quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

II EMES ASSISES DU FRANÇAIS AU PORTUGAL: DU FRANÇAIS EN CAUSE AUX CAUSES DU FRANÇAIS COLLOQUE INTERNATIONAL

J'anticipe  des extraits de ma communication en construction - Assises du Français

 Assises d’un programme multimodal (et) actionnel de formation d’enseignants de FLE


Je commence par un témoignage personnel qui me permettra d’une certaine façon de définir les termes  multimodal (et) actionnel avant de commencer à expliciter les assises du programme de formation que je propose à APEF.

Je ne suis pas née francophone, la langue  française n’est pas ma langue d’héritage ou d’origine, pour employer des désignations à la mode, elle est  vraiment une langue qui m’était tout à fait étrangère,  peut-être une des premières raisons pour que je l’aie apprise. Je ne l’ai pas apprise précocement. Ceci explique certainement des erreurs phonologiques, lexicales, morphosyntaxiques ! Mais j’ai appris le français quand même ! Parce qu’il y a eu l’empathie avec la langue et les Français. J’ai connu mon amie Nicole à 10 ans, sur la plage à Figueira da Foz. J’ai appris partout. Avec les chansons de  Françoise Hardy et Jacques Dutronc.  J’ai décliné «J’aime la vie» comme   «J’aime le Français». Avec les revues Salut les copains et Mademoiselle âge tendre, j’aimais les histoires des gens, des acteurs et des auteurs. J’ai appris en chantant, en mémorisant chanson et verbes en même temps… J’ai fait un grand effort pour apprendre, mais l’étranger, l’exotique en quelque sens,  m’ a  toujours  attirée et la France de la Liberté était déjà un motif d’intérêt même pour une petite fille née sous Salazar. J’ai partagé avec des correspondants qui sont même devenus des petits amis à distance ! Je suis sortie de la salle de classe avant qu’on ne parle de la mobilité. J’ai fait des voyages, d’abord à partir de la classe, des textes, des affiches des régions de France, des écrivains, des peintres, du rêve... À 19 ans, j’ai entrepris mon premier voyage réel, malgré l’envie de Pide de me retenir au pays ! J’ai appris à penser en français !  J’ai appris le portugais à travers le français. Et l’anglais… Et les autres matières !
Je ne le savais pas, mais j’ai appris à travers une démarche actionnelle et multimodale !
Entrons maintenant dans le vif du sujet et donc  dans la généralisation et dans la conceptualisation de ma démarche.

Je vous propose  10 réflexions qui, de mon point de vue, peuvent être à la base d’un programme de formation des enseignants, si l’APEF garde toujours l’invitation pour que je le coordonne, après cette présentation.  Dix points ça permet au public d’anticiper la fin !http://www.apef.org.pt/actividades.php

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Curso intensivo para operadores de telemarketing...

Calculo que não sejam empregos fáceis! Mas há regras básicas que me parece que não estão a ser seguidas! 
Não tratar pelo nome!
Não tratar por tu ( até recebi uma carta de uma empresa de ótica a tratar- me por tu! Não aceitei o convite para mudar de óculos! E na rádio também acontece!)
Não tratar por você! Tratar por você implica que o interlocutor tem uma posição mais " baixa" na hierarquia social! ( Ela existe! O cliente tem sempre  razão  e ...não compra! ). Significava desprezo! "Você é estrebaria" ! Diria a minha avó que era professora! Claro...  há o " vôcê" com as vogais fechadas e um ritmo sincopado de algumas pessoas " de Cascais" , como se costuma dizer, mas nem todas as pessoas falam assim!  No Brasil é a forma habitual! Com a televisão, o uso em Portugal tornou- se mais frequente, mas .... !
Não tratar por " Senhora Clara" ou  "Senhora Tavares"!
Não tratar por " D. Clara"!

Sr.a D. Clara é a forma neutra mais correta! Quando as pessoas não têm título, é assim que as trato. 
Como em Portugal todos são doutores, na dúvida é melhor dizer Dr! 
Também se aceita "Setor", forma oral abreviada de Sr. Dr., o  que muitos alunos ignoram!
Depois há os senhores Professores e os Senhores Prof. Doutor ou só Doutor ( na escrita, por extenso) para os destinatários que têm doutoramento!

O Sr. António também não responde a telefonemas, ainda o disse na semana passada, na televisão, quero dizer o Sr. Doutor Bagão Félix ( na dúvida, escrevo Doutor por extenso)! 

Já sabem... Ainda há dias, fui abordada, no Centro Comercial Vasco da Gama. Ia com pressa e só ouvi " você!" E a andar murmurei " a tratar por você não vai longe!" Duas pessoas voltaram - se para trás com sorriso e gesto de aprovação. Eu sei que não é bonito falar sozinha em voz alta! Mas às vezes não resisto! 
E houve entendimento! 

Para estrangeiros, este assunto é muito difícil. Mas também para muitos portugueses!
Temos "tu"- segunda pessoa do singular.
Temos "vós" em Trás- os-Montes, por exemplo e no discurso religioso. Segunda pessoa do plural.
Temos "você" " ( uso problemático ) vocês" ( uso menos problemático) terceira pessoa do singular e plural.

E depois temos " a senhora Professora, a Clara, o Manuel, os meus alunos, os senhores professores, os colegas... E terceira pessoa do singular ou plural!
Conjugando o verbo: 

Eu digo, tu dizes, ele, o senhor professor, o Manuel, a Maria, o colega diz ( e pode ser uma terceira pessoa mas podemos estar a falar diretamente com estes interlocutores)! 

