Blogue de professora de didáctica das línguas, de análise do discurso dos média, de comunicação, de mediaculturas... com «aulas virtureais»... e alguns desabafos.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Personalidade do Ano da Revista Time
Não gosto da personalidade do Ano, mas, do mal o menos. As nossas sociedades construíram-se com base em valores. Como referi no artigo sobre «A rede social», o inventor do Facebook - que até utilizo...- é um «homem rápido» (cf David Lodge) que, a crer no filme, passou por cima dos colegas... mas ainda havia outros escolhidos com perfil mais duvidoso. Esse facto é preocupante. Como é que os heróis de hoje são homens sem valores? E quais os valores de quem os escolhe?
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Informação sobre Tenerife... e a praia aqui tão perto!
A Universidade de Pasárgada esteve fechada durante uma semana. Estive em Tenerife. Normalmente quando se fala de férias nas Canárias, torcemos o nariz. «Lanzarote ainda escapa». Saramago, César Manrique, ... tornaram-na bem conhecida. O turismo não foi tão agressivo, não há tantos prédios...
(fotografia tirada na Fundação Cesar Manrique).
Há também Almodovar...
Mas quer a Gran Canária quer Tenerife, ilhas muito diferentes, são sítios óptimos e aqui tão perto.
A diversidade de paisagens é fabulosa, quer num caso quer no outro. Mas agora recém chegada de Tenerife, não posso deixar de salientar cidades como La Orotava e La Laguna (património da Unesco) impecavelmente recuperadas. O Teide com os seus 3718 metros e a neve vê-se do mar (quando não está vestido de nuvens!) . Aliás saindo deste (Playa dos Cristianos - praia com areia vulcânica, claro, e água transparente) atravessa-se uma paisagem verde (agora) de cactos e bananeiras. 10 Km depois é a vinha, depois os pinheiros, diferentes variedades e depois a diversidade de rochas vulcânicas e chega-se à neve. Dos 25 graus da costa até 5 graus na entrada do parque do Teide! Paisagens deslumbrantes com montanha, vulcão, mar (há sítios em que só há prédios, mas procuramos não os ver)!
Não falo das cidades mais conhecidas... demasiados prédios.
Temperaturas entre os 20 e os 25 graus... o mar entre 20-22 graus.
Um bom livro, caminhadas... não é preciso mais nada.
(fotografia tirada na Fundação Cesar Manrique).
Há também Almodovar...
Mas quer a Gran Canária quer Tenerife, ilhas muito diferentes, são sítios óptimos e aqui tão perto.
A diversidade de paisagens é fabulosa, quer num caso quer no outro. Mas agora recém chegada de Tenerife, não posso deixar de salientar cidades como La Orotava e La Laguna (património da Unesco) impecavelmente recuperadas. O Teide com os seus 3718 metros e a neve vê-se do mar (quando não está vestido de nuvens!) . Aliás saindo deste (Playa dos Cristianos - praia com areia vulcânica, claro, e água transparente) atravessa-se uma paisagem verde (agora) de cactos e bananeiras. 10 Km depois é a vinha, depois os pinheiros, diferentes variedades e depois a diversidade de rochas vulcânicas e chega-se à neve. Dos 25 graus da costa até 5 graus na entrada do parque do Teide! Paisagens deslumbrantes com montanha, vulcão, mar (há sítios em que só há prédios, mas procuramos não os ver)!
Não falo das cidades mais conhecidas... demasiados prédios.
Temperaturas entre os 20 e os 25 graus... o mar entre 20-22 graus.
Um bom livro, caminhadas... não é preciso mais nada.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Appel à collaboration- Projet «La verbalisation des émotions»
Dans la cadre d’un projet de recherche sur les littératies académiques multimodales (projet de UIIPS - Unidade de investigação do Instituto Politécnico de Santarém ,en collaboration avec d’autres institutions, notamment Universidade Lusófona) nous sommes en train de mettre en oeuvre un projet sur les ressorts des motivations pour les langues et sur des effets des nouveaux dispositifs technologiques sur les apprentissages, en nous appuyant sur des études récentes sur les verbalisations des émotions.
