quinta-feira, 31 de março de 2011

Approche actinnelle dans la formation de formateurs

SE FORMER EN FAISANT :
formation réflexive, perspective actionnelle et multimodalité

Edvige Costanzo
Clara Ferrao-Tavares (2008)

Mosaïc, The Journal for Language Teachers. Vol. 10 nª 4 University of Toronto Missisauga, Ed. Soleil. ISSN 1195-7131

(...)
Quelle perspective adopter pour former un formateur réflexif ?

Nous empruntons pour la dénomination utilisée « perspective actionnelle » celle qui est donnée dans le CECR, dont on peut partager les objectifs dans le cadre de la formation, étant donné qu'il vise « à surmonter les barrières linguistiques afin de :
* renforcer la mobilité des personnes ;
* renforcer l'efficacité de la coopération internationale ;
* renforcer le respect des identités et des diversités culturelles ;
* améliorer l'accès à l'information ;
* intensifier les relations entre personnes ;
* améliorer les relations de travail ;
* parvenir à une meilleure compréhension mutuelle ».

Par ailleurs, la démarche proposée dans le CECR retient le principe que « l'usage et l'apprentissage d'une langue, actions parmi d'autres, sont le fait d'un acteur social qui possède et développe des compétences générales individuelles, et notamment une compétence à communiquer langagièrement, qu'il met en oeuvre à travers divers types d'activités langagières qui lui permettent de traiter (en réception et en production) des textes à l'intérieur de domaines particuliers, en mobilisant les stratégies qui lui paraissent convenir à l'accomplissement des tâches à effectuer. Cette mise en œuvre contextualisée des compétences individuelles et singulièrement de la compétence à communiquer contribue à les modifier en retour ».

Notre démarche de formation se veut isomorphe de l'apprentissage des langues et, par conséquent,nous utiliserons la définition que Clara Tavares a créée en remplaçant, dans la définition précédente, « l'usage et l'apprentissage d'une langue » par « le métier de l'enseignant » et en procédant à quelques changements qui découlent du changement de plan. La définition qu'on obtient est la suivante : « Le métier de l'enseignant de langues est réalisé par un acteur social qui possède et développe des compétences générales individuelles, et notamment une compétence à communiquer et une compétence technique qu'il met en œuvre à travers divers types d'activités d'enseignement en mobilisant les stratégies qui lui paraissent convenir à l'accomplissement de tâches à effectuer ou aux rôles à jouer. Cette mise en œuvre contextualisée des compétences individuelles ne cesse de le modifier en retour ».

quarta-feira, 30 de março de 2011

«...Uma razão para ter esperança» ou não... e o discurso «líquido»

Mais um desabafo... apesar da Universidade de Pasárgada não estar vocacionada para polémicas!

Santana Castilho considera que «o PSD tem uma política clara sobre avaliação do desempenho» que passa pela distinção entre avaliação e classificação, sendo que a primeira é interna e a segunda externa. Neste caso, não podia estar mais de acordo. Como escrevi em outro artigo, sempre me avaliei e sempre gostei de ser «classificada», em provas académicas, por professores a quem reconhecia competência. Não gostaria de ser avaliada por pares. Não sei se esta opinião é muito pacífica. Fui avaliadora no processo de «acesso ao 8º escalão», nomeada por um governo PSD, num processo muito contestado. A seguir veio o PS e, sem que houvesse avaliação do modelo, este caiu para fazer a vontade aos professores e aos sindicatos. Infelizmente «cá se fazem, cá se pagam» - para utilizar expressões tão ao gosto do líder do PSD!

Ao menos... uma «proposta clara»! Já que outras continuam «abrangentes», implicando «mudança do actual paradigma estatizante»... Muitos substantivos abstractos e adjectivos qualificativos!

Também parece que «sobre a economia estão pensados um programa e uma agenda» segundo o Público. Ainda bem - digo eu! E depois foi a questão do IVA, da CGD e agora reafectação de fundos do QREN para a Segurança Social! Será que sou eu que estou a ver um fosso entre o rio(discurso líquido) e alguns pedregulhos espalhados no leito do rio? E será que não encalhamos?

