Dimensions linguistiques de la construction des connaissances dans les curriculums
Jean-Claude Beacco, Daniel Coste, Piet-Hein van de Ven et
Helmut Vollmer
Document préparé pour le Forum politique Le droit des apprenants à la qualité et l’équité en éducation
– Le rôle des compétences linguistiques et interculturelles
Genève, Suisse, 2-4 novembre 2010
Division des Politiques linguistiques.
Neste documento, a questão das línguas é vista numa perspectiva geral de educação plurilingue e pluricultural, como se pode ler:
«on pose donc que la construction des connaissances dans les différentes matières dépend largement d’une meilleure maîtrise des discours scientifiques, artistiques et techniques produits dans la langue de scolarisation. Or, souvent, soit cette langue est réputée commune et supposée transparente, soit la spécificité des discours scientifiques est ramenée au seul lexique spécialisé. Nombre d’élèves – et tout
particulièrement une bonne part de ceux issus de milieux défavorisés - rencontrent des difficultés d’apprentissage qui tiennent non seulement au fait que leurs savoirs spontanés se trouvent en décalage avec les connaissances à acquérir, mais aussi à ce que leur répertoire discursif (les genres qu’ils connaissent et pratiquent) ne comporte pas - ou ne comporte que peu - de genres relevant des discours scientifiques (...)Valoriser et élargir les répertoires langagiers des apprenants et accroître leur maîtrise de nouveaux genres de discours est une des finalités de l’éducation plurilingue et interculturelle».
Como se pode ler no relatório do Gave já referido neste blogue, muitas dificuldades dos alunos do ensino secundário nas provas de Geologia ou de Matemática estão no domínio da língua materna. Para não falar de dificuldades de alunos do Ensino Superior!!!
É por isso que me parece que estes textos são de leitura obrigatória para todos os professores do Secundário. E talvez do Superior...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Pergunta para os jornalistas fazerem a candidatos a deputados...
Todos os candidatos a deputado deveriam fazer uma prova de acesso à carreira ou ter «cv relevante». Sugiro uma pergunta eliminatória:
Que lugar se deve atribuir ao Conde da Abranhos? Secretaria de Estado, Direcção Geral?
No artigo anterior cometi um erro. Digo que os «jotas» adquiriram competência comunicativa. Ora a competência comunicativa implica, para além das dimensões linguística, discursiva e sociocultural, a referencial. O que falta, muitas vezes, aos candidatos a cargos, daí o «discurso líquido»! Ou «pitoresco» com «cartolas de onde saem coelhos», «esqueletos nos armários». É certo que o Professor Marcelo de Sousa também terminou a sua intervenção com uma expressão figurativa inacabada que o espectador completou «quem se lixa é o mexilhão». Mas, primeiro, teve uma função pragmática, concluir uma perspectiva pessimista com algum humor e depois o Senhor Professor tem «legitimidade» para jogar com as palavras porque tem competências referenciais, socioculturais...
Que lugar se deve atribuir ao Conde da Abranhos? Secretaria de Estado, Direcção Geral?
No artigo anterior cometi um erro. Digo que os «jotas» adquiriram competência comunicativa. Ora a competência comunicativa implica, para além das dimensões linguística, discursiva e sociocultural, a referencial. O que falta, muitas vezes, aos candidatos a cargos, daí o «discurso líquido»! Ou «pitoresco» com «cartolas de onde saem coelhos», «esqueletos nos armários». É certo que o Professor Marcelo de Sousa também terminou a sua intervenção com uma expressão figurativa inacabada que o espectador completou «quem se lixa é o mexilhão». Mas, primeiro, teve uma função pragmática, concluir uma perspectiva pessimista com algum humor e depois o Senhor Professor tem «legitimidade» para jogar com as palavras porque tem competências referenciais, socioculturais...
Precisam-se bons economistas, engenheiros... e não jotas
Desabafo de professora e de cidadã!