Au Portugal, des études ont été menées par Universidade Lusófona, ANACOM et par l'entreprise qui commmercialise la technologie Tobbi et d'autres instituutions. Aux États Unis, les premières études que j'ai connues ont été celles menées par Poynter Institut.
Et comment lit-on le même texte en français, portugais, anglais, italien? Quels sont les points de fixation du regard?
Et comment lit-on le même texte en français, portugais, anglais, italien? Quels sont les points de fixation du regard?
à suivre donc!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Revista Intercompreensão nº 16 - Literacias académicas multimodais
INTERCOMPRENSÃO 16
A revista Intercompreensão, «clássica», tem a partir deste número 16, uma nova vida pautada por uma edição renovada - da responsabilidade da Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém – e pela existência de uma “publicação irmã” – Intercompreensão - REDINTER. Às mudanças institucionais que decorrem da criação de uma Unidade centrada na Investigação, acresce o interesse em alargar o âmbito e o público da revista.
Este primeiro número, desta nova série, coordenado por Clara Ferrão Tavares e Luísa Álvares Pereira, ao centrar-se numa problemática muito actual e muito relevante do ponto de vista das transformações por que está a passar o Ensino Superior em Portugal – as Literacias Académicas Multimodais -, procura, assim, contribuir para a tematização de um campo que não tem sido objecto de grande reflexão entre nós, apesar da sua tradição em outros países.
Na realidade, quer nos Estados Unidos – Composition Studies -, quer em Inglaterra - Academic Literacies -, esta temática tem já ampla produção de conhecimentos, procurando-se em alguns países europeus dialogar com estes dois campos, no sentido de potenciar o conhecimento e contribuir, assim, para uma reflexão mais rigorosa e mais produtiva do ponto de vista da Leitura e da Escrita no Ensino Superior.
No caso de Portugal, e tendo em conta que, com Bolonha, se reforça a autonomia do estudante, que realiza mais trabalhos académicos, a reflexão em torno das Literacias Académicas Multimodais tem emergido sobretudo motivada pela dificuldade que os professores diagnosticam nos seus estudantes em dominar a leitura e escrita de géneros académicos a que estão expostos neste contexto. Com efeito, para além dos aspectos referenciais dos géneros, estes requerem a gestão e proficiência em técnicas socioculturais, discursivas e linguísticas que os estudantes nem sempre dominam. Construir uma tese, uma monografia, um relatório, um projecto implica caracterizar, num primeiro tempo, os géneros discursivos que enformam esses tipos de trabalhos. Por estas razões se compreende que tanto se tem revelado difícil para os estudantes a aculturação a géneros académicos como também para os professores a orientação de todo este processo. Assim, a tematização em torno das Literacias Académicas tem permitido, antes de mais - mas não só - questionar a forma como podem ser interpretadas as dificuldades dos alunos na leitura e na escrita, deslocando o foco da análise para a relação com os contextos nos quais os estudantes escrevem e, logo, para a forma como estes são capazes de entrar nos universos culturais que as diferentes disciplinas exigem.
Conceber os escritos no Ensino Superior como géneros discursivos pressupõe, portanto, uma focalização nos usos reais da língua em contexto e passa por uma reflexão sobre muitos eixos temáticos que se inscrevem no universo das Literacias. As literacias académicas multimodais podem, assim, ser entendidas como práticas de cultura a que estão associadas capacidades de proceder ao tratamento de diferentes textos, de diferentes linguagens em diferentes suportes, em diferentes espaços, em condições temporais diversificadas, em diferentes situações.