Eu não tenho muita esperança!

Prezi e power point

Na sequência dos meus comentários sobre power point, David Oliveira, meu ex-aluno, que ficou entre os primeiros num concurso internacional sobre PREZI - Parabéns, continue! - mandou-me a ligação desse trabalho. Apresentação interessante com humor, alguns estereótipos - mas os estereótipos podem ser utilizados com humor- veja-se o filme «Potiche»!

Quanto ao dispositivo comunicativo, ainda não estou convencida, pelas razões expressas...
Não é a questão da apresentação em si, reconheço que com Prezi, pode ser mais dinâmica, mas de comunicação orquestral ou total.

Nativos digitais e imigrantes digitais

Prenski distingue entre nativos digitais e imigrantes digitais , como tenho referido. Aqui está uma«falsa» nativa digital,mas com humor. Apresentação simplista, mas muito gira.

sexta-feira, 25 de março de 2011

TIC , «Magalhães» e aula de língua materna e estrangeira

Texto retirado da Brochura «Implicações das TIC na aula de língua» de Ferrão Tavares e Barbeiro, elaborada no âmbito do PNEP. M.E. DGIDC (no prelo há muito, muito tempo).
O tempo e o espaço

As tecnologias alteraram as nossas relações com o tempo e o espaço e têm implicações nos perfis cognitivos e comunicativos das crianças e na organização da sala de aula.
L. Porcher referia, em 1994, que as crianças que frequentam as nossas escolas são «crianças dos ecrãs», ou «crianças pronetárias», se adoptarmos a expressão de Joel de Rosnay (2006). São crianças que passaram rapidamente do concreto, dos objectos e brinquedos reais para o mundo do virtual e do simbólico. Substituíram, muitas vezes, os companheiros de jogos por jogadores também eles virtuais. Muitas crianças, aparentemente incapazes de se sentar, ficam, por exemplo, horas em frente ao ecrã a criar cidades. Estas crianças são, também, capazes de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, passando facilmente de uma página web para outra, de um programa de televisão para outro, lendo um ecrã que apresenta em simultâneo várias programações, várias janelas, compreendendo facilmente os princípios de construção do hipermédia. Fazem os trabalhos escolares em frente ao ecrã, ouvem e ainda falam ao mesmo tempo. E pedem colaboração a outros pela Internet, ou por SMS. São crianças “polícronas”, saltando de um ecrã para outro, navegando, movimentando-se, talvez, em espaços mais virtuais do que reais (Jonhson (2005). O tempo para brincar na rua e nos jardins foi, por vezes, substituído pelo tempo em casa, no quarto, em frente ao ecrã.
A Escola tem procedido a uma gestão linear do tempo. Mesmo quando recorre às novas tecnologias, limita-as ao seu tempo. Como tem sido sublinhado por vários autores, o ritmo da Escola não pode ser, na era da comunicação por satélite, o mesmo do da Idade Média. As tecnologias entraram numa sala “normal”, com a disposição do espaço tradicional e no tempo escolar. Embora seja importante que o computador e outros equipamentos entrem na sala de aula habitual – e não só em salas específicas – convirá fazer a gestão do tempo e do espaço em função das potencialidades dos dispositivos comunicativos que criaram. Encontrar tempos e espaços diferentes é possivelmente um dos desafios que a entrada dos computadores coloca. A Internet permite a todas as crianças viajar e encontrar outros espaços até em outros países e em outras línguas.
Assim, as crianças têm a possibilidade de conhecer, na Internet, outros países, outros espaços… e de encontrar tipos de imagem diferentes das imagens dos manuais: imagens do quotidiano, imagens com função estética, com função humorística, com função simbólica – imagens que elas nem sempre têm a oportunidade de “ler” no espaço escolar ou familiar.
O uso da Internet pode iluminar uma situação comum de aula: imagine-se a trabalhar a noção de passado (conectores temporais, verbos no pretérito perfeito e imperfeito do indicativo). Inventarie as vantagens pedagógicas que retiraria de um convite às crianças para uma “deslocação ao Egipto”.
http://museu.gulbenkian.pt/serv_edu/navegar_no_antigo_egipto/egipto.html