Em 1975, tive uma turma com 32 alunos, os melhores e os piores alunos da minha vida profissional: juventudes MRPP, PC, PS, PSD, CDS... e outros de cujas siglas já nem me lembro. Os bons alunos tinham, uma cultura espantosa, liam tudo o que era proposto, e mais..., para poderem fundamentar as respostas. Os outros... limitavam-se a copiá-los. Os bons iam sempre às aulas... era um prazer! Mas, tinha de eliminar as respostas com que alguns, teimosamente, concluiam os testes: «e viva a classe operária!» e outros slogans do mesmo tipo. Depois, fui tendo «jotas» mais moderados, mas ... com um grande problema: fazem obstáculo epistemológico. Estão tão cheios de certezas que não ouvem e não percebem factos e saberes. Falta-lhes, na maioria, capacidade de se distanciarem. Não são capazes de distinguir o interessante do demonstrativo. Como não vão, muitas vezes às aulas ... colam os conhecimentos à pressa na memória. E, como tal, os resultados não são brilhantes. Como, normalmente, até são dirigentes associativos- e devo reconhecer a importãncia destes cargos no desenvolvimento de competências relacionais e comunicativas - têm direito a épocas especiais, em função dos diferentes regulamentos das instituições e vão fazendo exames... repetem, repetem ... até que saem licenciados...
Ora tanto quanto sei - o mundo dos professores é pequeno! - há por aí muitos maus alunos a «candidatar-se» a lugares de ministros. Que fizeram na vida? Foram alunos medíocres, poucos saberes adquiriram, não são especialistas de nada, ocuparam lugares na política quando andavam de fraldas, também não tiveram tempo para aprofundar nada...
Por favor, nesta altura os competentes têm obrigação de aceitar lugares! Sigam o conselho do Senhor Cardeal Patrirca!
Em 1975, tive uma turma com 32 alunos, os melhores e os piores alunos da minha vida profissional: juventudes MRPP, PC, PS, PSD, CDS... e outros de cujas siglas já nem me lembro. Os bons alunos tinham, uma cultura espantosa, liam tudo o que era proposto, e mais..., para poderem fundamentar as respostas. Os outros... limitavam-se a copiá-los. Os bons iam sempre às aulas... era um prazer! Mas, tinha de eliminar as respostas com que alguns, teimosamente, concluiam os testes: «e viva a classe operária!» e outros slogans do mesmo tipo. Depois, fui tendo «jotas» mais moderados, mas ... com um grande problema: fazem obstáculo epistemológico. Estão tão cheios de certezas que não ouvem e não percebem factos e saberes. Falta-lhes, na maioria, capacidade de se distanciarem. Não são capazes de distinguir o interessante do demonstrativo. Como não vão, muitas vezes às aulas ... colam os conhecimentos à pressa na memória. E, como tal, os resultados não são brilhantes. Como, normalmente, até são dirigentes associativos- e devo reconhecer a importãncia destes cargos no desenvolvimento de competências relacionais e comunicativas - têm direito a épocas especiais, em função dos diferentes regulamentos das instituições e vão fazendo exames... repetem, repetem ... até que saem licenciados...
Ora tanto quanto sei - o mundo dos professores é pequeno! - há por aí muitos maus alunos a «candidatar-se» a lugares de ministros. Que fizeram na vida? Foram alunos medíocres, poucos saberes adquiriram, não são especialistas de nada, ocuparam lugares na política quando andavam de fraldas, também não tiveram tempo para aprofundar nada...
Por favor, nesta altura os competentes têm obrigação de aceitar lugares! Sigam o conselho do Senhor Cardeal Patrirca!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Logotipos Google
Os logotipos comemorativos da Google são geralmente espantosos, mas o vídeo de hoje dedicado a Chaplin é uma maravilha... e depois há as explorações pedagógicas... É por isso, pela constante imprevisibilidade dos materiais pedagógicos que tenho tanta pena de não estar a dar aulas, todos os dias. E ainda há professores que utilizam os mesmos materiais anos e anos! Não quer dizer que alguns documentos e, em algumas disciplinas, não sejam «imortais» (como os filmes de Charlot), mas, em mediaculturas, surgem todos os dias novos documentos, estabelecendo pontes entre as culturas eruditas e as culturas populares, entre o passado e o presente (de acordo com a própria designação de mediaculturas). O que implica que o professor altere planificações em função da imprevisibilidade dessas culturas.