Partindo destes pressupostos e das exigências em matéria de literacia académica, a prática habitual de centrar a intervenção docente no domínio de conteúdos disciplinares específicos tem-se revelado insuficiente face a dificuldades de vária ordem – derivadas não só da componente linguística (ortográfica, lexical, morfológica, sintáctica…), mas, sobretudo, da competência referencial em articulação com a área de especialidade em que os estudantes se situam e das competências discursiva e pragmática (em relação com o contexto e com a cultura académica), entendidas numa dimensão plurisemiótica. Do que foi dito se constata a necessidade evidente de um ensino mais sistemático da especificidade linguística e discursiva dos géneros – como também o questionamento dos moldes em que este ensino pode ser feito e em que instâncias das instituições de Ensino Superior.
No contexto Português, e em virtude do aumento de cursos de pós-graduação (Mestrados e Doutoramentos), esta temática tem sido contemplada em muitos Seminários e outros Cursos.
Neste sentido, importa, por um lado, partilhar e divulgar os estudos e as práticas que têm sido mobilizados, no sentido de descrever as dificuldades dos estudantes e de identificar tanto os pontos críticos como a forma positiva de os analisar. Assim, serão bem recebidos artigos que contemplem uma problematização e/ou estudos empíricos sobre:
· As diferenças entre as práticas de escrita dos alunos e as exigências da escrita académica;
· A descrição de géneros discursivos mais comuns no Ensino Superior (teses, monografias, relatórios, projectos…);
· A análise de determinadas práticas discursivas a que os alunos são expostos (portefólios, apresentações multimédia, reflexões…);
· As características discursivas do discurso científico (polifonia, citação de vozes de autores, construção da sua voz no interior dos textos, reformulações, resumos, paráfrases, paráfrases de esquemas…);
· Análise de produções dos alunos, sempre enquadrada pela contextualização;
· Outros que se revelem interessantes do ponto de vista, quer da conceptualização do campo das Literacias Académicas Multimodais, quer da emergência de metodologias de ensino e de análise dos (géneros de) textos académicos.
Prazos- Entrega de propostas- 1 de Julho de 2011
Informação sobre aceitação de artigos- 15 de Julho de 2011
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Revue Intercompreensão- REDINTER: Appel à contribution
Appel à contribution pour le numéro 2 de la revue
Intercompreensão- Redinter
Pesquisa sobre a metodologia da intercompreensão
Numéro coordonné par Christian Degache et Clara Ferrão
Que sait-on des effets des choix méthodologiques en vigueur dans les approches se réclamant de l’intercompréhension ? Qu’est-ce que la recherche est en mesure d’apporter sur la question ?
Depuis une vingtaine d’années, de nombreux travaux ont été consacrés à la conception méthodologique, à l’analyse des stratégies et processus de compréhension ou à celle des interactions en situation pédagogique d’intercompréhension, alors qu’un nombre moins important de travaux se sont penchés sur une observation systématique des effets des choix méthodologiques.
Il est à ce sujet souvent question de « bonnes pratiques », sans que l’on sache réellement sur quoi se baser pour que telle ou telle pratique soit considérée comme « bonne ». Du reste, souvent, les arguments avancés ne sont pas nécessairement à mettre en relation avec l’efficacité pédagogique.
Le projet de ce numéro 2 de la revue Intercompreensão-Redinter est de contribuer, dans une perspective didactique, à combler ce déficit. Ainsi il s’agira ici de rassembler des études empiriques portant sur les effets des choix méthodologiques dans des situations d’enseignement/apprentissage orientés explicitement vers des objectifs affichés comme relevant de la didactique de l’intercompréhension, à l’écrit comme à l’oral, séparément ou conjointement.
Les travaux soumis devraient porter plus spécifiquement sur les modalités et les effets :
· de la traduction endogène, c’est-à-dire produite par l’apprenant ou par le groupe : quand la lui/leur demande-t-on ? Sur quoi ? Dans quel but… ?
· de la traduction exogène, c’est-à-dire proposée par autrui (enseignant, tuteur, pair…), natif ou non de la langue considérée : à quel moment est-elle proposée ? Où et pour quoi ?