Voltando à sala de aula… Como referimos, os próprios produtos multimédia são construídos segundo uma lógica de contracção do tempo. Se a contracção e a fragmentação são características dos suportes tecnológicos, um dos papéis da Escola não consistirá precisamente em levar o aluno a estruturar a multiplicidade, a fragmentação, “o mosaico” dos dados apresentados?
No que diz respeito ao espaço, ao chegar à escola, as crianças descobrem muitas vezes um espaço onde não se sabem organizar, um espaço, também ele, raramente adaptado às actividades que vão desempenhar. A Escola “tradicional” centrada na escrita privilegiava o espaço individual através de carteiras pesadas que impunham distância entre os alunos. O estrado permitia ao professor, que tinha a função de explicar, fosse visto por todos. Esse mobiliário foi substituído por carteiras mais leves, muitas vezes juntas. A nova distribuição favorece efectivamente o convívio e o trabalho de grupo. Mas como nem todas as actividades são feitas em grupo, torna-se difícil que o professor ou um aluno possa explicar, possa ler um texto, dar instruções, sendo ouvido por todos os alunos (se alguns estão de costas voltadas para o professor e para outros colegas, como é que podem ver os gestos que acompanham os enunciados dos seus interlocutores?). Por outro lado, se a distância entre os alunos é reduzida, é difícil que resistam à tentação de ocupar o espaço das outras crianças, gerando-se situações de falta de atenção e de indisciplina . Assim, a localização dos computadores nas salas pode facilitar ou dificultar ainda mais a comunicação na aula.
Concluindo, dado que as relações que a criança estabelece com o espaço e o tempo já foram modificadas pelas tecnologias (como se procurou mostrar nos exemplos apresentados da comunicação em chat e em blogue) a Escola terá de encontrar tempos e espaços adequados às diferentes actividades; às funções pedagógicas; às tecnologias e aos equipamentos que for introduzindo.

Vejamos, então, como organizar o espaço da aula com um computador, com vários computadores, com projector e sem projector. Sabemos que as situações das escolas são hoje muito diferentes: existem escolas com quadros interactivos, outras com vários computadores em rede, escolas com ligação à Internet e escolas sem computadores.
Nas escolas com quadros interactivos e videoprojectores, o dispositivo comunicativo é centralizado. Todos os participantes, alunos e professor, têm a possibilidade de visualizar a informação, dado que a podem modificar e construir em conjunto, tendo o estrado sido reintroduzido no espaço escolar. Neste caso, parece justificar-se, quase sempre, uma disposição do espaço dita “tradicional” ou em V, para que todos os alunos vejam o suporte e o agente que está a fazer uma apresentação.

Poderá encontrar informação sobre quadros interactivos, em
http://moodle.crie.min-edu.pt/course/view.php?id=396
e encontrar algumas actividades em
http://nonio.eses.pt/qi/index.htm

Pode, ainda, encontrar «cenários pedagógicos» para a leitura e escrita, na perspectiva defendida nesta brochura, em
http://primtice.education.fr/
http://tice-ia21.ac-dijon.fr/departement/tbi/scenarios/scenario03.htm

Quanto à disposição das salas “tradicionais”, quando estas dispõem de um único computador situado num canto, impõe-se que sejam adoptados dispositivos de mobilidade para que todos os alunos possam tirar partido dos recursos. Sobretudo pensando nestes casos, nas propostas de actividades insistimos no dispositivo comunicativo, designado como «lacunas de informação ». Neste dispositivo, todos os alunos têm de realizar a mesma tarefa a partir de informação diferente. Por exemplo, se têm de preencher um esquema, a uns é disponibilizada informação em livros ou em fotocópias, enquanto outros devem partir de informação pesquisada na Internet. As funções nos trabalhos serão rotativas para todos tirarem partido da multimodalidade da informação consultada.