Didactique du français langue étrangère
Grao Ediciones vient de publier trois ouvrages coordonnées para Carmen Guillén. Je suis en train de les lire pour présenter un compte-rendu, mais je vous laisse avec les présentations de l'éditeur et une invitation à la lecture.
«Didáctica del francés
En aquest llibre s'aborden els continguts metodològics i tècnics relatius als actes professionals de programar, intervenir i avaluar. S'ofereix un itinerari formatiu en 8 capítols, les unitats didàctiques dels quals, activitats, materials i recursos es tracten des de la perspectiva d'una planificació estratègica coherent.
Carmen Guillén Díaz, Juan María Supiot Ripoll, Carmen Vera Pérez, M. Luisa Villanueva Alfonso, Guillaume Gravé-Rousseau, Jerome Béliard, Evelyne Bérard, Jean Michael Ducrot
Francés. Complementos de formación disciplinar
Elements que componen el currículum de la matèria Llengua estrangera, Francès. S'ofereix un itinerari formatiu de 8 capítols que s'han redactat en francès per afavorir el tractament dels termes i nocions d'especialitat i garantir la seva utilització efectiva com a factor de desenvolupament i inserció professional docent.
Carmen Guillén Díaz, Christian Jean Puren, Magdalena De Carlo, Jean Michael Ducrot, Beatriz Mangada Cañas
Francés. Investigación, innovación y buenas prácticas
Llibre que aborda els continguts relatius a investigació, observació, experimentació i innovació, i ofereix un itinerari formatiu que aborda la problemàtica del desenvolupament del currículum en la seva dimensió de gestió i aplicació pràctica. Compagina el rigor científic amb una presentació pràctica.
Carmen Guillén Díaz, Gemma Sanz Espinar, Juan María Supiot Ripoll, Félix Núñez París, Juan Ángel Canal Diez, Clara Ferrao Tavares, Faouzia Messaoudi»
«Didáctica del francés
En aquest llibre s'aborden els continguts metodològics i tècnics relatius als actes professionals de programar, intervenir i avaluar. S'ofereix un itinerari formatiu en 8 capítols, les unitats didàctiques dels quals, activitats, materials i recursos es tracten des de la perspectiva d'una planificació estratègica coherent.
Carmen Guillén Díaz, Juan María Supiot Ripoll, Carmen Vera Pérez, M. Luisa Villanueva Alfonso, Guillaume Gravé-Rousseau, Jerome Béliard, Evelyne Bérard, Jean Michael Ducrot
Francés. Complementos de formación disciplinar
Elements que componen el currículum de la matèria Llengua estrangera, Francès. S'ofereix un itinerari formatiu de 8 capítols que s'han redactat en francès per afavorir el tractament dels termes i nocions d'especialitat i garantir la seva utilització efectiva com a factor de desenvolupament i inserció professional docent.
Carmen Guillén Díaz, Christian Jean Puren, Magdalena De Carlo, Jean Michael Ducrot, Beatriz Mangada Cañas
Francés. Investigación, innovación y buenas prácticas
Llibre que aborda els continguts relatius a investigació, observació, experimentació i innovació, i ofereix un itinerari formatiu que aborda la problemàtica del desenvolupament del currículum en la seva dimensió de gestió i aplicació pràctica. Compagina el rigor científic amb una presentació pràctica.
Carmen Guillén Díaz, Gemma Sanz Espinar, Juan María Supiot Ripoll, Félix Núñez París, Juan Ángel Canal Diez, Clara Ferrao Tavares, Faouzia Messaoudi»
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A propósito de «Escola Grisalha» de Daniel Bessa, no jornal «Expresso»
A propósito de artigo de Daniel Bessa no jornal «Expresso» de hoje. Leio sempre os artigos de Daniel Bessa que muito aprecio, mas.....