· des aides (écrites, orales, multimodales), délivrées ou mises à disposition de l’apprenant, ou encore utilisées à son initiative, pour soutenir ses processus réceptifs, y compris en situation d’interaction bi-plurilingue
· de l’activité métalinguistique suscitée, c’est-à-dire de l’incitation à réfléchir sur les structures de la/des langue(s), qu’il s’agisse du lexique, de la morphologie, de la syntaxe, de la phonologie…
· de la progression, ou autrement dit, des critères retenus comme prioritaires pour une augmentation progressive de la difficulté, par exemple l’introduction des différentes langues visées, le niveau de difficulté des documents et autres sources langagières, la diversification des genres textuels ou types discursifs…
Les auteurs sont invités à décrire les contextes d’enseignement concernés, que ceux-ci soient réels ou expérimentaux, en présentiel, à distance ou hybrides, ainsi que les démarches pédagogiques adoptées. Ceci avant d’aborder, à partir d’un corpus de données, la question des effets obtenus sur la connaissance et la maitrise de tel ou tel aspect linguistique, pragmatique, sociolinguistique, discursif, socioculturel… de la ou des langues visée(s), par exemple à travers une analyse de productions ou une analyse de discours (de la classe, en ligne…), ou encore à travers une analyse comparée des résultats obtenus avec différentes démarches (auprès de différents groupes comparables, auprès d’un même groupe avec différents matériels, dans différents environnements…).
Calendrier :
Les propositions d’articles devront nous parvenir sous la forme d’un court texte (une page maximum avec quelques références) avant le 31 janvier 2011.
Notification aux auteurs de l’acceptation ou non de leur projet de publication : 15 février 2011
Réception des contributions acceptées : 31 mars 2011
Relecture et mise au point des textes : 1er avril – 31 mai 2011
En fonction des impératifs et choix éditoriaux, les articles retenus seront publiés dans la version papier et/ou en ligne (voir ci-après). La publication de l’une comme de l’autre est prévue pour septembre.
Instructions :
Les articles définitifs devront :
1. être entièrement anonymisés (pour transmission anonyme à deux membres du comité de lecture)
2. respecter les « consignes aux auteurs » ci-après
3. être envoyés par courrier électronique aux coordinateurs du numéro.
4. être accompagnés d’un document séparé indiquant le titre de la contribution et le nom de/des auteur/s.
Consignes aux auteurs
Les articles soumis à la revue doivent être inédits et ne doivent pas dépasser 40 000 signes en tout (texte, graphiques, tableaux, bibliographie...) espaces blancs compris pour la version papier. Les articles plus longs devront être revus par leurs auteurs si une publication papier est souhaitée. Ils pourront toutefois être publiés sur la version en ligne.
Les articles seront accompagnés de 4 à 5 mots-clés et de deux résumés ne dépassant pas 700 signes, espaces vides compris. Mots-clés et résumés seront fournis dans deux langues différentes de la langue de l'article et appartenant à deux familles de langues différentes.
La direction de la revue ne peut être tenue responsable ni du contenu des articles ni des opinions exprimées.
Les articles seront soumis par courrier électronique au format rtf.
Présentation de la revue Intercompreensão- Redinter
La Revue Intercompreensão-Redinter est une revue internationale qui a vu le jour dans le cadre de Redinter, le réseau européen de l’intercompréhension, créé avec le soutien de la Commission Européenne. Ce réseau réunit 44 institutions qui travaillent ensemble au développement et à la diffusion de la notion d’intercompréhension. La revue est, en outre, née en articulation avec la revue Intercompreensão – Revista de Didáctica das Línguas, revue de dimension européenne créée en 1991 à l’Institut Polytechnique de Santarém.