No que diz respeito ao tempo, há que pensar nas diferentes actividades que desempenhamos no dia-a-dia para estabelecermos o tempo das várias actividades pedagógicas. Assim, uma pesquisa sobre a hora de abertura de um museu implica certamente tempos distintos da de uma recolha de informação sobre um determinado tema. Para ficarmos com uma ideia de um sítio, para descrevermos, em traços gerais, uma fotografia que se encontra no sítio de um jornal procedemos a uma leitura rápida. Já a pesquisa sobre a biografia de um escritor exige mais tempo. É, por isso, importante que, nas instruções sobre as tarefas a desenvolver, seja explicado aos alunos o tempo de que dispõem para a realização das mesmas.

Para ficarmos com uma ideia de um sítio, para descrevermos, em traços gerais, uma fotografia que se encontra no sítio de um jornal procedemos a uma leitura rápida. Já a pesquisa sobre a biografia de um escritor exige mais tempo.
Os concursos permitem jogar com o tempo e levar os alunos a geri-lo em função de constrangimentos. Por exemplo, cada grupo terá de conseguir obter uma informação na primeira página de um jornal. Outro grupo terá de procurar a mesma informação na página web do mesmo jornal. Quantas informações poderão obter sobre um determinado assunto num período curto (por exemplo, 5 ou 15 minutos)?

Outros exemplos serão apresentados na secção seguinte. Consideramos, no entanto, que, antes de propormos actividades para os alunos, é importante que os professores se interroguem sobre as suas próprias utilizações do computador. Propomos-lhe, então, as seguintes simulações:
1. Os seus alunos têm dúvidas sobre as concordâncias com o verbo haver. Será que podem dizer « haviam muitos alunos interessados na viagem de estudo? » Procure a resposta em:
http://ciberduvidas.sapo.pt
http://www.publico.clix.pt/linguistica/

Encontrou a resposta nas duas páginas? Quanto tempo demorou a realizar esta tarefa?


2. Quer saber o sentido dos termos « literacias » e « inteligência colectiva », termos que encontrou neste módulo. Onde vai procurar as respostas? Sugerimos:
http://pt.wikipedia.org/
http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx
http://www.porteditora.pt/doc/default.asp


Quanto tempo demorou a sua pesquisa? Encontrou as definições que queria? Como procedeu?

3. Quer procurar a obra A Língua Materna na Educação Básica. Como faz? Colocou o título entre aspas no motor de pesquisa Google?

http:// www.dgidc.min-edu.pt/fichdown/linguama.pdf

4. Que autores conhece que tenham feito estudos sobre a literacia? Procure num motor de pesquisa nomes de autores que conhece.
Quanto tempo demorou a sua pesquisa? Que fez para pesquisar (encontrou várias referências, como fez a selecção? Relacionou com o que sabia? Verificou as datas dos artigos encontrados? Os locais de publicação? Tirou notas?)? Coloque as definições encontradas no Glossário da sua Plataforma.

5. Quer saber quantos alunos de Português Língua Não Materna frequentam as escolas do 1º Ciclo? Como pode encontrar a informação? Será que esta informação está no Documento Orientador? Ou no Despacho Normativo nº 7/2006?

Se quiser aprofundar os seus conhecimentos sobre Português Língua Não Materna poderá consultar a revista Idiomático em http://www.instituto-camoes.pt/cvc/idiomatico/06/02.html
Poderá ainda consultar documentação produzida no âmbito do Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa, do ILTEC e da Fundação Calouste Gulbenkian.

http://www.iltec.pt/projectos/em_curso/divling.html

Como efectuou a sua pesquisa? Qual foi o seu percurso? Quanto tempo demorou a pesquisa?