E ainda temos "tu dissestes", "tu fizestes", "tu comestes"... Este zumbido de vespa no final é mortal para qualquer candidato a emprego! Digam:  Tu disseste, tu fizeste! 
E já agora : eles hão-de , tu hás-de...
E o verbo haver  com sentido de " existir" só se usa no singular. Assim " existiam muitos alunos matriculados... " ou  " havia muitos alunos"  é a forma correta. Como auxiliar, conjuga- se " eles haviam corrigido os exercícios".



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Power point e a aplicação Voice do Ipad

Quais as vantagens da aplicação do iPad? Uma das vantagem pedagógica consiste em dar «calor» à apresentação,outra consiste na contextualização. Um dos grandes problemas da divulgação de apresentações de tipo Power Point, Prezzi... é a descontextualização. São feitas para serem apresentadas num contexto multimodal. O corpo do apresentador está presente (ou deveria estar presente) e entra em interação com o público (neurones miroirs)por mais que se diga que «uma imagem vale mais do que mil palavras». É que as palavras do apresentador estão integradas num corpo e as da apresentação são «frias» (mesmo com todos os efeitos especiais)! Ora a aplicação do iPad permite restituir algum calor à apresentação através da voz e permite contextualizar os dados apresentados. Deixei quase no início de fornecer PP aos meus alunos e deixei de as publicar por isso mesmo... E também porque, sendo leitores frequentes de apresentações, tendo deixado de tirar apontamentos (porque tinham acesso às apresentações) escreviam «estilo powerpoint», frases simples, ausência de conetores... E, mesmo oralmente, deixaram de fazer gestos conetores e não verbalizavam as relações temporais e lógicas. Ora, recentes estudos em neurociências mostram a relação empática, relacional e cognitiva que se gera pelos comportamentos de sincronia interativa e de auto-sincronia, sendo a verbalização precedida do gesto - os gestos ajudam a pensar e a encontrar as palavras (se os apresentadores só olham para ecrã ou computador e têm mãos ocupadas com teclado ou comando...). Tenho visto grandes comunicadores do passado a destruírem as comunicações recorrendo ao pp. E em alguns colóquios... tenho de sair da sala. Nas aulas saía do fundo da sala e ia «abanar» os estudantes. Ou então gravava momentos diferentes para os estudantes se aperceberem do papel do corpo nas apresentações. Estão sempre muito preocupados com a imagem (embora nem sempre esta respeito o conceito que pretendem transmitir, como reforço, ancoragem, provocação, humor...). Colocam o texto (umas vezes longo, outras vezes com tópicos com diferentes construções sintáticas...) Mais uns efeitos especiais e... já está! Não é preciso treinar.Está feita! Nos colóquios não posso «abanar» os comunicadores! Ainda poderia ser considerado violência! Só posso sair, mas, mesmo assim, só depois da apresentação concluída! O respeitinho é bonito! Tenho outros post sobre o assunto...

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Facebook e educação

Mais uma preparação de comunicação antes da comunicação no SPCE. Uma aplicação nova, fantástica! Desde que haja conteúdos! Foi feita por curiosidade. O guião foi feito em 10 minutos (a comunicação estava escrita)e passei logo à gravação e quando acabava o tempo ... não repetia! Daí muitos enganos! «Web 2.0» e não «Web 2.6»... Estamos a andar depressa... mas não tanto! Em cerca de 2 horas estava feita! Agora o desafio consiste em repetir o exercício construindo uma apresentação em 4 minutos. Mas não é fácil!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

MOOC Formation d'enseignants de FLE, au Portugal. MOOC ou un autre format... ? épisode 1

Ayant été nommée responsable de l'organisation d'un programme de formation de professeurs de français, par l'APEF _ Associação Portuguesa de Estudos Franceses (Programme financé par la  FIPF- Fédération Internationale de Professeurs de Français), je rends publique ma démarche. Je pense à haute voix...

Format: classique avec b-leaning,  comme PNEP (Programa Nacional para o Ensino do Português) ?
MOOC ?

Première étape: recherche du format. Je cherche de l'information sur les MOOC (Massive Open Online Courses).
http://blog.educpros.fr/matthieu-cisel/2014/05/06/mooc-de-la-scenarisation-au-teaser/
FUN
http://www.france-universite-numerique.fr/inscrivez-vous-aux-nouveaux-moocs.html
Travailler en Français

Avec le soutien de Miclel Serres, EDUNAO

PRO FLE – Professionnalisation en FLE : Premier appel à candidatures (2013)

http://www.auf.org/appels-offre/pro-fle-professionnalisation-candidature/
http://www.cned.fr/inscription/8PFLEDIX

On trouve ce que l'on ne cherche pas, mais qui peut nous être utile (sérendipité). 


Des oeuvres d'art en haute résolution à télécharger gratuitement et exploitables à des fins pédagogiques

Le Metropolitan Museum of Art de New York offre désormais aux internautes un libre accès en ligne à 400 000 images disponibles en haute résolution. Ces oeuvres peuvent être téléchargées légalement et utilisées dans un cadre pédagogique.

http://www.metmuseum.org/collection/the-collection-online

A propósito de «Escola Grisalha» de Daniel Bessa, no jornal «Expresso»

A propósito de artigo de Daniel Bessa  no jornal «Expresso» de  hoje. Leio sempre os artigos de Daniel Bessa que muito aprecio, mas.....