Le réseau Redinter se positionne, tout comme la revue initiale, dans une optique de « dialogue entre les langues, les cultures, les nationalités et les différents acteurs didactiques » et se réclame d’une perspective actionnelle de l’enseignement / apprentissage des langues. Sa revue s’intéresse, par conséquent, à toutes les questions touchant aux approches plurilingues et pluriculturelles dans l'enseignement des langues et tout spécialement à la notion et à la didactique de l’intercompréhension.
La revue se présente sous deux versions :
a) Revue Intercompreensão – REDINTER. Revue papier, dirigée par Clara Ferrão Tavares de l’Instituto Politécnico de Santarém
b) Revue Intercompreensão – REDINTER en ligne, dirigée par Christian Ollivier de l’Université de la Réunion.
Les articles seront publiés en version papier et/ou en version en ligne en fonction des impératifs et choix éditoriaux. La décision revient aux directeurs de numéro.
Le Comité scientifique est constitué de :
· Isabel Alarcão
· Paolo Balboni
· Elisabetta Bonvino
· Michael Byram
· Filomena Capucho
· Edvige Costanzo
· Daniel Coste
· Christian Degache
· Adriana Martins
· Franz-Josef Meißner
· Julio Murillo
· Todor Shopov
· Patrice Pognan
· Manuel Tost.
Les articles envoyés à la revue et acceptés par les directeurs de numéro pour leur adéquation à la thématique visée sont évalués par le Comité Scientifique qui sélectionne ceux qui seront retenus pour publication et demande éventuellement des réaménagements aux auteurs.
Un comité de lecture réunissant des chercheurs de différentes langues sera chargé de la finalisation des numéros. Ce comité se réserve le droit d'effectuer de légères modifications en fonction de la mise en page.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Emoções e verbalizações 2- Exames do Ensino Secundário
A segunda imagem corresponde às fixações do olhar numa das imagens pretexto deste exercício extraído da prova de Francês de 2009, 1ª chamada. A de 2010 tinha uma perspectiva mais positiva.
Estas imagens foram obtidas através de sistema de eye tracking.
Se folhearmos alguns manuais, temos a mesma impressão: «Os livros de Francês são depressivos», como ouço dizer a alunos, há alguns anos..
Estou numa equipa a investigar esta questão.
Por que será que o Francês não atrai muitos alunos? À suivre...
Émotions et verbalisations- 1
Pour un certain nombre de chercheurs, dont Christian Plantin qui a réunit dans un ouvrage avec le titre «Les émotions dans les interactions» plusieurs contributions, on ne verbalise que des émotions positives. Les émotions négatives sont véhiculées par des gestes, des expressions du visage, des mimiques, des détournements du regard.
Dans le même ouvrage, Charaudeau souligne que «trop d’insistance sur les sujets à forte implication, comme ç’est souvent le cas dans les médias, peut provoquer un décrochage de la part du public» (Chareaudeau, id. 139).
C. Chabrol met en évidence le fait que dans la visualisation d’épisodes dramatiques le spectateur éprouve des difficultés de mémorisation et de restitution lexicale (C.Chabrol, id. 119). Pour ce chercheur les interactions qui placent les interlocuteurs dans des situations compliquées mènent à des silences ou a «des productions relativement brèves (interjections, exclamations, jurons...), entrecoupées de longs silences, accompagnées d’une modification générale des qualités prosodiques de la voix».
Dans le même ouvrage Bertrand et al. 2000:176, Maury-Rouan, id.) dans le cadre d’interactions à forte charge affective négative « nous trouvons des descriptions ou des narrations d’un intérêt dérisoire par lesquelles les sujets se mettent à «délirer» dans un ludisme forcé, adoptant souvent des attitudes infantilisantes» (Bertrand et al. 2000:176, Maury-Rouan, id.). et à des changements de sujet.
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A propósito de «Escola Grisalha» de Daniel Bessa, no jornal «Expresso»
A propósito de artigo de Daniel Bessa no jornal «Expresso» de hoje. Leio sempre os artigos de Daniel Bessa que muito aprecio, mas.....