6. Sabe onde existe um Museu de Língua Portuguesa?
http://www.estacaodaluz.org.br/

Procura informação sobre consciência fonológica. Procure em

http://time4learning.com/readingpyramid/awareness.htm

7. Quer construir um dado (forma de visualizar a estrutura de um texto narrativo) que lhe permita construir histórias com os seus alunos. Procure imagens que poderá colar nas diferentes faces do dado. Para a localização no espaço, poderá procurar com os seus alunos paisagens.
http://images.google.pt/images?q=paisagens+pintura&gbv=2&hl=pt-PT&start=20&sa=N&ndsp=20

Em seguida, poderão procurar imagens para os «heróis» ou para os «adjuvantes», por exemplo.
http://images.google.com/images?um=1&hl=pt-PT&rls=RNWE%2CRNWE%3A2006-34%2CRNWE%3Aen&q=fadas+pintura&btnG=Procurar+imagens

Encontra certamente imagens que lhe permitirão construir um dado para os inimigos ou obstáculos.

Como sabe, se quiser utilizar imagens em trabalhos a publicar, essas imagens podem ter de ser pagas. Poderá procurar páginas que disponibilizem imagens grátis, por exemplo em : http://www.free-pictures-photos.com/flowers/flower-12.jpg

7. Quer conhecer actividades feitas em outras escolas, francesas, inglesas… Procure, por exemplo em
http://nonio.eses.pt/eusei/passa/professores.asp
http://edutice.archives-ouvertes.fr/EPI
http://www.takatrouver.net/
http://www.sitespourenfants.com/ecartes/
http://www.espace-ecoles.com/recherche/
http://www.mrjennings.co.uk/teacher/literacy_rf/litrf.html
http://www.literacytrust.org.uk/Pubs/palmer2.html
http://www.ac-nice.fr/ia83/ia83/vareducation/varecole/tbi/textepuzzle.htm
http://primtice.education.fr/
http://www.time4learning.com/readingpyramid/index.htm

As sugestões de páginas podem ter sido alteradas. Não as testei.

quinta-feira, 24 de março de 2011

«Então adeus e até já »... e obrigada!

É o título da crónica de Miguel Esteves Cardoso no jornal O Público de hoje. Despede-se assim o cronista de Elizabeth Taylor e de José Sócrates.

Eu acrescentaria a este título « E obrigada». Obrigada à actriz que nos fez descobrir o gosto de ver cinema...com a Lassie! E não só.

E ao Primeiro Ministro José Sócrates. Não sou militante, muitas vezes o achei pretensioso e arrogante, hoje, subscrevo inteiramente as palavras do cronista « José Sócrates foi (eu diria é - confio no que está a fazer em Bruxelas para evitar males menores) um primeiro ministro corajoso e inteligente«, «Ninguém pode é acusá-lo de querer baldar-se quando o exercício do poder, seja quem for que o exerça, não convém». Evitou o apedrejamento público (também li este termo no Público). Poupou-se para Bruxelas, fez bem. Aqui já não era preciso! Mesmo que em nome da boa educação e convivência democrática...

Por isso obrigada José Sócrates.

E agora? Como vai Passos Coelho sair da «situação pantanosa»- adjectivo que repete à exaustão misturado com «amplas» medidas? Tudo «líquido» e «pastoso»!

E quem vai pagar as eleições? Sim as eleições custam dinheiro.

Vamos ter de suportar o PEC 4 mais as medidas dos outros PEC que resultarão do agravamento com a queda do Governo e ainda outras , talvez devido à falta de credibilidade dos lideres e se o PS ganhar as eleições e ainda as despesas das eleições?

Senhor Presidente da República, por que não pergunta aos Portugueses se querem eleições. O referendo sairia pelo mesmo preço, mas eleições... só os políticos as querem e nem todos!

Não é o tom habitual deste blogue, mas a paciência tem limites! E o direito à indignação. Engagez-vous, como propõe Stephane Essel.

A propósito de «Escola Grisalha» de Daniel Bessa, no jornal «Expresso»

A propósito de artigo de Daniel Bessa  no jornal «Expresso» de  hoje. Leio sempre os artigos de Daniel Bessa que muito aprecio, mas.....